E que talessa “experiência” que o greenshines fez, juntando as belezas de algumas das atrizes mais lindas de Hollywood?
O resultado dessa mistura de Angelina Jolie, Anne Hathaway, Charlize Theron, Elisha Cuthbert, Hillary Duff, Jennifer Love Hewitt, Jessica Alba, Jessica Biel, Keira Knightley, Kate Bosworth, Kristin Kreuk, Mandy Moore, Megan Fox, Monica Belluci, Natalie Portman e Scarlet Johansson deu supostamente a mulher mais linda do mundo.
Vejam abaixo e digam se concordam ou não:
Clique na imagem para ver em alta resolução.
Eu ficaria feliz se me dessem só a Anne Hathaway do jeito que ela já é.
Dá calmante pra vovó voar de avião mesmo pra ver o que acontece. Se o cara do lado dela é o neto, ele é um gênio…pq ela tá lá tacando o terror no avião e ele dormindo!
35 hits. Sucessos que a maioria das pessoas conhece e sabe cantar. E que mesmo assim são ótimas músicas. 35 artistas diferentes, afinal a diversidade merece ser celebrada também.
E por que 35? Porque foi impossível fechar em 20, e depois impossível fechar em 30.
Vamos lá, pras músicas mais marcantes dos anos 00:
A década começou com o grito otimista de uma das maiores e mais influentes bandas ainda na ativa. O U2 dos anos 2000 pode não se comparar ao dos anos 80, mas supera e muito o dos anos 90.
De líder de boy band irritante para um dos artistas pop com trabalho mais consistente. E essa parceria com o Timbaland é o ponto alto dessa fase mais madura – e melhor – do ex-peguete da Britney.
Keane é a banda que queria ser U2, mas nunca teve attitude pra isso. No entanto, conseguiram algumas poucas grandes canções, e Everybody’s Changing é a melhor delas. Fez menos sucesso na época que Somewhere Only We Know, mas esse hino ao amadurecimento acabou se sustentando por mais tempo.
Em toda pista de dança nas nights/baladas/whatever de playbas isso bombou. Trilha sonora clássica pros bombados tomarem whisky com Red Bull e chegarem nas patricinhas.
Ainda no mesmo espírito de Yeah, mas ainda mais eficaz para deixar as patricinhas em ponto de bala. Um dos grandes hits do rebolation nas nights de playba.
O que mais dela poderia ter entrado: I’m Like a Bird, da fase menininha pré-devassa dela.
O projeto alternativo do Damon Albarn não é tão legal quanto o Blur, mas ajudou a dar um pontapé inicial nas mudanças sonoras que essa década trouxe. E é chiclete pra caramba.
Kanye West é um escroto egocêntrico, mas ajuda muito bem a tornar essa música da Estelle uma das mais legais da década. E com justiça, uma das mais tocadas também.
O que mais dela poderia ter entrado: Da Estelle nada. Do Kanye, talvez Gold Digger e Heartless.
Numa lista de melhores, essa música estaria melhor colocada. Mas convenhamos Radiohead continua longe de mainstream, e a melhor canção da banda na década não marcou tanto quanto Creep, Karma Police e outras dos anos 90. Mas não pode ficar de fora.
O Jet é uma banda esquecível, mas o seu grande hit é energético e bem divertido. Qualquer um que frequente nights/baladas de rock não se cansou (e ainda não cansa) de ouvir.
23 – I Believe In a Thing Called Love (The Darkness)
A banda farofa mais surreal, absurda e bizarra dos últimos tempos pode não ter tido vida (ou fama) longa. Mas I Believe In A Thing Called Love divertiu boa parte da última década.
Eu acho irritante, mas a música que alavancou o sucesso das Pussycat Dolls foi febre no mundo todo e por uns 2 anos era impossível ir em alguma festa ou night que não tocasse isso.
Katy Perry parecia ser a grande novidade do pop, até que surgiu a Lady Gaga. Mas ainda assim, a gostosíssima cantora tem muita coisa boa no repertório, em especial esse seu sonho lésbico com Scarlett Johansson que rendeu uma das melhores músicas pop dos últimos anos.
O Coldplay é provavelmente a banda revelada nos anos 00 que tenha atingido o maior sucesso e relevância. E tudo começou com essa baladinha chiclete que já virou hino para cantores de barzinho com levada rock.
A banda mais alegre (em todos os sentidos, inclusive no duplo sentido) da década lançou vários mini-sucessos pra lá de dançantes. Mas a música mais conhecida e animada deles acabou rodando o mundo e se tornou indispensável para o uma boa festa.
Seja na versão pop rock normal ou em milhões de remixes que essa música ganhou, ela foi onipresente em rádios, pistas, raves e sei lá, até em padarias. Open Your Eyes tocou, e muito, em tudo quanto foi lugar. Menos mal que é uma ótima música.
O que mais deles poderia ter entrado: Chasing Cars, uma das melhores músicas românticas da década.
Crazy in Love fez a Beyoncé exploder em carreira solo, e até é melhor. Mas depois da coreografia mais imitada da década, tem como não escolher Single Ladies como uma das músicas mais marcantes desses tempos? Impossível.
De nome você pode estar achando estranho e dizer “essa música não é marcante porra nenhuma”! Mas espera só começar a introdução e os assobiozinhos dela. Deve ter sido a música mais usada em trilhas sonoras de filmes cool e moderninhos.
Madonna se reinventa e fica mais dançante do que nunca. Eu particularmente acho essa música um porre, mas nem sou louco de falar isso perto de gays. É capaz deles até virarem machos e partirem em bando só pra me encher de porrada. E Music marcou pra caramba mesmo.
Ao contrário da galera que surgiu em sua época, Britney não foi só um sucessozinho pop passageiro. E mesmo entre crises, surtos e outras coisas, ela conseguiu se firmar com uma carreira bastante consistente. Que teve como ápice esse hit que dominou as rádios e pistas por MUITO tempo.
9 – I Bet You Look Good On The Dancefloor (Arctic Monkeys)
Os adolescentes fluorescentes da Inglaterra chegaram fazendo estardalhaço com seu rock cru, sujo e muito competente. E talvez tenham a chance de ser a banda que o Libertines prometia ser antes de Pete Doherty cagar tudo com seus vícios. Mas de todo o barulho que os moleques fizeram, nenhum ficou tão grudado nas nossas cabeças (e nas festas de rock) como I Bet You Look Good On The Dancefloor.
O refrão é meio cretino? É. A letra é grudenta, chiclete ao extremo? É. Mas duvido que você não cante junto toda vez que toque (e olha que essa tocou muito, demais, absurdamente). Desde 2006, 73% das vezes que alguém fala uma palavra terminada em “ela” emenda com um “ela-ela-ela ê ê ê ê”. E a batida é bem boa.
Nunca o rock coube tão bem numa pista de dança como com o Franz Ferdinand. E uma das grandes revelações da década (e posteriormente uma das grandes confirmações dela) é recheada de hits que caberiam muito bem nessa lista. Mas nenhum deles tão marcante quanto Take Me Out, que começa indo por um caminho e no meio vira para outro totalmente diferente. E fica impossível decidir qual dos dois é mais legal.
Pros fãs de eletrônico, não podia faltar o maior sucesso da dupla francesa. E é difícil achar alguém no mundo que não tenha ouvido bastante essa música ao longo da década de 00, mesmo que contra a vontade. Onipresença nas pistas e em várias trilhas sonoras. E o clipe é bem legal (não o filme todo, que é chato).
Algumas músicas que passaram por essa lista eu chamei de onipresentes. Alguém que também é digno desse adjetivo é Jack White, que precisa de férias (e de um banho de sol, é muito branquinho o coitado). O cara não pára de criar bandas e projetos novos, e a maioria é ótimo (principalmente The Raconteurs). E nesse tempo ele ainda fez na sua banda principal, o White Stripes, um dos hinos da década, que virou até gritos de torcida de futebol e fórmula 1. Além de contar com uma dos melhores introduções da história.
Ela chegou como um furacão e do nada virou uma das cantoras mais elogiadas, respeitadas e faladas do mundo. Tudo bem, parte dessa última afirmação teve mais a ver com seus escândalos e vícios. Mas a verdade é que Amy Winehouse conseguiu ser a intérprete mais moderna e cool da década bebendo de uma fonte bem retro e reinventando o soul. E não tem música que expresse melhor o espírito Amy Winehouse de ser do que essa música que já nasceu um clássico e que, podem ter certeza, vai continuar bem conhecida daqui a 30, 40, 50 anos…
Quando eles apareceram, alguns chamaram de “a salvação do rock”. Bobagem, o rock não precisa ser salvo. Quem precisam ser salvas são as pessoas que ouvem o rock ruim de bandas merdas como Simple Plan, NXZero e outros cocôs. Mas o Strokes é sem dúvida a melhor banda da década, com um rock simples à moda antiga, mas ainda assim moderno. Foram 3 álbuns sensacionais, e logo no primeiro eles me mandam essa obra-prima que até hoje parece hit recém-lançado.
Conheço muita gente que vai torcer o nariz pra metade dessas 29 músicas que já passaram por aqui. Conheço outros tantos que vão torcer o nariz pra outra metade. E até quem vai odiar tudo e me xingar sem piedade. Mas olha, nesses anos todos desde que Hey Ya foi lançada (acho que em 2004), nunca vi quem não gostasse dessa verdadeira mistura de ritmos e influências que o Outkast preparou com maestria. Uma quase unanimidade (e esse quase é só pra fugir da frase do grande Nelson Rodrigues). É hip-hop? R&B? Pop rock? Tanto faz o que é, foda-se, o negócio é curtir e balançar como uma foto Polaroid.
- – -
Não é por nada não, até porque eu gostei da música nos anos 00 e me irrito com a onda de saudosismo que uma galera tem de achar que tudo do passado é sempre muito melhor. Mas se a gente comparar essa lista com alguma dos anos 90 (que logo de cara seria encabeçada por músicas como Smells Like Teen Spirit, Wonderwall e Losing My Religion), bate uma tristeza…
De qualquer forma, assim termina a última retrospectiva do Vida Ordinária. Espero que tenham curtido essa viagem por 2009 e depois pelos anos 00, concordando ou discordando das listas.
Agora é hora de parar de falar de passado e se preparar para o presente e o futuro. Afinal, esse é o mês de aniversário do Vida Ordinária, e a gente vai comemorar esses 2 anos do blog com muitas novidades e surpresas. É só aguardar!