16/07 2009
Todo mundo cantando junto!

Hotopeperpipapepapi Pepapepapipapepopi
Hotopeperpipapepapi Pepapepapipapepopi
Hotopeperpipapepapi Pepapepapipapepopi


É contagiante! Vamos lá!

Vi no Chongas.

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

16/07 2009
“Eba!!!”

Melhor relação manchete/foto dos últimos tempos.

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Jorginho criança feliz.

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16/07 2009
Pedofilia na Terra-Média

E por falar na matéria do CQC contra a pedofilia, me lembrei de um texto humorístico que escrevi no longínquo ano de 2003.

Publicado originalmente na Lothlórien, em um coluna que eu tinha lá na época, ele apontava traços pedófilos em personagens da obra de Tolkien, e fez um relativo sucesso em fóruns e listas de discussão.

Segue a reprodução dele abaixo, com uns leves ajustes estilísticos (estranho seria se eu estivesse hoje satisfeito com um texto de 6 anos atrás, né?). E vale lembrar que o filho de Tolkien citado no texto faleceu na mesma época.

Só que como foi escrito pra um meio específico, só quem é bem familiarizado com a obra vai poder aproveitar. Se você não é, nem se preocupe em ler. Dica de amigo.

Pedofilia na Terra-Média

Não duvido que muitos de vocês tenham estranhado o título desse texto, já que aparentemente ele não tem nada a ver com uma coluna dedicada às obras de Tolkien e à Comunidade Tolkieniana. Pois bem. Frisemos na minha primeira frase a palavra “aparentemente”.

Não há dúvidas, pelo menos para os que, como eu, possuem a mente suja (ou seja, 90% da população mundial), que a obra de Tolkien é infestada de insinuações pedofílicas. A prova cabal disso é que o próprio filho dele, John, que é padre (!!!), sofre um processo onde foi acusado de pedofilia. Safadinho ele, não? Mas ele só foi uma pobre vítima dessa literatura tendenciosa que tem como objetivo formar uma horda de amantes de criancinhas.

Vamos aos fatos: Gandalf. O maior exemplo de sabedoria e poder nos livros de Tolkien. Mas na verdade, um velho safado, que adorava fumar unzinho (ninguém me engana dizendo que a erva do Condado era tabaco; se Tolkien fosse vivo, ao invés de Blind Guardian[bb] a banda que homenagearia ele seria o Planet Hemp) e depois viver cercado de baixinhos. Afinal, por qual outro motivo ele ia ser tão “amigo” dos hobbits? Viram? Gandalf não passava de um tarado: o cajado numa mão e um hobbit na outra, sempre dizendo ao Frodo o que fazer com o anel dele.

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Ganfalf tiozão pedera

Num foco mais centrado temos Bilbo, que apesar de se encaixar no papel de vítima perante Gandalf, também aprontou das suas. Bilbo é o típico “tiozão”. Aquele sujeito da família que é o que bebe mais, o mais brincalhão, e obviamente, o que possui mais podres. Tanto que, quando o sobrinhozinho (ou primo, tanto faz) novinho, delicadinho e fresquinho ficou órfão, quem foi o parente que prontamente se ofereceu, todo bonzinho e simpático, pra ficar com a guarda do jovem e desprotegido Frodo? Bilbo, é claro! Agora imaginem os anos. Frodo crescendo, aprendendo, se tornando experiente, tudo ao lado de Bilbo, famoso por gostar de colocar o dedo no Anel. Não preciso discursar sobre as preferências de Frodo (que Peter Jackson ressaltou nos filmes) pra provar que ali havia mais do que os hobbits sabiam.

