22/02 2010
Magneto estava certo (parte 82)

Relembrando a explicação dessa seção:

Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.
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Tô com sérias dúvidas se digo que isso foi um Dance Fail ou um Macumba Fail. Só sei que foi fail. E feio.

Vi no Tenso.

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

22/02 2010
Competição médica

Traduzido daqui.

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22/02 2010
Animação sem escapatória

Não dá pra você escapar daqui antes de ver Pivot, esse magnífico curta de animação.

Bem, até dá, mas aí você vai perder a chance de assistir a uma das animações mais sufocantes, eletrizantes e bem realizadas que vi ultimamente na internet.

Muito boa mesmo:

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22/02 2010
De recuperação

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Quando vi a lista dos indicados ao Oscar de Melhor Filme, em princípio não fiquei nada curioso em ver Educação (An Education no original). Mas tudo mudou quando soube que o roteiro (também indicado ao prêmio) era de Nick Hornby, meu escritor favorito.

Muita gente diz que o Nick é o autor que melhor expressa a alma de um homem contemporâneo. Não vou ser pretensioso de afirmar isso, mas posso garantir que pelo menos é o autor que melhor fala comigo. Seja a respeito do que é maturidade e prioridades em Um Grande Garoto, das armadilhas dos relacionamentos em Alta Fidelidade, de coisas grandes como a perspectiva diante da vida em Uma Longa Queda ou até mesmo de coisas aparentemente pequenas, como a paixão por um time de futebol em Febre de Bola. Até mesmo em Como Ser Legal, onde seu protagonista é uma mulher, ele conseguiu fazer com que ela tivesse uma certa essência masculina.

E talvez por isso, ele tenha acabado ficando perdido ao escrever Educação, focado em uma menina de 16 anos. Porque o filme, sem sombra de dúvidas, é o trabalho mais fraco que já vi dele. Não que o filme seja ruim, mas falta alguma coisa. Aliás, falta muita coisa.

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O tema é bem claro, o contraste entre a educação tradicional e a famosa “escola da vida”. Jenny é uma adolescente que praticamente vive para estudar, sempre com seu pai (interpretado pelo sempre ótimo Alfred Molina) vigiando em cima e só a permitindo praticar atividades que possam facilitar sua entrada em Oxford. As coisas começam a mudar quando ela conhece David (Pete Sarsgaard), um homem de 35 anos, que se encanta por ela e começa a lhe mostrar os prazeres da vida.

E é basicamente isso, um passeio pelas descobertas de Jenny, que obviamente em algum momento encontra as decepções e aprende que as lições da escola da vida são bem mais duras do que as tinha no entediante sistema de ensino inglês.

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O único elemento do filme que não é mediano é a atuação de Carey Mullingan, que recebeu uma justíssima indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Sua Jenny é disparado a melhor coisa do filme, simplesmente cativante. Seu misto de ingenuidade e curiosidade ao se deparar com um novo mundo além dos seus livros de latim soa extremamente genuíno. É um brilho nos olhos que conquista a gente e torna as duas horas do filme bem mais suportáveis. E além disso ela ainda é linda, mas com uma beleza real, comum e justamente por isso, ainda mais encantadora. Ela pega o espectador (e os homens do filme) com o olhar inocente, e fica impossível resistir. Tanto a ela como à atuação dela.

E já que o tema do filme envolve ensino, notas, etc, posso dizer que é só por Carey Mulligan que Educação não chegou a ser reprovado. Mas ficou de recuperação.

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21/02 2010
Os Na’Vi do Paraguai

Ou melhor, de algum interior dos EUA mesmo, nesse vídeo pra lá de fanfarrão.

Hilário:

Sabe o que é pior? É que apesar desse vídeo ser de humor, não duvido que tenha alguns alienados que realmente tenham se inspirado e queiram imitar os Na’Vi de Avatar por aí.

E na boa, se “conectar” a alguma árvore só é aceitável se você for o Serguei.

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21/02 2010
Qual a música do seu site?

A semana de dois dias depois do carnaval foi corrida então só descobri isso aqui hoje, mas vale a pena conferir:

O Codeorgan é tipo uma “mesa de som virtual” que lê os códigos do site que você quiser e toca a música dele.

Ou seja, por incrível que pareça, transforma algorítimos em coisas legais.

A do música Vida Ordinária é um loungezinho com partes fofas. E quando você clica pra twittar a música, o texto é genial:

“If this page took a shower, this is what it would sing:” ;)

Testa seu blog/site/twitter lá!

20/02 2010
Darth Travolta

E se você já tinha achado bizarro imaginar o De Niro como Darth Vader, pior ainda é ver esse número musical de disco usando personagens de Star Wars.

Obra da TV francesa dos anos 70, que já está me parecendo tão bizarra quanto a TV japonesa atual.

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20/02 2010
Darth De Niro

E que tal o humorista Josh Robert Thompson fazendo uma imitação do que seria um teste do Robert De Niro para o papel de Darth Vader em Star Wars?

Impagável:


“I’m sorry, this IS energy!”

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