A Sextape de um Nerd Como seria se um nerd resolvesse colocar uma câmera escondida para se filmar transando com a namorada?
Bem, ao melhor estilo Klaus, seria hilário e patético, como mostra essa sátira:
Via.
Top 3 - Clipes Telefônicos Bizarros Já fazem 5 dias que o clipe de Telephone foi lançado, e por todo canto ele continua repercutindo. São mais de 18 milhões de views, e isso só no vídeo original.
Mas aí eu parei pra pensar e reparei...
O Kama Sutra da Internet Já imaginaram se os principais sites da internet inspirassem novas modalidades sexuais? O College Humor imaginou:
A cada 10 segundos você anuncia que está fazendo sexo.
Você filma vocês dois...
O bad boy das bad girls Que você viu Telephone, da Gaga, eu tenho certeza. Mas antes de eu ensinar a fazer óculos de cigarro ou como colocar bobs de Coca Light na cabeça (aliás, pausa pra comentário: melhor merchan que eu...
Engraçado como no começo das redes sociais todo mundo não tinha problema nenhum em se expor pro mundo. Isso até nossas mães descobrirem Orkut, Facebook, Twitter e afins (a minha só está no primeiro, graças a Deus) e trazerem constrangimento ao “invadirem” essa privacidade nada privada.
É esse choque de gerações que é tema desse videoclipe de humor hilário: Minha Mãe Está no Facebook.
Fotos suas criança, mensagens fofinhas e interrogatórios sobre suas fotos ou updates no mural. Tudo isso foi lembrado.
Aperte o play e aumente o som para ouvir esse rock farofa da banda Back of the Glass sobre isso que está cada vez mais comum na internet:
Se bem que se você é de uma banda de hair metal em pleno 2010, não precisa da sua mãe pra passar vergonha. Né, Thiê ?
Esse vídeo não faz o menor sentido, mas é tudo tão aleatório que não consigo parar de dar o play. Já devo ter visto umas 15 vezes seguidas, sem brincadeira.
Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.
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Pular corda só é aceitável em duas hipóteses: sendo uma menina de 8 anos ou sendo um lutador de boxe. Esse cara não era nenhum dos dois, e acabou tornando essa velha brincadeira bem divertida. Principalmente pra quem assistia esse idiota se ferrar:
No Brasil existem duas musas supremas: Narcisa e Ângela Bismarchi. Uma, a rainha do eike loucura, eike absurdo, eike batista. A outra, a musa das plásticas, da sensualidade barata e da vergonha alheia. Com vocês, a última pérola da nossa rainha da vergonha alheia: Ângela Bismarchi. Toda linda, toda milanesa.
Já fazem 5 dias que o clipe de Telephone foi lançado, e por todo canto ele continua repercutindo. São mais de 18 milhões de views, e isso só no vídeo original.
Mas aí eu parei pra pensar e reparei que poxa, não é a primeira vez que surge um vídeo bizarro com o tema de telefones. E nada melhor do que lembrar dessas pérolas da tosquice, que não possuem a genialidade do clipe da Gaga, mas que se equivalem em bizarrices.
Olha, esse clipe nem seria tão bizarro assim em princípio. Até porque ele quase inteiro é cena de show fake ou da Debbie Harris se esfregando numa cama usando uma roupa grudada azul bem ao estilo Lady Gaga mesmo. Só que o que realmente me intriga é o começo.
Tem o Richard Gere andando de carro na cidade, o Richard Gere malhando e soltando os pesos e… e fim de participação. Por que raios ele está no clipe? Qual a função dele? A presença do Richard Gere no clipe não faz o menor sentido!
Será que só tinha verba pra duas cenas com ele e fizeram de qualquer jeito? Pô, naquela época ele nem era famosão…
E ainda teve, pra coroar, a cena aleatória dela anotando o número de telefone na cabeça de um sujeito qualquer. Pra que? Será que pensaram “ah, a música fala em ‘me liga’ e ainda não fizemos nenhuma referência telefônica”?
Bizarro e incompreensível.
#2 – I Just Called To Say I Love You (Stevie Wonder)
Olha, eu adoro o Stevie Wonder, e o cara tem muita música fodaça por aí. Mas não é irônico que seu maior sucesso seja justamente a maior porcaria que ele já gravou? E se I Just Called To Say I Love You, com seus sintetizadores de teclado infantil, já seria um plano de fundo suficiente pra tornar qualquer clipe bizarro, o vídeo em si não ajuda também.
