10/02 2010
A volta dos que não foram

Esse post é um review de “What Kate Does”, terceiro episódio da sexta e última temporada de Lost[bb]. Se você não viu ou não quer saber de spoilers, pare de ler AGORA.


Já era de se imaginar que, depois do começo bombástico de semana passada, Lost não conseguiria segurar o mesmo nível. Mas ainda assim, tivemos um bocado de pontos interessantes em “What Kate Does”. No Templo, poucas respostas, mas alguns indícios de mistérios que nos intrigam desde a primeira temporada. Aparentemente Sayid “ressucitou” porque foi infectado. E desde que Rosseau falou sobre a tal infecção na primeira metade da primeira temporada, nunca nenhum dos losties tinha, afinal, ficado com a tal doença. Resta ver como ela se manifesta de verdade, já que o tal do Dogan não é a figura mais confiável do mundo.

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Mas de qualquer forma, a cena da “tortura” foi muito boa, principalmente porque não estamos acostumados a ver o Sayid se cagando de medo assim. Foi uma mudança de panorama que funcionou.

E no fim das contas, pareceu que tudo que aconteceu no templo, especialmente o lenga-lenga da pílula, foi uma leve enrolação preparando para as respostas de verdade. Mas fora dele, até que foi legal. Josh Holloway continuou atuando muito bem ainda na sua deprê pós-Juliet. Fora da Ilha, Kate conseguiu na realidade alternativa cumprir o que queria quando voltou à Ilha antes da explosão: ajudar Claire e fazer com que Aaron ficasse com a mãe. Mesmo que nessa outra realidade ela não soubesse que essa era sua “missão”. A participação do Ethan foi curiosa, mas nada além disso.

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E claro, o final foi de explodir a cabeça, embora o episódio tenha dado dicas desde o começo de que poderíamos rever aquela personagem daquele jeito. Desde as armadilhas na floresta até todo o tema ligado à Kate, seja na Ilha ou fora dela, davam pistas. Resta ver como essa personagem vai se comportar a partir de agora, e como vamos descobrir o que aconteceu nesse tempo em que não a vimos.

Perguntas, perguntas, perguntas. E a boa notícia é que logo logo só vai haver tempo pras respostas.

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9/02 2010
Star Wars na Terra

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Com nosso planeta cada vez mais futurista e mesmo assim ainda afundado em guerras e destruição, um estúdio francês misturou fotografias e 3D para um ensaio inusitado.

Em vez de vermos Star Wars há muito tempo atrás, em uma galáxia bem, bem distante, vemos Star Wars hoje em dia, e na Terra:

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Bem legal.

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Tem mais abaixo.

Vi no Fubiz.

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9/02 2010
Guerra de camisa

E aqui está o T-Shirt War, um curta muito divertido em stop-motion criado com nada mais, nada menos que 222 camisas. Haja tempo livre!

Especialista em achar bizarrices na internet, rir da desgraça alheia e falar mal de tudo. Resumindo: o capeta em forma de guri.

9/02 2010
Pra aquecer pra logo mais

Daqui a poucas horas será exibido nos EUA o 3º episódio da temporada final de Lost, e se você ficou confuso com os dois primeiros, exibidos semana passada, não tem problema: essa marionete do Dr. Pierre Chang explica tudinho:

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9/02 2010
Noites Cariocas e musicais

Nesse último fim de semana fui convidado pela produção do SESC Rio Noites Cariocas para conferir os dois últimos dias do evento. No palco, dois dos principais nomes do pop rock nacional, em carreira solo depois de brilharem em duas das maiores bandas brasileiras: Nando Reis e Frejat.

Noites Cariocas

Mas antes de falar dos shows em si, vale comentar da estrutura, que surpreendeu pela organização. Shows no Brasil são geralmente marcados por filas e confusão na entrada, e isso não aconteceu em nenhum dos dias que fui. A climatização do Armazém 4 (que por sinal, é um dos lugares mais estilosos do Rio para shows) também só merece elogios. No calor infernal do Rio, os ventiladores com borrifos d’água conseguiram refrescar bastante. No segundo dia cheguei até a sentir um friozinho (e que saudades que eu tava de sentir frio!).

A estrutura de anfiteatro também foi excelente, pois ao mesmo tempo permitia que o artista se sentisse cercado pelos fãs como também ajudou quem tem problemas para enxergar em shows. Eu tenho quase 2 metros de altura e consigo aproveitar shows de qualquer lugar, mas sei bem o sofrimento que amigas baixinhas passam tentando pular pra ver o artista favorito cantando.

Nando Reis

Mas vamos ao que interessa. No dia 6, foi dia de Nando Reis, um dos meus compositores nacionais favoritos. O engraçado é que mesmo tendo vários CDs e DVDs dele, nunca tinha ido a um show do cara, tirando nos tempos de Titãs. Mas esse show compensou pelo meu atraso. Ele mesclou o repertório do último CD com hits dos Titãs (Cegos do Castelo, Não Vou Me Adaptar e Marvin), da sua carreira solo (Luz dos Olhos, a lindíssima Espatódea e Por Onde Andei, cantadas em uníssono pelo público) e composições que fizeram sucesso na voz de outros artistas, principalmente Cássia Eller (No Recreio, Relicário, O Segundo Sol…). O fechamento com Do Seu Lado (gravada pelo Jota Quest) só coroou uma noite excelente. Ah, não posso esquecer do cover arrepiante de Frevo Mulher, uma das obras primas do gênio Zé Ramalho. Sensacional.

