16/05 2010
Dupla dinâmica

Fudeu, eles se uniram:

Via College Humor.

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

16/05 2010
Baú dos Covers (16/5)

Hoje o Baú dos Covers está recheado de versões legais, diferentes ou simplesmente bizarras de sucessos.

E vamos começar de cada com um de uma das músicas preferidas do blog: Don’t Stop Believing.

Durante um evento beneficiente, o hit do Journey[bb] ganhou uma versão cantada por Lady Gaga[bb], Elton John[bb], Bruce Spingsteen[bb], Sting[bb], Debbie Harry[bb] (sim, do Blondie!) e Shirley Bassey[bb]. A qualidade do vídeo ficou devendo, mas vale conferir uma reunião como essa:

Com qualidade bem superior estão os covers acústicos feitos pelo guitarrista e a vocalista da banda VersaEmerge[bb].

Teve American Boy, da Estelle[bb]:

E também Toxic, da Britney Spears[bb]:

O que mais me surpreendeu ouvindo essas ótimas versões foi descobrir que a banda dessa dupla é toca emocore! Esses covers pelo menos não tiveram nada de emo.

Ainda entre versões inusitadas de hits pop, o grupo clássico Aston fez um cover instrumental fantástico de Telephone, da Lady Gaga:

Saindo do pop e entrando no rock, só essa semana conheci um cover já meio antiguinho do R.E.M.[bb] tocando um dos clássicos do começo da carreira do Aerosmith[bb]: Toys in the Attic.

De um sucesso dos anos 70 para outro da década seguinte. In Between Days, um dos maiores hits do The Cure[bb], tem essa versão bem legal feita pelo Ben Folds[bb]:

E saltando mais uma década, os anos 90 tiveram o surgimento do Radiohead[bb]. E uma das minhas músicas favoritas de Thom Yorke e cia é No Surprises, que já ganhou uma versão bacana da Regina Spektor[bb]:

Já que acabamos nesse esquema de avançar uma década por cover, vamos terminar o serviço e ver uma releitura de um sucesso dos anos 00. Fluorescent Adolescent, do Arctic Monkeys[bb], já recebeu essa curiosa (e divertida!) versão feita pela Kate Nash[bb]:

E pra fechar, algo que raramente temos por aqui: um cover nacional. É a banda Tantra tocando Tropicália, clássicaço do Caetano[bb]. Além da versão ser bem legal, bem rock, o mais divertido é o clipe, completamente bizarro e com a presença de vários ícones do tropicalismo, como Gil, Zé Celso, Jorge Mautner e o próprio Caetano:

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16/05 2010
Andando sobre a água

Não sei se é real ou não, mas o vídeo pelo menos é bem feito e engana bem.

Nele, esses caras mostram como descobriram a forma de conseguir andar por sobre a água. Ou melhor, a forma de conseguir correr em curva por sobre a água:

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16/05 2010
Pra começar bem a semana

Vamos começar a semana com o pé direito e com Miranda Kerr:

Michelle Trachtenberg:

E Marloes Horst:

Tem Zoe Saldana:

Olga Kurylenko:

E Anna Jagodzinska:

Angelika Skulimowska:

Candice Swanepoel:

E Keira Knightley:

E pra fechar, Emma Watson:

Boa semana a todos.

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14/05 2010
Pornô de outro mundo (2)

Depois dessa, olha só os zorblaxianos e suas perversões de novo…

Freaks.

Traduzido daqui.

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14/05 2010
Mergulho no 3D

Muito legais esses fundos de piscina com desenhos em 3D. Além de inusitados, dão um efeito bacana no visual.

Só deve dar uma pequena agonia de se sentir nadando entre tubarões, por exemplo.

Se bem que a mais angustiante é essa:

Via Cooked Brains.

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14/05 2010
Uma aventura do barulho (parte 2)

Na primeira parte desse meu relato sobre a dificuldade de ir ao cinema hoje em dia, me foquei no inferno que é para chegar até o cinema e comprar o ingresso. E hoje é vez de falar daqueles que tornam o simples ato de ver um filme tão desagradável quanto o perrengue anterior: os cretinos.

O maior problema com esses cretinos é que eles são muitos, e dos mais variados tipos.

Pra começar, os adolescentes. Esses já têm o dom de irritar desde antes de entrarmos na sala de cinema, já que geralmente estão entre os indecisos irritantes da fila, que já mencionei no post anterior. Só que o pior é quando a luz apaga. E aí é necessário separar entre meninos e meninas na hora de xingar os pequenos bastardos.

Todo garoto adolescente é retardado. Isso é um fato. Até alguns anos atrás eu era um, então posso afirmar com propriedade. Só que eu também lembro muito bem como o dinheiro da mesada é escasso. Então não dá pra entender porque gastar com um ingresso caro para passar duas horas escrotizando uma sessão de cinema.

O que eles ganham em ficar gritando, rindo que nem palhaços ou chutando a poltrona da frente? Se as meninas gostassem disso, até seria compreensível. Mas nunca conheci ninguém que pegasse mulher por ser um imbecil dentro de um cinema.

