A internet mundial já produziu verdadeiros mitos do bizarro, além de consagrar outros de mídias tradicionais. E o Brasil tem sua boa safra nesse quesito. Agora, imaginem dois deles se encontrando.
Isso aconteceu, com Théo Becker se juntando com Felipe Dylon para cantar o primeiro sucesso(?) do antigo astro(?) juvenil. É tosquice demais junta, quase épico:
E as paródias e mashups inspirados em A Origem não param.
Dessa vez, em vez de pegarem o áudio do trailer do filme de Christopher Nolan e colocarem cenas de outro filme, recriaram tudo, numa paródia onde a trama não se trata de invadir o sonho dos outros, e sim de encher a cara. Hilário.
Ok, pode parecer um post galhofa, já que o refrão dessa música é basicamente um cara mandando a ex (e o atual namorado dela) se f*derem.
Mas na verdade essa nova música do Cee Lo (do Gnarls Barkley) é realmente muito boa, e a letra como um todo é excelente. Vale a pena dar o play, tanto pra rir quanto pra curtir um bom som:
E ainda tá sendo prometido um clipe pra valer, a ser lançado semana que vem.
Assim que eu comecei a fazer essa coluna do Baú dos Covers, me passaram o link do que viria a ser um dos meus blogs preferidos de música: o 1001 covers para se ouvir antes de morrer.
Eles listam várias versões bacanas. Algumas que você já viu por aqui, outras que não. E essa semana postaram um ranking feito pelo jornal britânico The Observer com os melhores covers da história na opinião tanto dos críticos quanto do público. O resultado completo tem aqui , mas abaixo vamos conferir os covers dessa lista que nós do Vida Ordinária curtimos mais.
Começando por um clássico, Tainted Love. Eu juro que não sabia que a versão do Soft Cell não era original:
Outra versão na lista do The Observer que é quase tão conhecida quanto a original é How Can You Mend a Broken Heart?, regravação do Al Green pra canção dos Bee Gees:
Vamos agora para coisas mais desconhecidas, como esse cover que Richard Thompson fez para Oops!… I Did It Again da Britney Spears. Eu nunca tinha ouvido antes, mas é genial, e faz você levar a sério essa música pela primeira vez na vida:
Bem antes do Smash Mouth assassinar o clássico dos Monkees, Robert Wyatt já havia gravado I’m A Believer, numa versão bem legal:
No ranking do The Observer não podia faltar uma menção aos Beatles, e aqui também não. É Dear Prudence, nas mãos de Siouxsie & The Banshees:
E pra encerrar o post de hoje, vamos ver como ficou Rocket Man, do Elton John, na voz da exótica Kate Bush:
Legais os covers eleitos pelos leitores e críticos do jornal inglês, né? Mas será que esses são mesmo os melhores covers de todos os tempos?
Em breve o Baú dos Covers vai começar uma eleição própria, onde vocês leitores do Vida Ordinária vão escolher o melhor cover da história. Fiquem ligados.
Se a gente já achava os covers caseiros brasileiros pra hits internacionais algo bizarro, essa dupla de garotas conseguiu se superar, e com uma música nacional.
É uma grande mistura de cover, nado sincronizado, péssima edição e muita vergonha alheia num clipe tosco de Lua de Cristal: