O bad boy das bad girls Que você viu Telephone, da Gaga, eu tenho certeza. Mas antes de eu ensinar a fazer óculos de cigarro ou como colocar bobs de Coca Light na cabeça (aliás, pausa pra comentário: melhor merchan que eu...
Onde você se vê daqui a 5 anos? Eu odeio essa pergunta. Odeio com todas as forças.
Essa pergunta, tão comum em entrevistas de emprego, me irrita porque geralmente mexe com nossas expectativas. E pensando em tão longo prazo assim,...
Gênio do Chatroulette Acho que eu nunca ia desconectar do chat com esse cara só pra ver como ele ia se virar pra continuar a musiquinha. Genio demais!
httpv://www.youtube.com/watch?v=32vpgNiAH60
Hitchcock revisitado (de novo) Há alguns meses vimos aqui as versões que o designer Matt Needle propôs para os filmes do Hitchcock. Eram bem legais, minimalistas, se aproveitando a famosa silhueta do diretor.
Indo por uma linha...
Como reconquistar uma garota Ou não?
Esse sujeito perdeu a namorada, e resolveu tomar medidas drásticas para reconquistá-la.
E por mais que logo de cara você ache bizarro e idiota (e é!), continue assistindo até o fim:
httpv://www.youtube.com/watch?v=VFl-MxXZWx4
E...
Eu fiquei tão decepcionado com “A Vila” que não vi até hoje o “Dama na Água”. Então eu não levantarei a mão. =P
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A Vila é uma obra prima, seu louco. o melhor dele junto de Corpo Fechado.
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“Obra prima”, lol. Tudo é obra prima hoje em dia. To pegando birra desse termo.
Mas desculpe-me, não gostei mesmo de A Vila, e achei aquele desfecho completamente sem noção. Aliás, essa coisa de que todo filme dele tem que ter um “final surpeendente” é meio sacal, IMO.
Mas nem tava sabendo desse filme novo dele, dependendo do enredo e da repercussão eu vou até assistir, sem esperar grandes coisas (o que às vezes é até bom, ir com expectativas baixas). A “Dama na Água” é que não me pareceu nada convidativo, aí nem me dei ao trabalho.
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Ok, se vc tem problemas com o termo obra-prima, tudo bem, mas A Vila é uma análise genial de uma sociedade formada e regida pelo medo. E a direção do filme é absurda. Aquela cena do ataque que termina com o Joaquin Phoenix levando a Bryce para o abrigo da casa é extremamente bem construída e tensa. E convenhamos, a revelação final não tá lá para servir de “aha, te peguei” e sim para expor uma situação que já se desenhava desde o começo do filme. Surpresa de verdade, no filme, só a cena do esfaqueamento.
A dama da água é meia-boca, mas o Shyamalan tem crédito.
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Diretor charlatão, sem talento e sem técnica. Não é minha opinião, ele mesmo sabe disso pois usa todo subterfúgio disponível para ocultar isso.
Nem que inventem no futuro o cinema remunerado vai valer a pena perder tempo com nada que esse canastrinho apronte (canastrão é muito pra ele, com o tempo talvez ele consiga alcançar esse nível de pilantragem)
Exposito, imagine só quando suas exigências estéticas e formais forem mais rigorosas, quem você não ira considerar “genial”
Concordo com você numa coisa: a direção do filme realmente é absurda. Só acho que temos uma opinião diferente sobre o significado de “absurdo”
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Alguém anda desgostoso com a vida…
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Poxa, só conheço a Vila dele, que acho fantástico, tocar num assunto que ninguém toca e de uma forma tão diferente… O poder do conhecimento e a dúvida do que fazer com esse conhecimento… Acho que p mim e pro Alexandre, que trabalhamos com mídia, seja um assunto mais relevante, uma vez que nós, pelo menos uma vez na vida (profissional mesmo) passamos por esse tipo de conflito…
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Eu também trabalho com mídia/publicidade e acho o filme uma droga…hahaha (na verdade, não entendi o que tem a ver uma coisa com a outra, exatamente)
Mas peguei mais leve que o rapaz acima….lol
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Olá exposito,
Você deve ser jovem. Com o tempo você vai adquirir a faculdade de não perder tempo com filme trash fake, seu faro vai afinar, pode crer. É um processo natural.
Conhece patê de foie grais? Pois é, o processo de confecção de um roteiro desse tal diretor é essencialmente similar. E é igualmente indigno.
PS: Nada contra um filme trash HONESTO. Até para ser trash é preciso um tipo de talento, um tipo de sinceridade. Sem isso, cheira mal
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Olá, Rixard (o x é proposital, aparentemente você gosta dele, já que usou 2 vezes no meu nome quando ele está claramente grafado com S)
Eu sou jovem sim, 24 anos.
Mas sinceramente acho ridículo diminuir a opinião de alguém pela idade, porque é apenas um número que não significa nada.
E honestamente não vejo muita diferença nas suas críticas ao filme do que nas de alguém que por ventura viesse aqui e escrevesse “Ow, esSe FilMe é Uma MeRdA, meo, para de PaIa! AauhAUHhUAuHAuhAHUa”.
Porque atrás dessa postura defensiva (através do preconceito pela idade e do vocabulário pretensioso), não vi nenhum argumento que justificasse o porquê do Shyamalan ser um charlatão. Você apenas pareceu querer refutar o meu adjetivo de gênio (que pode sim ter sido exagerado, mas que não é distante do que acho dele) com a pompa necessária para parecer que foi um comentário embasado vindo de alguém culto e esclarecido (que não duvido que você seja, mas que não ficou explícito pelo seu comentário). Talvez esse tipo de comentário (eu sei que tô repetindo palavras, mas whatever, é 1 da manhã) assuste a maioria dos internautas e seu miguxês limitado, mas não é o meu caso.
