Ano de Copa do Mundo é sempre especial, principalmente no Brasil.
E mesmo se você faz parte da minoria que odeia futebol e quer passar longe do evento esportivo mais assistido do mundo, não tem problema. Basta gostar de design para dar uma olhada no que mudou nesses últimos 80 anos, através da identidade visual de cada Copa.
Começando pelos cartazes, desde a primeira Copa, em 1930 no Uruguai:









E depois desse caminho todo, olha como é o da Copa desse ano, na África do Sul:

Além dos pôsteres, tem também os logos de cada Copa, presentes desde a Copa do Brasil, em 1950:

O desse ano já segue um padrãozinho que a Fifa vem implementando:

O da Copa de 2014, no Brasil, não deve ser muito diferente, e só deve mudar mesmo os grafismos ali atrás da silhueta do jogador. Uma pena, né? Até entendo ter um padrão, mas isso deixa menos espaço pra criatividade.
Mas voltando ao passeio pela história das Copas, é claro que não podiam faltar os mascotes. Eles fazem parte das Copas desde 1966, quando a competição foi sediada na Inglaterra:

Não tem graça falar em Mascote sem citar o nome deles, né? Então aí vai: Willie (Inglaterra – 1966), Juanito (México – 1970), Tip e Tap (Alemanha Ocidental – 1974), Gauchito (Argentina – 1978), Naranjito (Espanha – 1982), Pique (México – 1986), Ciao (Itália – 1990), Striker (Estados Unidos – 1994), Footix (França – 1998), Ato, Kaz e Nik, também conhecidos como Os Esféricos (Coréia e Japão – 2002), Goleo VI (Alemanha – 2006) e por fim o Zakumi (África do Sul – 2010).
Apesar de ser o menos simpático, meu favorito sempre foi o Ciao. E nada supera em mau gosto a viagem dos japas e coreanos. Conseguem ser piores do que um mascote que é uma laranja.