Já as garotas são tão irritantes quanto, mas de um jeito menos proposital, mais descontrolado. Outro dia tinham acabado todas as sessões que eu queria e só sobrou aquele filme adolescente brasileiro, “As Melhores Coisas do Mundo”, que até que não é ruim e me surpreendeu positivamente. Mas porra, precisava ter uma série de gritinhos histéricos toda vez que o Fiuk (ou ainda o carinha do Crepúsculo ainda nos trailers) aparecia em cena? Do que adiantaria aquilo? Ele não tava lá, não faz diferença elas gritarem ou não. E é assim com todo filme. Basta aparecer o carinha que as meninas gostam para vir uma série de risadinhas e gritos. É idiota.

Até porque, o gritinho histérico é o equivalente feminino ao “fiu-fiu” dos homens. Nenhum homem conseguiu comer uma mulher assobiando, e nenhuma mulher conseguiu dar pra alguém berrando. A menos que seja muito gostosa, mas aí o que sai da boca dela é irrelevante.

Outra mania que reparei nas meninas e que me deixa ainda mais intrigado é ficar saindo do filme e voltando. Sério, eu nunca saí de uma sala de cinema durante um filme. Nunca. Mas até compreendo quando as necessidades fisiológicas falam mais alto e a pessoa precisa sair rapidinho. Ou ainda quando o filme é tão ruim que a pessoa sai, preferindo ter perdido dinheiro a perder mais do próprio tempo. Mas o que me intriga é o sentido de grupinhos de 5 ou 6 garotas saindo em grupo (e com as tais risadinhas) e voltando 5 minutos depois… umas 3 vezes durante um filme. Já vi isso acontecer algumas vezes nos últimos meses. Não faz o menor sentido.

O público adolescente de cinema anda, em sua maioria, tão retardado, que tudo me leva a crer que são fãs do Restart.

Mas os mais velhos também não ficam atrás, e aí é preciso lembrar de outros personagens clássicos de uma sessão de cinema: os casais.

Nada contra casais irem ao cinema. É um programa excelente. E também não vejo problema nenhum em pegação. Se a garota quiser dar pro malandro durante a sessão, é problema deles, e dou o maior apoio, desde que não chutem a minha poltrona. Mas o que fode não são os que quase fodem, e sim quando o casal envolve uma mulher burra e/ou um sujeito metido a espertalhão.

A menina burra é aquela que pergunta tudo. E quando digo tudo, é tudo mesmo. Tipo “Por que ela tá chorando?”, logo depois da mocinha ver seu namorado, seu irmãozinho e seu cachorro serem metralhados, por exemplo. E se fosse só o pobre coitado do namorado que tivesse que aturar isso e responder pacientemente a cada pergunta, tudo bem. Mas geralmente a imbecilidade vem acompanhada de uma falta de controle sobre o volume da própria voz, fazendo com que todos no cinema ouçam as perguntas dela.

Mas a situação fica realmente insuportável quando o namorado é metido a espertalhão. Na verdade, o “manjador” é um dos maiores malas até quando não tem namorada burra. Mas quando tem, ela fica jogando as iscas para ele mostrar como é “sagaz”. Se ela pergunta, ele responde e acrescenta uma teoria ou algum comentário aleatório que geralmente é equivocado (ou simplesmente uma mentira). Ele sempre “sabe” o que vai acontecer no filme, e faz questão de contar pra mulher a cada 2 minutos. Quando acerta, o cinema todo pode ouvir um “eu não falei?!”, mesmo que ele tenha falado outras 15 teorias furadas ao longo do filme.

Ainda tem um último tipo de filho da puta que vai ao cinema, e esse é talvez o pior.

Afinal, tem coisa mais irritante de ir ver um filme que não é infantil e ter uma criança atrapalhando de alguma forma? Seja falando alto, chutando cadeira, perguntando tudo, rindo fora de hora ou tentando adivinhar o final… a criança fora de seu ambiente reúne todos defeitos dos desgraçados citados acima.

Mas calma, longe de mim querer dizer que as crianças são cretinas ou fdps. Afinal, não é a criança que vai ao cinema, não é ela que escolhe o filme, nem quem paga o ingresso. Se a criança está fudendo com a sessão de todo mundo, a culpa recai apenas no cretino-mor: o pai! (ou mãe, claro)

PQP, seu filho não tem avós? Tios? Padrinhos? Babá? Uma vizinhas que seja… precisa mesmo levar o pentelho para ver um filme que ele não vai entender nem gostar e ainda por cima atrapalhar quem quer ter duas horinhas de lazer?

Mais escroto que isso só mesmo quando o filme é legendado e a criança ainda não sabe ler. Porque além de ter o fedelho fazendo tudo de errado, ainda temos que ouvir o pai lendo TODAS as legendas do começo ao fim. O que se faz com um filho da puta desses?

E o pior é que as crianças se espelham nos pais, e a tendência é que elas virem tão cretinas quanto eles.

Ver um filme no cinema continua sendo uma experiência incomparável. Eu cresci vendo as sessões começarem com um letreiro no meio da tela, que diziam: “Cinema é a maior diversão”. E é. Ou melhor, já foi. Mas com todo esse tipo de gente sem-noção, fica cada vez mais difícil.

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14/05 2010
Imagens de Sexta (14/5)

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