No dia seguinte, dose dupla. Abrindo o show, Mariana Aydar, que confesso: não conhecia direito. Mas gostei bastante dessa cantora da nova geração que tem no repertório uma MPB repleta de influências de samba e até forró.

Frejat

Depois foi a vez do Frejat, e o frontman do Barão Vermelho caprichou no repertório, repleto de músicas de canções de sua carreira solo e sucessos de outros artistas, como Renato Russo e Tim Maia, passando por Adriana Calcanhoto e Ângela Rô Rô, entre outros. Mas não tem jeito, o ponto alto foram os hits do Barão. E claro, sua canção inspirada em um antigo poema: a incrível Amor pra recomeçar.

Enfim, outro grande show. Adorei o convite, e adorei ainda mais poder, em dois dias, me ajudar a lembrar como ainda tem coisa boa na música nacional. Ano que vem estarei de novo no Noites Cariocas, sem dúvidas.

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8/02 2010
E no momento da criação…

Uma refação de última hora:

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Traduzi daqui.

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8/02 2010
Que o Atum esteja com você

Um comercial que usa deliberadamente os personagens de Star Wars para vender atum.

De onde poderia sair uma coisa tão bizarra assim? Claro, só de um lugar: Japão.

Medo.

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8/02 2010
Confronto Ordinário: Beyoncé x Novas Divas Brasileiras

A cantora que mais bombou nos anos 00 está no Brasil esses dias para uma série de shows, e nada melhor do que aproveitar o hype da visita dela pra botar a mulata mais famosa do mundo na seção mais clássica do Vida Ordinária, né?

Ainda mais contra suas contemporâneas nacionais. É o confronto: Beyoncé x Novas Divas Brasileiras.

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1º Round: Beyoncé x Wanessa

Beyoncé tinha uma carreira sólida no Destiny’s Child quando resolveu partir pra carreira solo. E fez isso como? Mandando ver logo de cara em uma parceria com seu peguete Jay-Z[bb], um dos rappers mais importantes dos Estados Unidos.

Wanessa tinha uma carreira decadente quando resolveu se repaginar e tentar uma carreira internacional. E fez isso como? Se juntando com Ja Rule, um dos rappers mais esquecidos dos Estados Unidos.

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“Uanessaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa”

O que deu em ambos os casos? No primeiro, “Crazy in Love”. No segundo, uma música da qual todos só se lembram de duas coisas: 1) Uanessaaaaaaaaaaaaaaaa; 2) Hey, Ja Rule!.

E só.

Beyoncé 1 x 0 Novas Divas Brasileiras

2º Round: Beyoncé x Sandy

Beyoncé e Sandy têm mais em comum do que vocês podem pensar em princípio.

Ambas ficaram famosas em conjunto: Beyoncé com aquelas meninas do Destiny’s Child e Sandy com aquela menina chamada Júnior.

O repertório também tinha similaridades. Beyoncé e suas amigas cantavam e rebolavam com “Bootylicious”. Já Sandy e sua irmã, cantavam e rebolavam com “Vai Ter Que Rebolar”.

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Qual a música da Beyoncé que o Júnior mais gosta de cantar?
R: “If I Were a Boy”

No aspecto feminilidade, também há uma disputa acirrada: quem aqui é louco de dizer que o Júnior é mais macho que Kelly Rowland e Michelle Williams?

E aí o desempate vai ter que ser na base da cantoria mesmo. As colegas da Beyoncé cantavam pacas. O Júnior não.

Beyoncé 2 x 0 Novas Divas Brasileiras

3º Round: Beyoncé x Stefhany

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Preciso dizer mais alguma coisa?

Beyoncé 3 x 0 Novas Divas Brasileiras

4º Round: Beyoncé x Ivete Sangalo

Os grandes nomes da música frequentemente decidem fazer aparições na telona. Com Beyoncé e Ivetão não foi diferente.

Beyoncé, por exemplo, foi a principal personagem feminina do 3º filme de Austin Powers, e ainda protagonizou Dreamgirls, musical cheio de prêmios e indicações, inclusive uma para ela como Melhor Atriz no Globo de Ouro.

Já Ivete fez Simão, o Fantasma Trapalhão e Xuxa – Gêmeas.

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E aí, meu amigo, nem se eu tentasse salvar a Ivete citando que a Beyoncé fez A Pantera Cor-de-Rosa, seria possível.

Beyoncé 4 x 0 Novas Divas Brasileiras

5º Round: Beyoncé x Ivete Sangalo

Isso mesmo, mais uma chance pra Ivete. Afinal, a cantora brasileira mais popular da última década não merece perder só por causa das suas escolhas erradas no cinema, né?

Pois vamos ao que interessa: música!

Agora acho que Ivete leva, afinal, não deve ser muito difícil superar versos como “Bebê, eu posso ver sua auréola”, né?

“Arerê, um lobby, um hobby, um love com você
Arerê, um lobby, um hobby, um love com você”

Oops, acho que me enganei.

É, Ivete, melhor você ir “to the left, to the left” até sair de cena, porque não tenho mais como te ajudar.

Beyoncé 5 x 0 Novas Divas Brasileiras

Vitória da Beyoncé!

Se bem que se eu botasse Alcione[bb], Elza Soares[bb] e mais um povo da velha guarda, não sei se a mulher do Jay-Z se garantiria assim não, hein?

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