3/05 2009
A vez de Jamie Pugh

Eu nem ia postar isso essa semana, mas depois de praticamente um mês acompanhando os destaques de cada episódio do Britain’s Got Talent, virou meio que uma obrigação fazer esse update semanal. Até porque seria muito injusto para Jamie Pugh deixar a performance dele de fora.

Afinal, se a voz dele deixa a desejar perto das que vimos nas duas crianças e em Susan Boyle (que assim como ele cantou uma canção da peça Les Miserables), sem dúvida foi o que despejou mais emoção no palco.

Vejam esse momento realmente emocionante clicando na imagem abaixo:

jamie-pugh

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3/05 2009
Baú dos Covers: Borderline

Eu tive a idéia para essa nova seção do Vida Ordinária em grande parte graças ao Blip.fm. Isso porque fiquei impressionado como, a cada procura de música, achava um número maior de covers do que de versões do artista original.

Algumas músicas dá até pra entender, já que são relativamente antigas e consagradas. Mas como explicar casos como o de Womanizer (que eventualmente aparecerá nessa coluna), que mal saiu e já tinha uma série de regravações dos mais diferentes gêneros?

Enfim, independente de que época e da relevância da canção, se ela tiver um número grande de covers interessantes ou curiosos, vai entrar aqui.

E vamos começar logo de cara com um dos maiores (e primeiros) hits da rainha. Não, não estou falando de Ilariê, nem da Xuxa[bb]. É hora da gente conhecer as formas como Borderline, da Madonna[bb], foi revisitada.

Antes, nada melhor que conferir a original, uma canção pop típica dos anos 80, com um clipe digno de estampar verbete de enciclopédia sobre a década:

Se na versão original Madonna é uma menina carente e chorona,  Jody Watley faz com sua Borderline uma mulher mais sofrida e melancólica nessa versão R&B com um pé no Trip-hop:

Outra cantora que regravou sua (provável) ídola foi uma das queridinhas do momento: Duffy[bb]. No entando, a sua versão soul é meio estranha e pega malzão ela tendo que ler a letra. Pelo amor de Deus, é um clássico! Olha só:

Mas não são apenas as mulheres que regravam Madonna. Abaixo, você pode conferir a versão voz e teclado do Rob Thomas, vocalista do Matchbox 20:

Tem também uma versão ao vivo que o Counting Crows[bb] sempre toca. Mas infelizmente esse vídeo não está em boa qualidade. Mas dá pra sentir a pegada que eles deram pra música:

E pra fechar, a minha versão favorita. E é justamente a mais diferente de todas. Também pudera, não poderíamos esperar nada diferente das mentes criativas do Flaming Lips. Confiram e divirtam-se:


Se você lê pelos feeds, clique aqui para assistir.

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