Todo garoto cresce idealizando seu futuro, mas raramente as coisas são como ele espera… e aqui embaixo dá pra ver os exemplos mais comuns.






Eu queria ser palhaço. Meu pai disse que, de certa forma, eu consegui.
Não sei se tomo como um elogio ou não.
E na hora da foto do casamento…
Essa noite de núpcias promete. A noiva, pelo menos, já vai chegar molhadinha…

Recebi por e-mail, se alguém souber de onde é originalmente dá um toque que incluo os créditos.
Traduzido do original do Mark Stivers.
Daqui a pouco tem. E domingo termina, de vez.
Hugo Reyes e seus “dudes” vão fazer falta…
Vejam só como algumas das idéias mais geniais podem ser simples e fáceis de executar.
Provavelmente vocês também já se divertiram procurando pelos próprios nomes no Google, certo?
Pois bem, o sujeito do vídeo abaixo queria um emprego em alguma agência de publicidade de Nova York, e supôs que os diretores de criação também tinham esse hábito de se Googlear. Ele comprou um Google AdWord falando diretamente com eles e pedindo um emprego. Olha só como foi:
Ele fez com 5 pessoas, conseguiu 4 entrevistas e 2 propostas de emprego.
Tudo isso com apenas 6 dólares e uma idéia brilhante. Muito bom.
Os Homens que Não Amavam as Mulheres (Niels Arden Oplev, 2009)
Stieg Larsson entregou a trilogia Millenium para sua editora e mal ele sabia que morreria de um infarto fulminante em seguida, não podendo assim, aproveitar o sucesso que alcançou. Em 2009 o primeiro livro Os Homens que não amavam as mulheres foi adaptado em seu país de origem, a Suécia. Harriet Vanger desapareceu 36 anos atrás sem deixar pistas na ilha de Hedeby, um local que é quase propriedade exclusiva da poderosa família Vanger. Apesar da longa investigação policial a jovem de 16 anos nunca foi encontrada. Mesmo depois de tanto tempo seu tio decide continuar as buscas, contratando o jornalista investigativo da revista Millennium
, Mikael Blomkvist, que não está em um bom momento de sua vida, enfrenta um processo por calúnia e difamação. Mas, quando o jornalista se junta a Lisbeth Salander, uma investigadora particular nada usual, incontrolável e anti social, a investigação avança muito além do que todos poderiam imaginar.
Por ser uma trilogia premeditada as mudanças são imprescindiveis quando adaptadas para o cinema; em primeiro lugar o caráter mulherengo de Mikael é deixado de lado para criar um lado mais romântico (imagine um Casanova transformado em um Edward Cullen). A história paralela de Lisbeth Salander tem pouco espaço antes de cruzar com o jornalista (o que cria a dúvida “O que será que aconteceu com o tutor dela?”) e ss flashbacks se mostram deslocados, não fazendo sentido se o espectador não souber de antemão que existem outras duas partes para concluir todo o “romance” apresentado nesse primeiro exemplar. A história não é tão bem amarrada no mistério principal (apesar das citações a biblia, os suspeitos nazistas, etc, estarem presentes, o filme não tem uma lista de suspeitos plausíveis). Algumas cenas de violência explicitas são mantidas a risca com as descritas no livro (as mais violentas são excluídas). Contando que o sucesso seria grande, o desenvolvimento dos personagens secundários foi deixado de lado: Érika, a eterna parceira de Mikael aparece em poucas cenas e o caso dos dois não é explorado (para deixar um ar de paixão entre o jornalista e a hacker Lisbeth, um possível final feliz), Cecilia Vanger tem pouco espaço no desenvolvimento e nem ao menos é considerada como suspeita.
ps: resenhei o livro também
A Caixa (Richard Kelly, 2009)
Richard Kelly se apresentou ao mundo com o agora megacultuado Donnie Darko,
logo em seguida rodou um irregular exemplar chamado Southland Tales. Dessa vez ele apresenta adaptação de um episódio dos anos 70 do seriado Twilight Zone chamado “Button, Button”. A história se passa em 1976 e um casal à beira de uma crise doméstica recebe uma caixa com um botão, eles tem 24 horas para fazerem uma escolha: apertar o botão (o que consequentemente mata alguém que eles não conhecem) e recebem um milhão de dolares ou esquecem a história e continuam com sua vida normalmente. Apesar da carga emocional apresentada, Cameron Diaz
não consegue emocionar e nem criar simpatia com o público que pouco liga para as suas decisões e é incrivel como esse plot principal (e simplório) é descartável por ser óbvio em demasia, contudo o mistério paralelo sobre a origem da caixa e em torno de seus desenvolvedores cria uma atmosfera que mantém o interesse pelo desfecho da história.