22/03 2010
David e Golias do mundo animal

E aí, quem ganha? O urso ou o gato?


Que isso, fugir assim fica até feio…

Mas não é por nada não, mas mesmo se fosse um urso adulto eu já apostaria no gato. Não é de hoje que eu digo que esses bichos são do mal.

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

22/03 2010
I’m Here, um curta de amor entre robô

Spike Jonze faz os mais chocantes, tocantes e originais filmes, seja em curta, média ou longa-metragem (e diversos comerciais). “I’m here”, encomendado pela Absolut, conta a história de um robô ordinário que se apaixona por uma robô fora de do comum (ou em curto-circuito, cof cof).

A trilha sonora é matadora. No site oficial existem “sessões” para assistir ao curta, mas quem não aguenta 2 horas de espera:

Além de falar sobre horóscopo quando suas citações não surtem efeito, só a banalidade o interessa ultimamente.

22/03 2010
Qual meio de transporte é cada browser?

Razoavelmente completo, mas quase inutizável
por causa de todos aqueles complementos estúpidos.

Embora muito eficiente, suas qualidades são muito
superestimadas pelas pessoas que usam.

Algumas pessoas realmente o amam.
E todas as outras pessoas acham idiota pra caralho.

Inútil, mas bom pra gente dar umas porradas de vez em quando.

Muito rápido. E só.

Via College Humor.

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

22/03 2010
Magneto estava certo (parte 93)

Relembrando a explicação dessa seção:

Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.
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O vídeo abaixo meio que me lembra daqueles episódios do Pica-Pau onde toda hora ouvimos um lenhador ou o próprio Pica-Pau gritando “madeeeeeeeeeeeeeeira”. Só fico triste de perceber que existe gente na vida real que é tão idiota quanto o Zeca Urubu:

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22/03 2010
O design através das Copas

Ano de Copa do Mundo é sempre especial, principalmente no Brasil.

E mesmo se você faz parte da minoria que odeia futebol e quer passar longe do evento esportivo mais assistido do mundo, não tem problema. Basta gostar de design para dar uma olhada no que mudou nesses últimos 80 anos, através da identidade visual de cada Copa.

Começando pelos cartazes, desde a primeira Copa, em 1930 no Uruguai:

E depois desse caminho todo, olha como é o da Copa desse ano, na África do Sul:

Além dos pôsteres, tem também os logos de cada Copa, presentes desde a Copa do Brasil, em 1950:

O desse ano já segue um padrãozinho que a Fifa vem implementando:

O da Copa de 2014, no Brasil, não deve ser muito diferente, e só deve mudar mesmo os grafismos ali atrás da silhueta do jogador. Uma pena, né? Até entendo ter um padrão, mas isso deixa menos espaço pra criatividade.

Mas voltando ao passeio pela história das Copas, é claro que não podiam faltar os mascotes. Eles fazem parte das Copas desde 1966, quando a competição foi sediada na Inglaterra:

Não tem graça falar em Mascote sem citar o nome deles, né? Então aí vai: Willie (Inglaterra – 1966), Juanito (México – 1970), Tip e Tap (Alemanha Ocidental – 1974), Gauchito (Argentina – 1978), Naranjito (Espanha – 1982), Pique (México – 1986), Ciao (Itália – 1990), Striker (Estados Unidos – 1994), Footix (França – 1998), Ato, Kaz e Nik, também conhecidos como Os Esféricos (Coréia e Japão – 2002), Goleo VI (Alemanha – 2006) e por fim o Zakumi (África do Sul – 2010).

Apesar de ser o menos simpático, meu favorito sempre foi o Ciao. E nada supera em mau gosto a viagem dos japas e coreanos. Conseguem ser piores do que um mascote que é uma laranja.

Vi aqui.

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22/03 2010
A ode ao gênio do Chatroulette

Outro dia o Bruno mostrou aqui no blog o Merton, um sujeito genial que improvisava no piano a cada pessoa que encontrava no Chatroulette.

O vídeo fez tanto sucesso que agora foi a vez dele receber uma homenagem de peso, do músico americano Ben Folds, que repetiu a experiência do Merton. A diferença é que em vez de fazer em casa, foi em pleno palco em um show com 2 mil pessoas na platéia.

Sensacional:

E eu também entrei na moda do Chatroulette e todo dia passo alguns minutos lá. Quem sabe a gente não se esbarra e vocês não me vêem improvisando uma música enquanto toco com as axilas? É mó psicodélico, progressivo… quase um Pink Floyd!

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