Campanha de conscientização para o cuidado com os ciclistas no trânsito da “Transport of London”, feita pela WCRS. A campanha teve como primeiro vídeo aquele das pessoas trocando passes de basquete (lembre aqui). Dessa vez, você precisa descobrir quem matou o Lord Smithe, bem no estilo Detetive.
O legal desses comercias é que eles chamam a nossa atenção e mostram, de verdade, como é fácil a gente não notar as coisas com o devido cuidado, como acontece com os ciclista no trânsito. Dá vontade de ver de novo pra descobrir as coisas que foram mudadas de lugar.
Natalia Pinheiro Apaixonada por tipografia, viagens, sorvete e chocolate. Nas horas vagas, ataca de mestre-cuca e é chamada de maluca, mas é tudo mentira.
Nunca posto campanha, mas essa aqui me distraiu essa tarde. Comercial austaliano, criado pela Publicis Mojo, para uma espécie de sorvete chamado Maxibon Bits. E tem como tema coisas parecidas, mas que são diferentes. No caso, pessoas que têm nomes iguais ao de pessoas famosas dão depoimentos de como são suas vidas. Bem-humorado! Confiram abaixo.
Natalia Pinheiro Apaixonada por tipografia, viagens, sorvete e chocolate. Nas horas vagas, ataca de mestre-cuca e é chamada de maluca, mas é tudo mentira.
Eu tava lendo hoje no blog do Tiago Dória que Don’t Stop Believing, do Journey, é a música mais baixada da história do iTunes, com mais de 2 milhões de downloads.
Ele atribui isso em parte ao boom de ter entrado na trilha de Família Soprano. Pra quem não sabe, a cena final da série (que é a melhor de todos os tempos com sobras) é ao som dela.Mas enfim, não tenho dúvidas de que isso deu uma ajudadinha, mas para mim, o motivo principal é que Don’t Stop Believing é, ou pelo menos está muito perto de ser, um hit perfeito.
São inúmeras as razões pra eu achar isso. Pra começar, sabe dosar perfeitamente o pop e o rock. Assim, não chega a irritar os fãs de rock nem a afastar os que não são muito chegados no gênero.
Além disso, tem o que todo hit precisa ter: um riff memorável, um refrão fácil e chiclete (perfeito pro público cantar junto) e uma letra como um todo muito boa.
Mas o mais importante: é atemporal. Nada de tecladinhos midi tipo anos 80 nem nada que a deixe datada demais (se fosse nos anos 90, uma coisa que poderia deixar datada era o excesso de efeitos, etc).
Tô pra conhecer quem desgoste dela.
Então vamos ficar com essa apresentação do Journey ao vivo, que é tão boa quanto a gravação:
.
Pensando nisso, resolvi começar uma busca pelos hits perfeitos. O primeiro a entrar nessa lista é Don’t Stop Believingm claro, mas ao longo das semanas vou tentar lembrar (e também conto com a colaboração de vocês nos comentários) as outras poucas músicas que podem entrar nesse hall de canções memoráveis, chicletes, de grande sucesso e que sobrevivem ao tempo e aos gostos individuais.