Essa é pra quem fala que música pop é tudo igual. Botaram as batidas de uma música da Kesha(Tik Tok), uma da Katy Perry(California Girls) e uma da Miley Cyrus (Permanent December) na mesma velocidade e tocaram as três ao mesmo tempo. O resultado, um pouco assustador, você vê no vídeo.
Bom, independente do que a gente ache disso, as três podem apertar o botãozinho aqui embaixo com vontade e a gente não. Então vou ficar quieto e me recolher a minha insignificância monetária.
Na hora do aperto, o que vale mais: o TOC de um obsessivo ou a vontade de cagar?
O curta Occupied mostra o desespero de alguém nessa situação:
E apesar do nome do curta ser em inglês, ele é do brasileiro Rodrigo Burdman, responsável pela épica animação Homo Erectus, inspirada num conto de Marcelino Freire e com narração do Paulo Cesar Pereio:
E por falar no Pereio, vocês já viram o trailer do documentário sobre ele? Pereio, Eu Te Odeio é dirigido pelo grande cartunista Allan Sieber, e por essa prévia, promete:
Esses dias eu estava lembrando dos meus desenhos preferidos da infância. Eram vários… Thundercats, Caverna do Dragão, até mesmo Cavalo de Fogo. Mas o favorito, acima de todos os outros, era He-Man e os Mestres do Universo. Eu gostava tanto de He-Man que tinha praticamente todos os bonecos, além – claro – do Castelo de Grayskull.
Só que depois de 20 e tantos anos, a gente já percebe algumas coisas estranhas que não chamavam nossa atenção aos 5 ou 6 anos de idade.
Pra começar, vamos falar da política de segurança falida de Eternia. Tudo bem que a PM aqui no Brasil não é lá muito eficiente também, mas será depender de um sujeito com cuecão peludo pra garantir a paz não é demais?
Se não dá pra derrotar o Esqueleto, pelo menos não daria pra fazer um cerco em volta da Serpente do Mal e manter o perigo longe da população? A impressão que eu tenho é que o Mentor era um funcionário público concursado que se acomodou com a estabilidade do emprego e vai levando seu trabalho com a barriga. Isso sem falar no nepotismo de dar emprego pra própria filha,a Teela. E tão incompetente quanto eles são os outros “heróis” de Eternia, como o Abelhão, Aríete e Stratos. Assim fica difícil.
Mas também, o que esperar de um governo que não é capaz sequer de proteger a própria filha e deixa que ela seja seqüestrada e viva em outro planeta por décadas? She-Ra é o resultado de pais negligentes. Não é à toa que tenha virado “rebelde”.
Menos mal que nos anos 80 isso resultasse em lutar contra os opressores de Etheria, porque se fosse hoje em dia ela provavelmente acabaria criando um videolog pra gritar de forma histérica contra as modinhas adolescentes. Já imaginaram que insuportável seria?
E a administração desastrosa do Rei Randor e da Rainha Marlena não pára por aí. O planeta tem dois seres mágicos. Um é a Feiticeira, sábia, poderosa, e que é responsável por dar a Adam o poder de He-Man e à Adora o poder de She-Ra. E o outro é o Gorpo, um atrapalhado anão voador que tem uma média de acertos nas suas magias proporcional ao Presto. E adivinha qual dos dois é o feiticeiro oficial da corte? Pois é, o alívio cômico.
Aí não é difícil entender porque o Esqueleto é tão folgado. E se bobear, ele poderia até mesmo implementar um governo melhor organizado. Claro, teria uma escravidãozinha aqui ou ali, mas os habitantes de Eternia já se fodem tanto com seus reis incompetentes que a vida deles nem ia piorar tanto. E pela burrice geral dessa gente, talvez eles até mereçam esse destino pior.
