Quem diria que poucos anos depois de estrelar o filme indie mais cuti do universo, Abigail Breslin estaria em um filme de zumbis?
Ou melhor, em um filme de zumbis que parece que vai ser FODA, hilário e divertido como filmes de motos-vivos devem ser, estrelado pelo Woody Harrelson e com o Bill Murray no papel de um zumbi: Zombieland.
O trailer abaixo já é mais divertido que a maioria dos filmes que sai hoje em dia:
Desesperados sim, porque chegou concorrência forte no pedaço.
Vivemos tempos de Danilo Gentili, Marcelo Adnet, Oscar Filho, Fernando Caruso, Rafinha Bastos, Marco Luque.
Sem dúvida a geração tão interessante no stand-up comedy brasileiro. Ou pelo menos a que conseguiu mais destaque na mídia.
Só que agora o mestre Sérgio Mallandro resolveu entrar na parada, e ele não precisa pensar em piadas e atos pra ser hilário. Basta contar seus “causos”:
Outro dia postei aqui um vídeo bem bacana de um coral infantil cantando Don’t Stop Believing, do Journey. E graças a um link do comentário do Gustavo naquele post, pude conhecer mais dessas crianças, que formam o PS22 Chorus, um coral que faz versões de hits do Rock e do Pop.
Os vídeos deles são tão bons e estão fazendo tanto sucesso na Internet, que eles já apareceram na TV aberta americana, na CNN e já até receberam telefonema do Secretário de Educação dos EUA.
Vejam só alguns dos vídeos desse pessoal que com pouca idade já manda MUITO bem (méritos também para o professor/maestro):
Não tem erro. Se tem um lugar que é perfeito para achar as figuras mais bizarras e exóticas desse nosso Brasilzão, é o Papel Pop. Sempre que entro lá é garantia de risadas.
Primeiro foi Valmir e Josy. Em seguida Stefhany.
E depois dos dançarinos e cantores, já era hora deles revelarem os novos ícones da tosquice brasileira no cinema também, né?
É o caso dessa dupla, um moleque Dadinho-é-o-car**** wannabe e um sujeito nu (POR QUE???!!!), encarnando essa nova obra-prima do cinema nacional: Leona, a assassina vingativa.
Impagável:
“Você quer sua fitinha? Vai buscar, aleijada! Aleijada hipócrita!”
Antológico.
Nessas horas a gente tem que repensar aquela expressão “maldita inclusão digital”. Bendita ela seja, por nos proporcionar tantas risadas, mesmo que a gente esteja rindo dessas pessoas, e não com elas.