4/05 2009
The Hunt For Gollum

huntforgollum

Eu não costumo ser muito fã de fan-films não (apesar de Batman Dead End ser uma das melhores coisas já feitas sobre o Morcegão). No entanto, acho que quando a parada é bem-feita, merece crédito pela dedicação.

É o caso desse The Hunt For Gollum, que estreou ontem na web, um fan-film sem fins lucrativos feito por cineastas amadores fãs de Tolkien.

A trama, escrita a partir principalmente dos Apêndices de O Senhor dos Anéis, se trata de uma passagem bem conhecida para quem leu o livro, mas que na trilogia do cinema acabou tendo que ser suprimida: a busca de Aragorn por Gollum, a pedido de Gandalf, para saber a verdade a respeito do anel de Bilbo.

No livro, isso teria acontecido em algum momento dos 17 anos entre a festa de Bilbo e o começo da jornada do Anel. No filme, como não há esse gap de tempo, não haveria razão pra sequer mencionar essa aventura paralela.

É claro que falta aos caras a verba (e o talento incrível) do Peter Jackson, e por isso em muitos momentos fica meio tosco.

Mas vale uma assistida, principalmente se você for fã da obra de Tolkien ou dos filmes de O Senhor dos Anéis. Pelo menos ele serve para segurar um pouco a ansiedade até O Hobbit no fim do ano que vem.

Para ver o filme na íntegra, em alta definição e com legendas em português, clique no pôster abaixo. Ele tem duração de cerca de 40 minutos.

hunt-for-gollum-poster

Site Oficial.

PS: Se a legenda não aparecer de primeira, é só ir no canto da tela, em Menu, e selecionar enable Subtitles pt

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4/05 2009
Profissão: Fanfarrão

Talvez você não associe diretamente o nome à pessoa quando eu falo em Remi Gaillard. Mas com certeza você já esbarrou em alguma das suas insanas produções no Youtube.

Esse francês tem como profissão fazer pegadinhas, travessuras e outras brincadeiras e publicar em vídeo.

E o cara é responsável por vários vídeos joselitos que se tornaram clássicos, como as versões live de Mario Kart e de Pac Man. Se você andou fazendo um retiro espiritual pela tundra groenlandesa nos últimos anos, veja ambos a seguir:

Outro vídeo que fez a fama do doido foi o que ele usou pra nos ensinar como roubar lanches pelo drive-thru do McDonalds. Como eu (e como certamente a maioria dos leitores do Vida Ordinária) não falo francês, confiram a versão legendada pelo pessoal do Xpock:

No aspecto surreal das brincadeiras dele, um dos meus favoritos é o Elevador Disco:

Sério, eu invejo muito essa mulher. Queria demais estar esperando o elevador e ver isso, seria hilário!

Já quem eu não invejo nem um pouco são as “vítimas” dele nesse vídeo. Em Urban Touchdown ele pega o que vê pela frente, principalmente se está na mão de alguém, para fazer a jogada mais conhecida do futebol americano:

Ainda no âmbito esportivo, ele fez parecido em Foot 2008. Só não sei se acredito totalmente nesse. Afinal, ou tem montagem muito bem feita aí ou o cara é um excepcional cobrador de falta:

Mas meu vídeo favorito dele (e que me motivou a preparar esse post sobre o cara) reúne um pouco de tudo. É ele parodiando um personagem clássido e ao mesmo tempo joselitando com pessoas inocentes na rua. Confiram então Remi Gaillard em Rocky:

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3/05 2009
A vez de Jamie Pugh

Eu nem ia postar isso essa semana, mas depois de praticamente um mês acompanhando os destaques de cada episódio do Britain’s Got Talent, virou meio que uma obrigação fazer esse update semanal. Até porque seria muito injusto para Jamie Pugh deixar a performance dele de fora.

Afinal, se a voz dele deixa a desejar perto das que vimos nas duas crianças e em Susan Boyle (que assim como ele cantou uma canção da peça Les Miserables), sem dúvida foi o que despejou mais emoção no palco.

Vejam esse momento realmente emocionante clicando na imagem abaixo:

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3/05 2009
Baú dos Covers: Borderline

Eu tive a idéia para essa nova seção do Vida Ordinária em grande parte graças ao Blip.fm. Isso porque fiquei impressionado como, a cada procura de música, achava um número maior de covers do que de versões do artista original.

Algumas músicas dá até pra entender, já que são relativamente antigas e consagradas. Mas como explicar casos como o de Womanizer (que eventualmente aparecerá nessa coluna), que mal saiu e já tinha uma série de regravações dos mais diferentes gêneros?

Enfim, independente de que época e da relevância da canção, se ela tiver um número grande de covers interessantes ou curiosos, vai entrar aqui.

E vamos começar logo de cara com um dos maiores (e primeiros) hits da rainha. Não, não estou falando de Ilariê, nem da Xuxa[bb]. É hora da gente conhecer as formas como Borderline, da Madonna[bb], foi revisitada.

