A gente tá cansado de ouvir sobre como a TV influenciou e influencia até hoje a cultura e nosso modo de viver, de uma forma que só recentemente a Internet começou a se equiparar.
Tipo se eu fizer uma piada relacionada a twitter na rua. Algumas pessoas até vão entender. Mas se eu falar “Hare Baba!”, todo mundo vai sacar a referência na hora.
Pois bem, não é à toa que os grandes momentos da TV até hoje são lembrados, como os Beatles no Ed Sullivan Show.
Só que existem pérolas dos primórdios da televisão que não são tão presentes na memória da gente, e uma delas é esse programa americano sobre o qual só descobri a existência ontem, vendo esse post no Update or Die: é o “What’s My Line?”
Se trata de um game show tradicional, exibido entre 1950 e 1967, onde os participantes (entre eles famosos da época – e até gente que é ícone até hoje, como Jerry Lewis) devem adivinhar o ramo de trabalho do convidado (ou às vezes simplesmente quem ele é).
Formato básico, certo? Mas o que torna os vídeos do “What’s My Line?” imperdíveis são os convidados dele. Estamos falando simplesmente de gente como Walt Disney, Elizabeth Taylor, Ava Gardner, Alfred Hitchcock, Barbra Streisand, Salvador Dali, entre outros. Enfim, praticamente toda celebridade de primeira grandeza do mundo nos anos 50 e 60 estiveram lá. Teve até o Pato Donald (ok, na verdade seu dublador, mas vale)!
E o melhor é que a dinâmica é ótima, e é divertidíssimo de assistir, já que a maioria dos convidados é fanfarrona e fica fazendo vozes diferentes. Tipo, Hitchcock fazendo piada é algo único de se ver!
E procurando no Youtube vocês conseguem encontrar, literalmente, outras dezenas de vídeos. Eu ainda não tive tempo de ver nem um décimo, mas até agora tem valido MUITO a pena conferir cada um.
Pra fechar, fica aí um vídeo com uma compilação de alguns dos momentos mais engraçados do programa:
OK, isso estava em tudo quanto é lugar hoje, e o número de pessoas que me mandou esse link via twitter deve ser equivalente ao número de seguidores que a Twitess conseguiu via script.
Mas é tão, mas tão engraçado, que é impossível não registrar também aqui.
Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.
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O cara pode até culpar a bebida por algumas merdas que faz. Mas essa é tão grande que só 50% podem ser atribuídos ao álcool. O resto vai por conta da imbecilidade dele mesmo: