30/06
2010
Entendendo a Holanda

A Holanda é um dos poucos países que eu conheço que tem mais do que um nome. Afinal, a terra das flores e dos moinhos também é comumente conhecida como Países Baixos.
Um nome relacionado à sua relação com o nível do mar, embora qualquer tia beata sua vá jurar de pés juntos que tem a ver com a putaria que rola por lá. Afinal, a Holanda é a terra da libertinagem, um país onde a maconha e a prostituição são liberadas. E por isso mesmo, o lugar mais divertido do mundo.

Calma, esse post não é uma apologia às drogas, eu nunca sequer peguei num baseado na vida. Mas o fato é que eu nunca vi ninguém voltar de Amsterdã com algo ruim para falar. Até porque, mesmo se o lugar for uma merda, a maconha ajuda a esquecer. O que pode acabar inesquecível é alguma doença venérea adquirida na Red Zone, uma espécie de Vila Mimosa com grife que existe por lá.

Não que uma sífilis holandesa seja a ser tão sofrida, já que as mulheres de lá são lindas, vêm acompanhadas de garrafas Heineken e as que não são da Red Zone não reclamam se você não liga no dia seguinte, já que graças à maconha elas sequer se lembram de você no dia seguinte.
Mas essa semana nossa relação com a Holanda essa semana diz respeito ao jogo das quartas-de-final da Copa. A seleção holandesa é tão cheia de Vans que pode até achar que vai atropelar o Brasil*
*Sim, eu sei que esse trocadilho foi horrível, mas não consegui resistir.

Mas ainda assim acredito que o escrete canarinho (não confundir com escroto) é favorito, uma vez que os holandeses devem entrar de salto alto em campo. Não, eles não são arrogantes, é só que os calçados típico do país são os tamancos, altões mesmo.
E que no fim a Holanda e seus jogadores todos Van Tomar Nocu















