4/02 2010
Vomitando purpurina

A cantora da modinha atual é a tal da Ke$ha, uma espécie de Lady Gaga[bb] com hábitos de Amy Winehouse[bb], mas sem o talento de nenhuma das duas.

Só que seu sucesso maior, Tik Tok, é até legalzinho.

Mas melhor ainda é a paródia que esse pessoal fez, esculhambando a pose da cantora:

Genial! HAHAHAHA!

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

4/02 2010
#Gênio

http://vidaordinaria.files.wordpress.com/2010/02/genio.jpg

Traduzi daqui.

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

4/02 2010
As 20 Melhores Músicas Ruins de Todos os Tempos

Poucos meses atrás fiz aqui uma lista das 20 Melhores Músicas Ruins Brasileiras. São aquelas canções que a gente sabe que não são booooas, mas que é impossível não conhecer e não saber cantar (e/ou dançar) de cor.

São aquelas músicas que amamos odiar. As merdas sem as quais nossa vida seria bem mais sem graça.

20 – All That She Wants (Ace of Base)

Antes do eletrônico ganhar a adesão em massa ao redor do mundo e ser subdividido em techno, trance, house e o caralho a quatro, houve um tempo em que o que não se enquadrava em nenhum gênero tradicional (como pop, R&B, etc) era chamado de Dance Music.

Uma época que rendia muitas coisas bizarras. E uma delas era o Ace of Base. Com uma introduçãozinha sampleada tosca esse grupo escandinavo embalou todas as festinhas da primeira metade dos anos 90.

Quem não dançava ao som da chiclete All That She Wants, pouco antes da festa entrar na bagaçeira do axé (que na época era representado unicamente pelas mesmas 3 músicas: Prefixo de Verão, Avisa Lá e Baianidade Nagô)?

19 – I’ll Be There For You (Bon Jovi)

Ok, vou confessar: já ouvi um bocado de Bon Jovi nesses meus 26 anos de vida. Ouso dizer até que gosto muito da banda. Mas uma coisa não dá pra negar: eles são bregas pra caramba.

E o auge dessa breguice é a balada I’ll Be There For You. Imaginem todas as cantadas piegas, cafonas e melosas que você já ouviu (e ignore o pleonasmo nos adjetivos, é proposital). Agora pegue todas elas e junte numa mesma letra. É I’ll Be There For You.

Vamos ver?

“Você me deixou afogando em minhas lágrimas”

“Quando você respira eu quero ser o ar para você”

“Roubaria o sol do céu para você”

“Eu serei a água quando você ficar com sede, baby
Quando você ficar bêbada, eu serei o vinho”

Ok, agora alguém me arruma uma insulina, porque com tanto açúcar qualquer um fica diabético.

18 – Loving You (Minnie Ripperton)

Minnie Ripperton foi uma espécie de Mariah Carey mal-sucedida dos anos 80. Seu único hit, Loving You, é chiclete e irritante. E eu diria que é só uma música ruim.

Mas um detalhe eleva essa canção ao status de música que amamos odiar: o American Idol.

É impossível não se solidarizar com uma música que levou tantos calouros horrorosos a tentarem atingir o agudo do fim do refrão e garantiram tantas risadas pra gente, né?

17 – Don’t Talk Just Kiss (Right Said Fred)

O Right Said Fred é mais conhecido pelo seu grande hit, I’m Too Sexy. Mas esse representante da Dance Music já citada aqui, produziu ainda outro sucesso, que é quase tão bizarro quanto. Ou melhor. Sei lá.

Don’t Talk Just Kiss é uma obra-prima do kitsch.

16 – Mmmbop (Hanson)

Quando o Hanson surgiu, a maioria das pessoas que eu conheço achava que o Taylor era uma menina. E boa parte dos caras dizia inclusive que pegaria fácil.

Essa lembrança assustadora da quase-homossexualidade de muitos, faz com que esqueçam do aspecto bizarro/tosco/inesquecível do primeiro hit dos três irmãos. Mmmbop e sua letra sem sentido são os pais dos “Aserejes” e “Tchubarubas” que surgiriam anos depois.

15 – I’m Too Sexy (Right Said Fred)

Se Don’t Talk Just Kiss está nessa lista, I’m Too Sexy não podia ficar de fora. Se você é sexy demais para essa camisa, já cantou ou dançou essa pérola.

14 – Mamma Mia (ABBA)

É difícil entender o sucesso do Abba. Ok, melodicamente é legal, e em ritmo também. E não é qualquer banda que consegue emplacar o Chuck Norris de pianista… Mas e o visual bizarro e brega? E as coreografias toscas?

Pouco importa, quando esses elementos se misturam à uma letra simples sobre uma pessoa de coração partido que percebe que vai se apaixonar de novo, vira uma música ruim, mas divertidíssima, como Mamma Mia.

13 – Making Love Out of Nothing at All (Air Supply)

Ok, eu entendo que caras feios façam músicas românticas para terem a chance de comer mais mulheres. Com o Wando deu certo. Mas cacete, será que alguma louca deu pro vocalista do Air Supply com essa permanente? Ele é o Reginaldo Rossi gringo!

Se sim, só tem uma explicação: Making Love Out of Nothing at All, uma música tão brega que faz o Bon Jovi soar cafajeste, e que tem o refrão que desafia o fôlego. É quase um trava-línguas.