Isso pra não falar na Arwen. Elfa de quase 3000 anos, taradona, se oferecendo pra Aragorn, um ninfetinho de oitenta e poucos anos… querendo abrir mão da “imortalidade” dela. Imortalidade, sei. Esse tipo de imortalidade é conhecido em alguns lugares como “flor”, “rosa”, ou até mesmo “pureza”. Tudo desculpa esfarrapada. Arwen poderia ter dado a “imortalidade” dela muito antes. Pelo menos é dito que ela tinha a beleza de Lúthien. Não creio que com tamanha beleza ela fosse ficar encalhada tanto tempo. A não ser que o conceito de beleza de Tolkien fosse muito deturpado, o que por sinal eu não duvido, já que ele chamava sua esposa carinhosamente de Lúthien. Se pra ele aquilo era Lúthien, tenho pena do Beren. E isso me faz lembrar de algo. Provavelmente Lúthien era outra pedófila. Essas elfas safadas… Tudo herança genética daquela anciã chamada Melian, uma Maia que começou essa baderna toda quando atacou aquele rapaz, ainda um moleque, que era Thingol. Mas ela pelo menos foi mais esperta que a Arwen. Se tornou rainha, teve filha e o escambau, mas não precisou dar a “imortalidade”. Primeira pedófila e primeira mulher exploradora. Infelizmente, a primeira de milhões.

Depois de tantas provas, como culpar John por ser pedófilo? Ele apenas assimilou as lições subliminares que seu pai deu nas suas obras. Obras que também amamos.

Portanto, não duvide se em alguns anos você que está lendo isso começar a ter fixação por criancinhas. Você é apenas mais uma pessoa que quer ter a sabedoria e experiências do bom velhinho barbudo e maconheiro (essa definição serve tanto pra Tolkien quanto pra Gandalf).

Ou simplesmente é algum doente pedófilo e que levou esse texto a sério, e que quando exercer suas perversões vai usar o coitado do Tolkien como desculpa.

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16/07 2009
CQC contra a Pedofilia

Para quem não viu, segunda foi ao ar uma das melhores matérias da história do CQC.

Uma atriz fingindo ter 15 anos entrava em chats públicos e dava corda para aliciadores de menores e pedófilos. Ao seu lado? Danilo Gentili.

Sensacional matéria, tanto pelo humor quanto pela denúncia:

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16/07 2009
Ô boca…

Juca Kfouri, no dia 23 de maio do ano passado, fez o seguinte post em seu blog:

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Resultado: o Fluminense até passou pelo Boca, mas perdeu a final da Libertadores para a LDU; o Flamengo, que na época liderava com folga o Brasileiro, nem pra Libertadores conseguiu vaga; Botafogo caiu pro Corinthians na semifinal da Copa do Brasil; e o Vasco caiu para o Sport na outra semifinal e no Brasileirão caiu de divisão.

Que furo, hein, Kfouri?

Agora vejam o post dele do último dia 13 de julho:

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O Cruzeiro já foi… e agora os torcedores do Galo devem estar desesperados.

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PS: Quem topa uma campanha #SaoPauloCapitalDoFutebol pro Juca aderir?

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16/07 2009
Não precisava de magia, só de competência

É com muita surpresa que, depois de 8 anos e 6 filmes, chego de um filme de Harry Potter e minha conclusão final sobre ele é boa. Muito boa até.

O que mostra que bastava boa vontade e competência para fazer um filme interessante (mesmo que longe de ser ótimo), e não uma colcha de retalhos meia-boca.

Se os três primeiros filmes são ruins e os dois seguintes razoáveis, Harry Potter e o Enigma do Príncipe funciona porque conseguiu se apoiar nos 3 elementos em que esses seus predecessores mais pecaram no passado: direção, atuações e roteiro.

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Então, Mione, já leu esse aqui? Se chama Livros de Magia
e tem um camarada chamado Tim Hunter que é mó legal.

Não que o roteiro seja lá muito bom, mas pelo menos ele não atrapalha. E em relação aos 5 primeiros filmes, isso já é lucro.

A direção é boa porque dá ritmo ao filme. O timing do David Yates está perfeito e a escolha de planos é a mais bem sucedida da saga (Cuáron até tentou ousar em Prisioneiro de Azkaban, mas errou a mão ao tentar ser autoral demais numa trama que já estava bem adiantada). Tem uma cena em que ele foi magistral: um travelling por fora do castelo, partindo de um Harry e uma Hermione desolados, passando por um Rony na pegação em uma janela e terminando no Draco, reflexivo e depressivo na torre.

