Sabe aqueles adesivos de parede que são febre entre os decoradores? A Bilk, empresa especializada em artes gráficas para superfícies (tem coisa que fica tão melhor em inglês “surface graphics” hehe) lançou alguns modelos temáticos da Nintendo têm Mario Bros anos 80 e moderninho e do Donkey Kong.
É só você inventar as combinações e ter a sua parede igual a dos joguinhos. Um quarto desse ia ser a sensação da garotada nos anos 80. Não é Bruno?
Natalia Pinheiro Apaixonada por tipografia, viagens, sorvete e chocolate. Nas horas vagas, ataca de mestre-cuca e é chamada de maluca, mas é tudo mentira.
A Tjep foi responsável pela identidade, nome e design interior do Pluk.
O Pluk é um novo conceito de restaurante que oferece sucos frescos, shakes de iogurte e saladas especiais criadas pelos clientes. A essência do restaurante é “comida boa é uma diversão”. E há uma preocupação constante com saúde.
Por alguma razão convencionou-se que saúde precisa ter um visual careta, mas eles queriam exatamente o oposto. E conseguiram.
A decoração conta com três grupos de cores: vermelho, verde e amarelo explorando os formatos das frutas e vegetais com liberdade criativa. E consegue refletir o conceito do restaurante exatamente do jeito que os donos, Aïda & Zeger, queriam.
Na verdade é tudo falso, mas por causa do contexto, a composição ficou linda. Ponto para a Tjep que levou meses para chegar ao tom perfeito das cores que só foi possível graças a um gradiente desenvolvido especialmente para o projeto. Os tons de cores dão quase uma aparência real às frutas e verduras que decoram o ambiente, como vocês podem ver nas fotos a seguir:
As pessoas que entram no Pluk ficam impressionadas e acabam por não resistir em pedir os pratos saudáveis.
Acho que o Pluk é um daqueles lugares que você passa na porta e tem vontade de entrar mesmo que seja só para dar uma olhadinha. Pena que o restaurante fica em Haarlem (Holanda), mas quem sabe alguém não está por essas bandas. Fica a dica. Os caras da Tjep já falaram que estão viciados.
Natalia Pinheiro Apaixonada por tipografia, viagens, sorvete e chocolate. Nas horas vagas, ataca de mestre-cuca e é chamada de maluca, mas é tudo mentira.
Depois de inovar lançando uma estação de energia que usa a força do vento, a Orange anunciou mais uma ação eco-friendly inovadora no festival de Glastonbury. Depois de meses de pesquisa, eles desenvolveram um acessório que é capaz de recarregar as energias do seu celular através da energia gerada pela dança. Como dançar é o que as pessoas mais fazem em um festival, nada mais pertinente.
O aparelho funciona como aqueles acessórios que os esportistas usam no braço para levar os seus MP3 Players. O movimento dos braços da pessoa, em conjunto com uma aparelhagem interna, gera energia para uma bateria que, por sua vez, consegue carregar o aparelho celular. Assim, depois de passar um dia inteiro dançando, a pessoa pode voltar pra sua tenda de noite e carregar o seu telefone com a energia gerada durante todo o dia.
A Orage também está planejando criar uma ação no festival onde eles vão ter um “Dance Charging Man”, que vai ficar o tempo todo dançando com o aparelho pelo festival. Caso você queira carregar o seu celular, é só pedir pra ele dançar algumas músicas contigo. Mas e as “Dancing Charging Girls”, hein, Orange?
Já que lá sempre tá precisando de goleiro, vejam o que esse moleque do juvenil do Caxias fez. 4 defesas seguidas sensacionais… de deixarRodolfo Rodriguezcom inveja.
Essa música é relativamente antiga, de 1998, exatos 10 anos atrás.
Não sei porque, mas, um dia desses, na busca por mais músicas para colocar no meu ipod, acabei encontrado essa pérola do New Radicals, banda que se separou no auge do sucesso.
Essa música é, além de chiclete, perfeita para aqueles longos momentos de reflexão. Momentos esses que podem ser feitos por vontade própria ou por motivo de força maior – como ficar mais de uma hora dentro de um buzão pra chegar ao trabalho, coisa que é o meu caso-.
Alias, essa música tem tudo para ser um bom chiclete: tem levada, ritimo bom e até mesmo boa letra.
Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.