12 – Macarena (Los Del Río)

Quem gosta disso?

Ok.

Mas quem nunca dançou isso em festinhas, principalmente de casamento?

Caso encerrado.

11 – Step By Step (New Kids on the Block)

Se as boy bands recentes já eram meio toscas, imagina a primeira, na qual todas se inspiraram. Mas tenta tirar o refrão de Step by Step da cabeça. Impossível.

10 – Please Don’t Go (Double U)

Double You era figurinha certa nos anos 90 em dois lugares: festinhas de 15 anos e palco do Faustão. E nesse período todo de sucesso, confesso que nunca ouvi nada deles que não fosse Please Don’t Go. Please Don’t Go. Don’t goooooooooooooooooooooooo. Don’t go away.

9 – La Barca (Luis Miguel)

Bolero é brega por essência, e La Barca capricha nesse quesito. Mas é contagiante soltar o “yyyyyyyyyyyyyyyyyyy” da ponte e cantar aos berros o “hasta que tu decidas regresaaaaaaaaaaaaaaar” do final, especialmente em meio a pessoas bêbadas.

Clássico.

8 – Two Princes (Spin Doctors)

Outra dos anos 90. Os Spin Doctors eram aquele típico grupinho pop cujas músicas ruins inspiravam as meninas a criarem aquelas coreografias variantes de “um passo prum lado, um passo pro outro, dá uma rodadinha batendo palma e repete”.

7 – YMCA (Village People)

YMCA tem o mérito de ser uma música gay que todo hétero sabe dançar – e já dançou! A coreografia coletiva mais memorável de todos os tempos obviamente não teria vindo de uma música boa, né? Não seria tão divertido.

http://vidaordinaria.files.wordpress.com/2010/02/ymca.jpg

6 – Wuthering Heights (Kate Bush)

Kate Bush é uma cantora respeitadíssima lá fora. E minha pergunta é: POR QUE? A voz dela é chata, ela é feia e esquisita, e seu maior sucesso é contando a história de O Morro dos Ventos Uivantes!

E pra completar a bizarrice, ela ainda tem a mania de fazer uma dancinha pra lá de escrota.

Mas mesmo assim, fica impossível não grudar o refrão na cabeça. Isso mesmo, pode se preparar que pelo resto do dia você vai cantar em falsete “Heatcliiiiiiiiff…”.

E ainda tem outra versão do clipe, com a mesma dancinha escrota, só que em outro lugar e com outro vestido.

5 – What is love? (Haddaway)

Quase no nível de Please Don’t Go, mas com a diferença que Saturday Night Live imortalizou o hit com um dos seus esquetes.

Experimentem gritar “What is love?” do nada. É quase tão legal quanto perguntar “Como vai o intestino?” prum grupo de meninas na praia.

4 – Corazón Partío (Alejandro Sanz)

Mais um bolero tosco, mas esse mais animadinho. E com vozes de apoio. E com um refrão corrido perfeito pra gente embolar todo o portunhol, do jeito que tem que ser.

3 – Always (Bon Jovi)

Always não é tão brega quanto I’ll Be There For You, mas além de também ter uma boa dose de açúcar, tem o refrão perfeito para nós que gostamos de músicas ruins: ele é um grito!

Nada tão tosco e divertido quanto fechar os olhos e soltar a voz pra cantar alguma merda.

Bom demais.

2 – Dancing Queen (ABBA)

A grande epopéia de uma menina de 17 anos atrás de diversão na noite e que se torna uma rainha da dança. Dancing Queen na verdade é uma ótima música, e alguns de vocês podem até estar me xingando por colocá-la numa lista de músicas ruins (mesmo que sejam as melhores músicas ruins).

Mas é que tudo no Abba é tão over, tão kitsch, que cai para o tosco. No caso de Dancing Queen, fica por conta da dancinha escrota. Escrota, mas divertidíssima. Assim como a música.

1 – Total Eclipse of the Heart (Bonnie Tyler)

O supra-sumo do brega. A música cafona mais grandiosa do mundo, com uma cantora bizarra com um permamente que rivalizar com o do vocalista do Air Supply. E pra completar, um clipe que parece uma grande compilação de “WTF?!”, com meninos poltergeists, esgrimistas, jogadores de futebol americano e rockabillies. Tudo em um ambiente soturno e esvoaçante.

Tudo que envolve Total Eclipse of the Heart é errado. Mas mesmo assim, não existe música melhor para todo mundo fechar os olhos e cantar junto aos berros, abraçando essa tosquice irresistível.

O fato dessa música ser a que estava em 1° lugar nas paradas no dia em que eu nasci só me dá ainda mais motivos de dar esse primeiro lugar pra ela.

E pra vocês? Qual monstruosidade da música mundial que vocês guardam no coração?

Vamos lá, comentem, para que possamos relembrar essas pérolas.

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4/02 2010
Spock Remix

Finalmente poderemos ver uma rave feita para nerds e geeks:

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4/02 2010
As desculpas para “ele” não levantar

Se você já precisou usar alguma dessas desculpas esfarrapadas na sua vida, significa que falhou na hora H. É, rapaz, cê tá na merda.

http://vidaordinaria.files.wordpress.com/2010/02/brocha.jpg

Fale com seu médico. O Pelé falaria.

Traduzi daqui.

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