Antes, nada melhor que conferir a original, uma canção pop típica dos anos 80, com um clipe digno de estampar verbete de enciclopédia sobre a década:

Se na versão original Madonna é uma menina carente e chorona,  Jody Watley faz com sua Borderline uma mulher mais sofrida e melancólica nessa versão R&B com um pé no Trip-hop:

Outra cantora que regravou sua (provável) ídola foi uma das queridinhas do momento: Duffy[bb]. No entando, a sua versão soul é meio estranha e pega malzão ela tendo que ler a letra. Pelo amor de Deus, é um clássico! Olha só:

Mas não são apenas as mulheres que regravam Madonna. Abaixo, você pode conferir a versão voz e teclado do Rob Thomas, vocalista do Matchbox 20:

Tem também uma versão ao vivo que o Counting Crows[bb] sempre toca. Mas infelizmente esse vídeo não está em boa qualidade. Mas dá pra sentir a pegada que eles deram pra música:

E pra fechar, a minha versão favorita. E é justamente a mais diferente de todas. Também pudera, não poderíamos esperar nada diferente das mentes criativas do Flaming Lips. Confiram e divirtam-se:


Se você lê pelos feeds, clique aqui para assistir.

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2/05 2009
Em tempos de Gripe Suína…

…tem gente que tá tranquilaça.

Screening Vince Vaughn's Wild West Comedy Show NY
- Eu sou um Mac
e eu não pego vírus.

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2/05 2009
Hey Big Jude

Mais uma ação sensacional da T-Mobile, em cima do conceito “Life’s for sharing”. Dessa vez, eles convocaram milhares de pessoas pra participar de um evento na Trafalgar Square, mas não disseram exatamente o que era. O resultado, você vê aqui embaixo.

Via B#9.

Especialista em achar bizarrices na internet, rir da desgraça alheia e falar mal de tudo. Resumindo: o capeta em forma de guri.

1/05 2009
Parallelostory

Linda animação.

Vi no Chongas.

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1/05 2009
Comédia Bromântica

O título desse post acabou soando estranho, mas eu explico. É que acabei de ver “Eu te amo, cara” (I Love You, Man no original), e se eu tivesse que definir o gênero dele, provavelmente seria esse.

Afinal, ele tem todos os ingredientes de uma comédia romântica, mas não trata de uma relação amorosa, e sim de uma amizade entre dois caras (dois manos, “Bros” em inglês, daí a expressão “Bromance”).

E se a premissa já é mais promissora que a de outros filmes do gênero, no fim ele acaba não emplacando de vez e termina sendo apenas ok.

É legalzinho, mas nada mais.

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Na trama, Peter (Paul Rudd, mais famoso por papéis secundários em Friends e em filmes do Judd Apatow) pede sua namorada em casamento (Rashida Jones, de The Office), que aceita e logo sai contando a novidade para as melhores amigas. Enquanto isso, Peter não tem ninguém pra contar, e logo essa falta de amigos fica evidente. As grandes amizades de Peter são mulheres: sua mãe e as colegas de trabalho.

Vendo que isso pode prejudicar sua relação com a noiva e lembrando que precisa de um padrinho para o casamento, parte numa cruzada para arrumar um amigo homem, não tendo muito sucesso. Um é uma figura maluca, um  é um velhinho que ele conhece por um site de amizades, outro é um gay que o beija e outro, marido da melhor amiga de sua noiva, é um cretino (muito bem interpretado nessa ponta pelo Jon Favreau). Enfim, o filme por sorte não perde muito tempo nisso, já que nunca consegue ser tão engraçado quanto poderia ou pretendia.

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É justamente quando ele desiste da procura que conhece o bizarro Sidney (Jason Segel, de Freaks & Geeks e How I Met Your Mother), com quem tem uma empatia quase imediata, apesar da personalidade tão diferente dos dois. Mas as carências de cada um quanto à questão da amizade, assim como o fanatismo pelo Rush[bb], acabam tornando os dois unha e carne.

E o ponto alto do filme é justamente a atuação de Segel, que consegue fazer de Sidney uma figuraça sem se tornar uma caricatura. Ele é diferente e peculiar, sem deixar de ser um cara humano. É apenas meio sem-noção. E isso consegue tornar seu personagem e a amizade com Peter muito mais verossímil. Rashida Jones e Paul Rudd também estão ok, especialmente esse segundo nos momentos em que tenta soar cool, mas ainda assim ficam um degrau abaixo do Segel. JK Simmons nas suas poucas cenas está hilário e perfeito, mas isso já é o normal dele.

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Mas claro, uma relação tão nova e diferente para Peter acaba abalando seu convívio com a noiva. Da mesma forma que a personalidade “louca” de Sidney acabaria entrando em colapso com a sua em algum momento.

Só que, como eu já disse, tem todos os ingredientes de uma comédia romântica clássica. Inclusive os clichês e o final feliz, seja para o casal romântico como para o casal “bromântico”.

E é justamente por isso que o filme acaba não deslanchando, apesar de momenos inspirados, como a briga com Lou Ferrigno (o próprio, o Hulk do seriado) e a “caminhada dos padrinhos”.

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Vale a assistida, mas espere sair em DVD que vale mais a pena.

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