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Ajudar de um jeito diferente


Dizem que em São Paulo se encontra de tudo. E, na percepção de alguém que acabou de chegar do Rio pra morar aqui, isso é pura verdade. Aqui é tudo meio diferente.

Uma livraria só com livros em alemão? Tem em Moema.
Um karaokê com tiozinhos cantando em japonês? Tem na liberdade.

E assim vai. Tem coisa diferente na cidade toda. Entre elas, umas maquininhas de vender livro (tipo as que vendem coca-cola) nas estações de metrô. Deve ser porque aqui as linhas de metrô são bem maiores que as do Rio, porque enquanto eu morava lá, nunca vi uma dessas.

Outro dia eu estava na Consolação e fui olhar as tais maquininhas, afinal, tinha terminado um livro naquele dia de manhã – Leoa Branca, um policial ótimo, recomendo – e a volta para casa pedia uma boa leitura.

Para a minha surpresa, não eram só livros que a tal máquina vendia.

Em uma das prateleira, tinham crianças de rua. Quer dizer, folhetos com crianças de rua e uma mensagem da Fundação Abrinq

“Com sua ajuda a gente pode tirar essas crianças da rua”

Gostei do apelo, fiquei curiosa e resolvi ajudar. (Até porque eu já estava com o dinheiro na mão e os livros que estavam à venda não me cativaram tanto quanto essa ação).

Atrás, tinha um texto falando da trabalho da Fundação e um agradecimento por ter ajudado. Eu, que sempre fico em dúvida do que fazer quando uma criança de rua me pede uns trocados, gostei muito dessa ação. Porque, pelo menos dessa vez, eu sei que meus 2 reais vão para as crianças mesmo, não para um adulto que explora elas e tá fazendo hora na esquina pra recolher o dinheiro dos molequinhos depois. #prontodesabafei

O folheto é assim

Enquanto esperava o metrô,deu pra ver que eu não era a única que tinha gostado da ação:

Essa ação para a Abrinq é da Giovanni, que está rolando nas estações da , Barra Funda, Consolação, Trianon e Anhangabaú. Se você passar por alguma delas, não esqueça de participar dessa ação tão legal.

Viu? Aqui em São Paulo é tudo mesmo diferente. Até o jeito de ajudar as crianças de rua. Tomara que dê certo e eles levem para mais estações e, quem sabe, até pras estações do Rio. Acho que todo mundo lá ia gostar. Tanto da ação, quanto de poder comprar livros no metrô.

A companheira de blog e fã do metrô carioca @nataliapinheiro com certeza ia adorar, né pips? ;)

Quem tem medo do Mini Daddy?


Eu, definitivamente, tenho muito! Não sei se isso é um anão, um duende, um adulto vestido de criança ou uma criança vestida de adulto. Seja lá o que for, dá só uma conferida nesse clipe bizarro e cheio de malemolência dessa coisa esquisita cantando o reggaeton. Tenso, assustador e tosco.

Decoração pixelada


Uma idéia ao mesmo tempo tão simples e incrivelmente genial: uma parede que você pode personalizar na hora que quiser. É só reorganizar os pixels (ou pixéis, como descobri só essa semana que é a forma correta em português):

http://vidaordinaria.files.wordpress.com/2010/02/pixel1.jpg

http://vidaordinaria.files.wordpress.com/2010/02/pixel3.jpg

Cada um desses “azulejos” têm 3 faces (uma branca, uma preta e uma colorida) e é só você rodar pra transformar o mosaico em algo novo.

Sério, achei foda demais isso, e assim que eu tiver uma casa só minha, vou comprar um pra mim.

http://vidaordinaria.files.wordpress.com/2010/02/pixel2.jpg

Vi no Freshome.

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