Afinal, é um troço brega demais que mescla um vídeo de nuvens qualquer com a cara do Stevie cantando num telefone, tudo meio transparente. O pior é que a partir de um dado momento, começam a surgir uns troços em 3D voando pela tela. O que são? Placas tectônicas? E do nada essas placas começam a exibir imagens de paisagens. Tudo muito aleatório e estranho.
Na boa, é muita sacanagem cagar tanto no clipe do cara só porque ele é cego e nunca vai poder ver o quanto é de mau gosto.
O visual do clipe só muda em alguns momentos que deixam só a imagem do Stevie, mas até aí fica estranho, porque é um cenário de palco, com platéia e ele ali em pé no meio balançando com um telefone na mão. Detalhe pro público “animadaço” com a dancinha dele. Pô, botassem ele tocando um piano, sei lá. Ficou chato pra ele.
Do jeito que fizeram, não parecia que ele tinha deficiência visual, e sim mental.
Esse clipe é uma verdadeira pérola, do início ao fim. A começar pela música, um dos grandes hinos bregas da história, e que ganhou um vídeo a altura.
E tem ainda a introdução que é interrompida pela “cena” do Lionel como professor de teatro, que supostamente deveria ser um elemento de tensão. Aí é só ele chamar a aluna cega gatinha Laura pra introdução recomeçar e a gente entender que é dela que o professor gosta, já que o Lionel não sabe atuar bem o suficiente para mostrar isso na cena.
E quando os dois alunos começam a ensaiar, ele começa a cantar! Que tipo de professor é esse? Imagina só, você lá ensaiando pra sua peça de escola e no meio da sua cena o professor começa a andar pela sala cantando? Isso atrapalha a concentração. Detalhe pra Laura ajeitando a bengala num gesto sexualmente sugestivo. Sutileza, desde os anos 80 esquecida por artistas pop. E a dor no olhar do Lionel quando outro aluno “passa a bengala” para a Laura? Muita mensagem subliminar nesse clipe, hein? Muita metáfora.
O mais escroto é ele cantar “eu posso ver em seus olhos” pruma cega. Ele pode ver o que? O glaucoma dela?
E legal é que logo depois a Laura abandona a bengala e sai andando pelos corredores da escola passando a mão na macharada toda. E ele cantando atrás como um stalker. Tipo, ela é cega, não surda. Será que nunca reparou que tinha um professor pedófilo seguindo ela cantando música brega?
Aliás, bem hiperativa a Laura, né? Sai do teatro, vai pra aula de artes, depois pro balé. O duro é entender como ela faz balé, já que geralmente envolve imitar os movimentos da professora. Mas isso é o de menos, porque o que importa é a aula de artes, onde ela faz uma cabeça gigantesca de argila do Lionel Ritchie. Medo, muito medo daquilo.
Só que o pior ainda estava por vir, o principal: o telefonema!
Primeiro tem a pausa gigantesca antes dele falar alguma coisa. Qualquer pessoa normal teria desligado o telefone, mas a Laura já mostrou que é meio esquisita, e continua na linha. E daí o Lionel começa a cantar! Só isso já seria suficiente pra acionar o 190 e arrumar uma ordem de restrição contra ele.
Mas fica mais bizarro ainda: depois de duas frases, ele desliga o telefone e começa a cantar pro nada! Eram os anos 80, ainda não tinha viva voz na casa das pessoas, não tem desculpa! É como se eu ligasse para alguém aleatoriamente, cantasse os dois primeiros versos de Morango do Nordeste e desligasse em seguida.
E se isso não bastasse, ela continua com o ouvido no telefone mesmo depois dele desligar. Isso não faz o menor sentido!
Depois disso o clipe se encerra com o Lionel vendo o cabeção bizarro de argila e mentindo pra Laura dizendo que achou maravilhoso.
O álbum que reuni Dave Grohl (Nirvana, Foo Fighters), John Paul Jones (Led Zeppelin) e Josh Homme (Queens of the Stone Age) tem um segredo até pouco guardado. Uma droga que muitos músicos usam para inspiração.
Se você gosta de tecnologia ou simplesmente curte folhear uma revista bacana (até valem as de fofoca do dentista ou do salão), veja um estudo feito pelo pessoal da WIRED em parceria com a ADOBE. É uma visão sobre como o mundo impresso tem muito a usar da tecnologia. E a gente só tem a ganhar com isso.
P.S.: Eu nunca acreditei nessas teorias da conspiração que decretam a morte de jornais, livros e revistas.
Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.
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Ser idiota a ponto de achar que é um super-herói nunca é aceitável. Nem quando se é uma criancinha: