2/02 2009
Não é um simples casaco.

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Não pensaram nisso antes! Muito bom! : )

Criação do Sander Reijgers.
Dica do Zé Francisco, mas que veio do blog Be my head.

Apaixonada por tipografia, viagens, sorvete e chocolate. Nas horas vagas, ataca de mestre-cuca e é chamada de maluca, mas é tudo mentira.

2/02 2009
Magneto estava certo (parte 36)

Relembrando a explicação dessa seção:

Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.

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Via Bobagento.

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

1/02 2009
Uma Playlist Infinita e que não desafina

nick-norah

Desde que vi o trailer uns tempos atrás, queria ver Nick & Norah’s Infinite Playlist. Hoje finalmente consegui, e pude confirmar a impressão de que era mais um belo exemplar dessa categoria que vem surgindo no cinema recente: o filme indie simpático, que nos últimos anos nos brindou, por exemplo, com duas pequenas obras-primas que são Juno e, principalmente, Pequena Miss Sunshine.

Ainda sem nome ou previsão de chegada ao Brasil (aliás, não duvido nada que vá direto para DVD), esse filme não chega ao nível dos outros dois longas que eu citei, mas cumpre bem seu papel e deve deixar quem assistir com um sorriso no rosto.

No filme temos Nick (Michael Cera, de Superbad e Juno, mais uma vez interpretando a si mesmo e ainda assim fazendo disso uma das grandes vantagens do filme), um moleque prestes a ir pra faculdade, que toca em uma banda com dois amigos gays e que está deprimido depois de ter levado um pé na bunda da namorada e passa seu tempo fazendo CDs para ela. E Norah (Kat Dennings, de O Virgem de 40 Anos), colega de colégio da ex de Nick que geralmente pega esses CDs quando a garota os joga fora. Numa noite em que a banda favorita de todos eles vai fazer um show surpresa na cidade, eles se conhecem por acaso, quando Norah precisa que ele finja ser namorado dela por 5 minutos. É assim que “essa turma do barulho começa a aprontar altas confusões numa noite alucinante”.

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O grande mérito do filme está no carisma e na química dos dois protagonistas. Desde a primeira cena de cada um, a gente gosta deles, e desde que eles aparecem juntos, dá pra ver que a dinâmica dos dois realmente funciona.E eles são pessoas reais. Fazem escolhas erradas que qualquer um poderia fazer, falam coisas que qualquer um poderia falar. Nada é artificial, e por isso que é fácil da gente se identificar com os dois e torcer para eles pararem de tomar as decisões que estão atrasando suas vidas, impedindo que eles sigam em frente e sejam felizes.

norah

Além disso, vale ressaltar o bom trabalho dos coadjuvantes. Se por um lado os amigos gays de Nick parecem enxergar cedo demais em Norah uma forma dele esquecer Tris, a amizade deles passa uma sinceridade incrível e em nenhum momento apela para estereótipos (em dado momento do filme os personagens até vão a um bar gay, mas eles em si não ficam na caricatura). E Tris, a ex, consegue cumprir bem o papel de “vilã” da história. É tão fácil odiar a vaca quanto entender porque o Nick ficou tão obcecado por ela.

Não que o filme seja só elogios. O roteiro às vezes parece um tanto quanto confuso e perdido, e nunca realmente deslancha de vez. Isso sem falar nas péssimas e nojentas situações que envolvem um chiclete e que são desnecessárias e dispensáveis. E  num filme onde a música é tão predominante, como deixam no roteiro um personagem cometer o absurdo de dizer que “I Wanna Hold Your Hand” foi o primeiro single dos Beatles?  A cena é bacana e faz um link com o fim do filme, mas essa menção histórica errada pode e deve irritar quem conhece música. Até porque não falar nada disso não teria prejudicado em nada a cena. Mas isso foi detalhe… Quanto ao elenco, os únicos deslizes ficaram mais por conta de Caroline, a melhor amiga de Norah, que, embora provoque umas risadas, ficou meio exagerada.

caroline-norah

No fim das contas, o filme é bom. E é com a trilha sonora excelente e com cenas inspiradas (como a de uma relação sexual “vista” através de uma mesa de som ou do beijo na escada rolante) que o filme realmente ganha o espectador.

Resumindo: divertido, verdadeiro e, acima de tudo, simpático.

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Trailer oficial:

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

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