15/12
2008
Sticky & Sweet, de fato

Sticky (grudento) por causa da combinação de chuva + suor + capas plásticas vagabundas.
Sweet aproveitando a gíria/adjetivo típico de americanos à la Ashton Kutcher, e que significa legal.
É com o nome da própria turnê que posso definir o show da Madonna, que vi há poucos instantes aqui no Rio.
Show aliás ao qual eu nem pretendia ir. Mas em cima da hora bateu uma ansiedade e curiosidade e fui arriscar. Comprei hoje mesmo os ingressos, poucas horas antes do show (e ainda consegui meia-entrada!).

E foi um espetáculo digno do preço e do nome da Rainha do Pop. Super-produção, cuidadosa e megalomaníaca, e um repertório que funcionou muito bem, mesclando músicas recentes com alguns hits clássicos da carreira da cantora mais popular da história.
Melhores momentos: Like a Prayer (melhor música dela, disparada) levando o estádio a pular muito e cantar junto; La Isla Bonita, que nem curto tanto, mas que ficou espetacular e empolgante acompanhada de um trio de bandoleiros e dançarinos mandando ver no flamenco (com direito a um sósia do Sidney Magal); You Must Love Me, de Evita, que achei que ela só fosse tocar na Argentina, e que ficou belíssima (apesar de um vergonhoso ensaio de vaias num momento em que no telão passava de relance uma bandeira argentina); e, meu momento favorito: Borderline, num arranjo totalmente rock’n'roll. Ficou foda!!!
Esses 4 foram o auge, mas Hung Up, Human Nature, Ray of Light, Vogue, Into the Gro0ve e 4 Minutes também levantaram o Maraca. Aliás, por falar em Maraca, eu devia ser o melhor partido no estádio inteiro: moreno, alto, solteiro e, aí que entra o diferencial: hetero. Mas ainda sobre o show, foi tão bom que é possível que a maioria das pessoas esqueça o leve escorregão que dona Veronica Ciccone levou por causa da chuva. Ela pode ser uma lenda viva, mas ainda não tem moral pra mandar em São Pedro.
Enfim, pra fechar o post fica abaixo o vídeo que fiz no celular. É ela interagindo com o público clamando pelo fim da chuva e, depois, pegando a sugestão de alguém da platéia para ela cantar. Acabou sendo Express Yourself. Vejam:
PS: A festa pré-show capitaneada pelo famosíssimo DJ Paul Oakenfold (sim, o da trilha de Matrix) foi bem legal.









Não tenho nem o que falar, sabe? Tô meio boba até agora, melhor show da minha vida. E “Like a Prayer” me fez arrepiar de verdade.
Beijos
[Reply]
Eu morri de rir com a sua indecisão de ir nesse show ou não no twitter.
Esses shows “superproduzidos” acabam valendo a pena nem que seja só pela superprodução, hehe (o que eu não creio que seja o caso, Madonna é bacana). Se ela viesse em BH e se não custasse os olhos da cara eu certamente iria.
[Reply]
O show da Madonna foi a pura definição de espetáculo. Presença incrível de palco, dançarinos fabulosos e uma produção fenomenal.
E, sem dúvidas: Like a Prayer foi o auge do show…pulei e cantei feito louca, completamente arrepiada. Foda!
[Reply]
foi realmente MUITO foda!!!!
[Reply]
Parabens pelo seu site, colega! Nao gosto muito de fazer comentarios, mas o seu site esta muito bom mesmo! Continue com esse bom trabalho!
[Reply]