E já que mencionei o Draco, vamos falar logo das atuações. Esse personagem, sub-aproveitado nos filmes anteriores (e com razão, por não estar no foco das tramas principais), finalmente esteve sob o holofote. Draco é um personagem trágico, cercado por rancor, ódio, medo e dúvida, e seu intérprete, Tom Felton, não decepciona ao transmitir toda essa turbulência de sentimentos.

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Olha o tamanho da minha vara, Harry.
É maior que a sua.

Outro que manda bem nesse filme, quem diria!, é Daniel Radcliffe, o Harry, provavelmente o PIOR ator dos outros filmes. Ele (e os outros jovens do elenco) parecem verdadeiramente adolescentes reais. E pelo jeito ele aprendeu a fazer expressões faciais e ter timing de humor. Aliás, o humor de O Enigma do Príncipe está afinadíssimo, sendo parte do longa inteiro, mas sem interferir nas cenas dramáticas.

Emma Watson está mais linda do que nunca e má atriz como sempre. Ela já até esteve pior nos outros filmes, mas a cena de choro dela é tão ruim que me causou vergonha alheia. Mas como ela é linda e já disse que não quer mais ser atriz, tá perdoada. Rupert Grint continua com a sua única cara: a de bunda. Mas não compromete e provoca alguns risos (embora nem tanto quanto sua namorada Lilá ou a Luna, que no pouco que aparece rouba as cenas).

Sobre o elenco adulto, estão todos corretos, como de costume. Alan Rickman inclusive melhora seu Snape, que já era uma das melhores coisas da série.Até mesmo Michael Gambon foi muito bem, e olha que eu detesto o cara. Tudo bem que não é fácil substituir Richard Harris, mas ele não precisava ter transformado o Dumbledore em um velho mendigo esquizofrênico, que berra e dá ataques por qualquer coisa e parece que precisa de fralda geriátrica.

Saber o destino do Dumbledore foi o que mais me atraiu pra ver esse filme, já que significaria não aturar mais o Michael Gambon. Mas ele soube, enfim, trazer a dignidade que o personagem merece.

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E pra fechar, o melhor ator do elenco, Jim Broadbent. Seu Horace Slughorn é perfeito, quiçá melhor que o do livro. Pelo menos, mais humano que o do livro. Um personagem que com o olhar e maneirismos simples conseguia passar tudo o que era. Toda a fragilidade, todo arrependimento, enfim… todas as motivações dele.

Ah, e quase ia me esquecendo: como é bom ver a Helena Bonham Carter como Bellatrix de novo. A melhor vilã dos livros tem uma intérprete à altura, e ela está claramente solta e se divertindo no papel.

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Sobre o roteiro? Bem, os puristas sempre reclamam do que foi cortado, mas foda-se, cinema é outra mídia, e tem que ser ajustado.

Seria legal ver mais flashbacks do Voldemort? Com certeza, foram as melhores coisas do livro (que por sinal, é o melhor dos 7), mas não caberiam no filme sem que se cortasse muito do que foi mostrado do dia-a-dia de Hogwarts e da dinâmica de Harry com seus amigos e colegas.

E se isso parece ser trivial, não é MESMO: é essa vida que representa a motivação principal do protagonista. É por isso que ele luta.

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Voldemort ninfeto e Dumbledore tiozão.

E claro, o final é meio anti-climático. Mas depois de tantos acertos, não dava pra esperar que o David Yates se tornasse de uma hora pra outra um Irvin Kershner e conseguisse fazer um final Puta que pariu, fudeu tudo, mas pô, vamos virar essa porra e chutar uns traseiros como o de O Império Contra-Ataca.

Mas é muito bom. E pela primeira vez um filme da série vale o ingresso.

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15/07 2009
Reboque

Tá engarrafamento no túnel?

Nada que um caminhão desgovernado não resolva:

Via Pilândia.

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15/07 2009
Depois reclamam das piadas de portugueses

Nenhum português vai ter moral de reclamar das piadas sobre eles depois de Anabela:

Dica do Marcelo.

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