Fuxicando umas revistas do cesto de casa, achei a Bons Fluídos desse mês, coisa da minha mãe. Resolvi investir na folheada e acabei achando uma dica legal.
Você já se pegou imaginando uma historinha da música que está ouvindo? Alguma hora, isso já deve ter acontecido com você. Pensando nisso e adicionando a paixão do publicitário Danilo Corci e do advogado Ricardo Grassetti pela música, livros e tecnologia, surgiu a Editora Mojo Books.
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Álbuns famosos de bandas ou cantores conhecidos se transformam em textos. Você só encontra as obras no site da editora e elas são feitas para serem lidas na versão virtual. Dá pra imprimir de graça. E tem diversão pra todas as tribos e gostos, do cantor Odair José às bandas de rock Ramones e Beatles, passando por cantoras de jazz e de samba.
As obras são escritas por autores convidados – amantes da música, jornalistas, poetas, filósofos e afins. Pra começar a diversão, basta entrar no site e fazer um cadastro rapidinho.
Natalia Pinheiro Apaixonada por tipografia, viagens, sorvete e chocolate. Nas horas vagas, ataca de mestre-cuca e é chamada de maluca, mas é tudo mentira.
Acharam uma ótima opção para transformar as manchas de canetinha hidrocor em algo que não dá dor de cabeça em quem vai lavar a roupa, aliás, dá é alegria.
A história de customizar peças agora se juntou com a máquina de lavar. “Sujou”, nasceu um vestido novo. Lavou, tem mais um prontinho pra ser criado. O nome do criador é Fernando Brízio (esse que aparece na foto abaixo).
Funciona assim: é só colocar as canetinhas hidrocor nos bolsinhos que estão costurados por todo o vestido e a customização começa. Espere mais ou menos 1 hora, 1 hora e meia e as manchas começam a aparecer criando um vestido único para cada ocasião.
Depois, é só lavar e colorir de novo pra próxima ocasião. Só tem que lembrar de somar o tempo do vestido “secar” ao tempo que você costuma demorar pra se arrumar, pra não chegar atrasada na festa.
Natalia Pinheiro Apaixonada por tipografia, viagens, sorvete e chocolate. Nas horas vagas, ataca de mestre-cuca e é chamada de maluca, mas é tudo mentira.
Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.
E não, embora rolem peitinhos (ok, peitões), não é pornografia. É estupidez humana, como é de praxe nessa seção.