
A Copa terminou, mas o nossa coluna sobre as curiosidades da vida, das pessoas e dos lugares ainda vai continuar falando de países.
Afinal, hoje é 14 de julho, aniversário da Queda da Bastilha, e nada mais justo que homenagearmos a data entendendo a França e seu povo, não?
A Queda da Bastilha foi um dos episódios mais marcantes da Revolução Francesa, o movimento popular que derrubou o absolutismo e finalmente deu voz às reivindicações da população, que finalmente pôde exercer todo o seu direito de ser arrogante com turistas, não raspar o sovaco e fuder o Brasil em Copas do Mundo.

A tal da Bastilha era uma prisão que os revolucionários destruíram. O que me leva a crer que, se eu fosse o Bruno ou o Macarrão, torceria pra estourar uma revolução no Brasil logo logo, porque só assim pra eles terem alguma chance se sair do chilindró (nunca tinha usado essa palavra antes, estou feliz de ter tido a oportunidade).
Mas voltando um pouco à arrogância francesa que eu mencionei antes, acho que tudo é culpa de Napoleão. Afinal, imagina que merda você ser um líder conquistador baixinho? Todo mundo espera sua chegada com o cu na mão e quando você aparece é um nanico de um metro e meio de altura. Com certeza a galera dava uma risada, fazia piadinhas. E aí só com guilhotina e marra para recuperar o respeito.
Certamente essa atitude se refletiu na sociedade francesa nos séculos seguintes. É como se fossem 65 milhões de baixinhos folgados, em uma nação de Romários. Edith Piaf não me deixa mentir.
Mas é injusto só falar mal dos franceses, então vou fazer como eles sempre fizeram e vou me render.

Me render por exemplo às belezas de Paris. Não, não tô falando da Torre Eiffel, de Notre Dame ou do Arco do Triunfo. Mas das dançarinas do Moulin Rouge. Afinal, um país que transforma em patrimônio cultural nacional uma dança onde as mulheres jogam a perna pro alto pros homens poderem ver suas intimidades merece meu respeito. É como se a Surra de Bunda virasse o hino nacional no Brasil.

Por falar em hino, o da França é a famosa Marseillese, considerada por muitos (eu inclusive) o hino mais bonito do mundo. É mesmo sensacional, mas será que toda essa gente acharia a letra da Marseillese legal se entendessem francês? Afinal, uma letra que fala de crianças e mulheres degoladas não é bem algo muito acessível, né? Ou algo imaginaria o Balão Mágico cantando isso?
Enfim, não dá pra falar de França sem lembrar dos queijos e vinhos. Ou melhor, da culinária francesa como um todo, a mais famosa do planeta. Mas que pra mim não passa de mais uma maneira dos franceses serem escrotos com o resto do mundo.
Eles fazem a gente acreditar que tudo aquilo é fino pra convencerem a gente comer lesma, quantidades ridículas de comida por preços exorbitantes e ainda queijos que só não fedem mais do que os próprios franceses.

E como eles conseguem fazer tudo isso sem que a gente perceba? Embebedando o mundo com seus vinhos. E como ninguém é doido de recusar um merlot, um cabernet e principalmente um champanhe, eles enganam o mundo todo.
Esses franceses…