TV ao vivo, e a pessoa resolve se exibir. Tudo bem que tem cara de fake, mas a mínima chance de ser real torna obrigatório que eu coloque esse vídeo aqui. E não sei quem é mais idiota: a garota ou a repórter por tentar dar uma moral pra ela.
Copiar uma coisa (ok, vamos ser diretos: músicas, filmes, séries, etc) é roubo?
A animação abaixo tenta provar que não. Muita gente vai concordar com o vídeo, outras tantas vão discordar. O que é ótimo, já que a polêmica pode gerar uma discussão bem interessante.
O que é indiscutível é que a animação é muito bem feita e divertida:
Imaginem as obras de Picasso entrando em colisão com revistas de celebridade e virando uma coisa só.
As obras do artista argentino Pablo Lobato são mais ou menos isso. Ele ilustra celebridades do mundo pop e rock com os traços cubistas que eternizaram o pintor espanhol.
Nada como uma rapidinha, um jogo rápido, nenhuma análise muito apurada, indicações ou críticas, who knows? Bom vamos cortar o papo furado.
No tal Nelson Mandela Day assisti, por uma coincidência cretina, ao filme de Clint Eastwood: Invictus. Ainda não tinha conferido essa pérola recheada de clichés do eterno Dirty Harry. Apesar de uma atuação competente de Morgan Freeman como Mandela, o filme esbarra em momentos tocantes e ao mesmo tempo embaraçosos. Apelando para frases e discursos cheesy.
Mais vergonhoso ainda é Matt Damon sem passagens memoráveis, sem um destaque, isto é, trocá-lo por um ator de segundo escalão qualquer daria na mesma. Ok, ok, parece uma dura realidade, contudo através de sua majestosa direção, Clint consegue transformar todos os defeitos juntos em uma obra que não te empurra uma ideologia ou um cinema pretencioso e sim, uma película que resgata o básico do cinema: entreter e, quem sabe, emocionar.
Em outra situação cheia de clichés, poderia resumir o novo filme da Saga Crespúsculo, Eclipse, em algumas palavras: dúvidas adolescentes, vampiros brilhantes, lobisomens quentes, tesão enrústido, lutas, troca de atores, olhos vermelhos e muitos etc.
Entretanto esse novo capítulo cinematográfico confere um humor tão involuntário que dá mérito às atuações patéticas. Ignoremos o plot inicial e principal e nos prendemos as situações que incintam um ménage entre uma mortal, um lobisomen e um vampiro com toques de Brokeback Moutain. Ou a preparação para a batalha quase final?
Mas nem tudo é engraçado, afinal Edward continua com a face de eterno-chupador-de-limão (e acho a única coisa que ele chupa ou come) e aquele discurso cheio de pérolas, tentando ser um Don Juan diamantado mas está mais perto de um Ronnie Von de brilhantes (e eu prefiro o Ronnie original).
Rainbow Road é talvez a pista mais clássica de Mario Kart, e esse barbudo de meia-idade resolveu cantar sobre ela, como se fosse uma metáfora para o lugar que vamos depois da morte.