30/07
2009
Alex Turner parou de gritar

Olha só, Humbug, o novo álbum do Arctic Monkeys, é, como disse o produtor James Ford, surpreendente. Mas ainda não é o disco em que a banda fica esquisita, cresce e segue em frente.
As músicas ainda têm a marca do grupo – os tradicionais riffs repetitivos-porém-viciantes estão em toda parte, e nesse sentido “Dangerous Animals” e “Potion Approaching” são ouro -, mas ao mesmo tempo estão num humor menos espalhafatoso e mais centrado. Alex Turner deixou a alma de adolescente fluorescente e não precisa mais levantar muito a voz pra levantar o público junto. Ele está mais tranqüilo e maduro agora. Ainda não consigo imaginar Humbug tocando nas Matrizes e Fosfoboxes da vida. E quando a bateria inesperadamente fica propulsiva no finalzinho do álbum, em “Pretty Visitors”, o resultado soa quase como uma obrigação pra com os fãs clássicos. No grande esquema, no entanto, é bom saber que os Monkeys não se deixam seduzir pelo sucesso e poder e optam pelo indispensável ao seu objetivo.









Comecei a ler pensando que o texto era do Xandao…mas qd li “Ainda não consigo imaginar Humbug tocando nas Matrizes e Fosfoboxes da vida.” que fui ver que nao era…ahahahahah…
Xandao e seu odio por boates…
baixando o cd \o/
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Eu não odeio boates, apenas boates absurdamente lotadas.
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Ah, e dá pra imaginar Crying Ligthning numa Matriz sim. No começo da festa, cedo… mas dá.
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arctic monkeys ainda bem q tem
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