Você disse que ele usa todo subterfúgio possível para ocultar a falta de talento e técnica. Cite um exemplo. Quem critica com tanta contundência, com certeza deve ter seus motivos e saber explicá-los. Afinal, sempre defendi aquela velha teoria de que, para criticar, é preciso conhecer. Você diz que eu devo aumentar minhas exigências estéticas e formais. Vamos lá, me sugira como fazer isso. E por favor, seja criativo, não me venha com Kubrick, Buñuel ou Gláuber, que além de ser discurso batido, são diretores que já assiti (e que, respectivamente: adoro, acho um porre e não consigo me decidir sobre o que acho). Se bem que você tá me chamando de jovem e se bobear pode me recomendar Eisenstein. Mas vamos ver. Estou esperando. Eu vou ter a humildade de aceitar as críticas e comentários e tentar entender o seu ponto de vista, mesmo que não concorde.
E pode ter certeza que não vou usar nenhum subterfúgio (palavra da moda por aqui, hein?) para menosprezar a sua opinião, como você acabou de (tentar) fazer com a minha idade.
E quem sabe isso até não me inspire a, num futuro próximo, fazer um post falando do Shyamalan de forma mais completa. Só não era a proposta desse post.
Aqui eu só queria divulgar o trailer (na época recém lançado) do novo filme dele, para quem se interessasse. Achei que estava claro, mas pelo jeito você não entendeu. Você deve ser jovem (ops).
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Olá esposito (nem tinha reparado que era com s – parece muito com a palavra exposition – mea culpa)
A idade significa muito, claro – faz a gente distinguir cada vez mais opinião dos fatos. Eu nunca diminuiria sua opinião baseado na sua idade. Só disse que você pende mais para as opiniões devido à idade.
No final, nem a sua nem a minha opinião são termos na equação. O importante é analisar as coisas de fora de nos mesmos.
Essa do pretensioso bateu fundo n’alma – desde quando usar o vernáculo é crime, sô? Não tenho culpa se o mundo está ruindo nesse newspeak grotesco levando junto a linha de raciocínio. Que afundem os seres da escuridão. Bon voyage. Prefiro a superfície
Sobre os diretores, nem precisa galgar montanhas tão iluminadas, habitadas pelos que definem a escala do que é o cinema contemporâneo para desqualificar o tal shyamalan. Que tal Herk Harvey, Tod Browning e o Murnau?
Sobre um post mais prolongado sobre cinema, excelente. Mas não ofenda os gênios, coitado deles.
Não defendo os gênios porque sou um (muito longe disso). Defendo e respeito a memória dos que contribuiram com algo relevante. Relevância que, sinalizado pelo conjunto da obra, não parece ser em absoluto o objetivo desse tal shyamalan.
Nem todo bombeiro nasceu pra apagar fogo, nem todo diretor nasceu pra dirigir. Onde não está o coração existe apenas a mediocridade e o esquecimento.
É triste usarem a fina arte do cinema, nosso anfiteatro moderno, para experiências triviais.
Sei que existe público para tudo, mas ainda assim é uma infâmia!
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Eu não tenho nada contra o uso do bom vocabulário, mas acho que a forma tem que vir acompanhada de conteúdo.
Até porque, continuou faltando, na minha opinião. Tirando o momento em que você citou Herk Harvey, Tod Browning e Murnau (dos quais, admito humildimente, só conheço o último), você continuou sem dizer porque o Night é um canastrão. Disse que ele não tem relevância, só isso. Tudo continuou sendo formas rebuscadas de você dizer que acha ele “chato, feio e bobo”.
E como essa discussão tá ficando no mais do mesmo, nem vou insistir. Você odeia ele e é seu direito não querer vir aqui dizer o porquê. Assim como eu acho ele muito bom (não é meu diretor favorito, nem de longe… mas talvez entre no meu top 15 ou até no top 10).
Espero que você tenha gostado do blog e apareça mais vezes, mesmo que seja para discussões infrutíferas (já que nem ela acabou não indo pra lugar nenhum) como essa. Discutir por si só já é um ato extremamente saudável e subestimado. Mesmo que nunca se chegue minimamente perto de um acordo, como agora.
Abraço e volte sempre.
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Eu gosto dos filmes da Xuxa e dos Trapalhões…vou morrer por isso? =(
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Depende, a quais filmes dos Trapalhões você se refere?
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Lua de Cristal é lindo!!! Hahuahahua!!! AMO a cena da tinta na cabeça da malvada!! Hauhahuahuaha!!!
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Eu gosto qd a mulher má fica colada na privada! HAHUAHUAHUAHUA
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Eeeeeeeeeeeeeeeca!! Hahuahahuauhahuah!!! Como eeu pude esquecer disso!! Era muuuito bom!!!
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Richard, linkzinho legal pra você ler: http://www.ropeofsilicon.com/article/m_night_shyamalan_is_public_enemy_1_because/0
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[...] aqui o trailer de Fim dos Tempos, novo filme do M. Night Shyamalan, que estreou hoje. Até gerou bastante discussão nos comentários, mostrando que, para o bem ou para o mal, ele é hoje um dos diretores mais relevantes que tem, [...]