Afinal, só mesmo a imbecilidade coletiva consegue justificar o fato de ninguém perceber que o He-Man é o Príncipe Adam. Claro, o mesmo argumento poderia ser usado com o Super-Homem e outros heróis famosos. Mas no caso do Clark Kent, o óculos pelo menos tapa parte do rosto. Tem gente que fica razoavelmente diferente (que o digam as meninas feiosas que usam aqueles mega-óculos gigantes para parecerem mais bonitas – e até conseguem). Mas caramba, tudo o que o Adam faz é tirar a camisa e ficar bronzeado.
He-Man não passa de uma versão do Príncipe Adam passando férias em Búzios. Ou melhor, em Iguabinha, já que ele não me engana: tem a alma suburbana. Duvida? Então olha pra sobrancelha dele. É… aquele cabelinho ali é água oxigenada, nêm!
E o mais absurdo de tudo isso é que no fim do episódio ele ainda vinha dar lições de moral pras crianças. Peraí, você é um cara semi-nu, vascaíno, com cueca peluda e cabelo oxigenado com corte escroto de filhinho de mamãe. Quem é você pra dar lição de moral em alguém? Daqui a pouco as crianças vão estar pedindo conselhos pra algum go-go boy de boate gay achando que é a mesma coisa.
Não que tudo o que ele tivesse a dizer fosse absurdo. He-Man previu, por exemplo, a crise financeira mundial:
Mas finalmente, minha maior dúvida é: porque raios o nome do desenho era Mestres do Universo se He-Man e seus amigos não conseguiam ser mestres nem de Eternia inteira? O desenho era ótimo, bem divertido. Mas se fosse sincero, se chamaria He-Man e os Mestres da Vizinhança.
Tem coisas da nossa infância que é melhor ficarem apenas na nossa infância.
Simplesmente foda o trabalho do artista Thomas Allen.
Ele recorta capas de livros (principalmente pulp e aqueles romancezinhos de banca de jornal) pra criar pequenas cenas.
Como disse o Marcello Serpa, que indicou esse artista no twitter, não deve demorar pra alguma campanha publicitária usar essa estética como referência.
“Nós voltamos para a casa dele e começamos a nos beijar. Depois ficamos simplesmente deitados na cama dele conversando, quando ele começou do nada a beliscar meu cotovelo – forte! Eu perguntei o que ele estava fazendo e ele disse que sempre fazia isso, com quem quer que fosse que ele dividisse a cama, e me deu exemplos: ‘Cê sabe, tipo minha mãe e minhas irmãs’.”
Relato bizarro, né? Podia ser pior…
“Nós imediatamente nos demos bem. Ele era engraçado, inteligente e razoavelmente bonito. Depois do jantar, começamos a nos beijar na sala da casa dele. Quando ele tentou algo mais, deixei claro que não estava pronta para isso ainda. Em resposta, ele imediatamente abriu a calça, botou pra fora e começou a furiosamente se masturbar na minha frente.”
Esse vai além de bizarro: é nojento. Mas não é só mulher que sofre…
“No caminho entre o jantar e o cinema, um carro saiu de uma vaga sem dar a seta e me fechou. Ela gritou imediatamente para o motorista: ‘Seu judeu filho da p***’! Eu, obviamente surpreso, perguntei a ela o que a religião de alguém tem a ver com a forma como essa pessoa dirige. E aí ela começou um monólogo de 10 minutos sobre como os gays, negros e judeus (na verdade ela usou termos pejorativos ao invés de falar gays e negros) estavam destruindo os EUA. Em vez de ir ao cinema, deixei ela em casa. Duas semanas depois, ela me mandou uma mensagem dizendo: ‘Desculpa. Eu não queria ter insultado a sua gente’.”
Esses e outros relatos curiosos, toscos, bizarros, nojentos ou simplesmente engraçados estão no Awful First Dates.
Esse blog reúne as histórias de primeiros encontros que tiveram um resultado bem feio. Ou melhor, bem FAIL. E qualquer um pode mandar seu relato pra lá, que tem chances de entrar.
Uma boa sugestão pra você rir ou simplesmente para você perceber que, bem, sua vida amorosa podia estar bem pior. Fica a dica.