As músicas ainda têm a marca do grupo – os tradicionais riffs repetitivos-porém-viciantes estão em toda parte, e nesse sentido “Dangerous Animals” e “Potion Approaching” são ouro -, mas ao mesmo tempo estão num humor menos espalhafatoso e mais centrado. Alex Turner deixou a alma de adolescente fluorescente e não precisa mais levantar muito a voz pra levantar o público junto. Ele está mais tranqüilo e maduro agora. Ainda não consigo imaginar Humbug tocando nas Matrizes e Fosfoboxes da vida. E quando a bateria inesperadamente fica propulsiva no finalzinho do álbum, em “Pretty Visitors”, o resultado soa quase como uma obrigação pra com os fãs clássicos. No grande esquema, no entanto, é bom saber que os Monkeys não se deixam seduzir pelo sucesso e poder e optam pelo indispensável ao seu objetivo.
Há uns meses atrás mostrei aqui um clipe legal feito por fãs que misturava a música Lisztomania, do último álbum do Phoenix, com cenas de filmes clássicos dos anos 80.
E agora vi no URBe a versão semi-acústica que a banda fez dessa música para uma rádio. Ficou bem legal:
Aproveita pra dar um pulinho lá e ver também as versões de 1901 e Playground Love.
Alexandre Esposito Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.
É bem conhecida na internet uma série de fotos mostrando uns trabalhos impressionantes feitos a partir de recortes em uma única folha de papel.
A arte de Yuken Teruya segue a mesma linha, mas a eleva a um outro nível, fazendo formas ainda mais complexas a partir de papel e papelão de caixas e até mesmo de rolos de papel higiênico. BEM foda:
Alexandre Esposito Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.