Desde semana passada e continuando pelas próximas semanas o Baú dos Covers está dando lugar à Copa dos Covers, onde você vai ajudar a eleger o melhor cover de todos os tempos.
Como funciona: igualzinho à Copa do Mundo de futebol. Eu e alguns dos outros autores e editores do Vida Ordinária selecionamos os nossos covers favoritos e montamos uma lista com os 32 finalistas. Essas 32 versões foram sorteadas aleatoriamente em 8 grupos de 4. Cada semana você vota aqui no seu cover preferido de cada grupo e os 2 mais votados se classificam. A partir daí, é mata-mata, com confronto diretos desde as oitavas de final até a grande decisão. Sempre com tudo definido pelo seu voto.
No grupo A os classificados foram:
1º Lugar: I Will Survive (Cake/Gloria Gaynor)
2º Lugar: Mad World (Gary Jules/Tears For Fears)
Já no grupo B, deu o seguinte resultado:
1º Lugar: Over The Rainbow (Israel “Iz” Kamakawiwo’ole/Judy Garland)
2º Lugar: Girl, You’ll Be A Woman Soon (Urge Overkill/Neil Diamond)
Hoje é dia de votar nos grupos C e D. Vamos lá!
Grupo C:
- I Just Don’t Know What To Do With Myself Original: Tommy Hunt Cover: The White Stripes
Composta por Burt Bacharach, I Just Don’t Know What To Do with Myself foi gravada originalmente por Tommy Hunt, e depois recebeu diversas versões, sendo que a mais famosa foi a do Dusty Springfield.
Isso até 2003, quando o White Stripes resolveu gravar essa música e criou um cover marcante não somente pela sua qualidade sonora, mas também pelo clipe dirigido por Sofia Coppola que consistia basicamente na Kate Moss fazendo pole dancing só de lingerie.
- Live And Let Die Original: Paul McCartney & The Wings Cover: Guns’n’Roses
Quando a franquia de James Bond estava preparando o filme 007 – Viva e Deixe Morrer, chamou Paul McCartney para fazer a sempre desejada música-tema do longa. E assim ele e sua banda na época, o The Wings, criaram esse verdadeiro clássico.
Clássico que foi revisitado anos depois pelos Guns’n’Roses. E a versão de Axl, Slash e cia acabou ficando tão famosa quanto (se não mais) a original.
- What A Wonderful World Original: Louis Armstrong Cover: Joey Ramone
Um dos maiores clássicos de exaltação à vida e ao mundo é What A Wonderful World, imortalizada na voz de Louis Armstrong.
Mas se no original o que temos é uma contemplação, uma admiração do mundo, na versão de Joey Ramone temos o entusiasmo e a energia do punk. É um mundo maravilhoso, foda pra caralho, porra!
- With A Little Help From My Friends Original: The Beatles Cover: Joe Cocker
Talvez aquele que seja o cover favorito a vencer essa Copa dos Covers no fim. Não somente Joe Cocker fez uma versão fantástica dessa canção dos Beatles, como conseguiu de forma quase unânime ser considerado melhor que o original. E ser considerado melhor que os Beatles não é fácil.
Um verdadeiro clássico, inesquecível tanto para a geração Woodstock que conferiu o nascimento dessa versão ao vivo, como para todos nós que crescemos nos anos 80 e 90 e nos acostumamos a ver Anos Incríveis sempre começando com essa voz rouca cantando “What would you if I sang out of tune?”.
Agora é hora de votar!
Diz aí qual dos covers desse grupo C você prefere e quer ver avançando de fase nessa Copa dos Covers do Vida Ordinária:
Copa dos Covers: quais são os dois melhores covers do Grupo C?
With A Little Help From My Friends (Joe Cocker/The Beatles) (61%, 75 Votes)
What A Wonderful World (Joey Ramone/Louis Armstrong) (33%, 40 Votes)
Live And Let Die (Guns'n'Roses/Paul McCartney & The Wings) (21%, 26 Votes)
I Just Don't Know What to Do with Myself (The White Stripes/Tommy Hunt) (32%, 39 Votes)
Total Voters: 122
Grupo D:
- Hallelujah Original: Leonard Cohen Cover: Jeff Buckley
Composta e lançada em 1984 porLeonard Cohen, Hallelujah só caiu no gosto popular depois de um cover de John Cale.
Mas foi na versão do Jeff Buckley, de 10 anos depois, que ela se tornou realmente épica, a ponto de ser a base para os covers que surgiram desde então.
- Killing Me Softly Original: Roberta Flack Cover: The Fugees
Originalmente os Fugees iam entrar aqui com o cover de Can’t Take My Eyes Off You, mas o clássico de Frank Vallie tão regravado (inclusive pelo Muse, que também está nesse grupo da nossa Copa dos Covers), acabou dando lugar a uma versão épica do grupo de R&B: Killing Me Softly.
O que a canção de Roberta Flack tem de fãs, tem também de gente que a acha breguíssima. Até por isso o mérito de Lauryn Hill, Wycleaf Jean e Pras Michel é maior. Conseguiram fazer Killing Me Soflty soar cool.
- Crying In The Rain Original: The Everly Brothers Cover: A-Ha
Nos anos 60, quando os grupos vocais bombavam, os Everly Brothers lançaram esse lamento com jeitão de serenata. Se tornou um verdadeiro clássico por décadas, como esse memorável comercial de Laka pode confirmar.
Quase 30 anos depois foi a vez de outro grupo vocal, mas bem diferente, gravar Crying In The Rain. Era o trio norueguês pop A-ha, que deu um fôlego novo a essa música consagrada.
- Feeling Good Original: Nina Simone Cover: Muse
Nina Simone em 1965 gravou Feeling Good em uma versão que foi um verdadeiro marco. Nenhuma outra regravação dessa canção chegou aos pés dessa por 36 anos.
Até que veio o Muse e fez o seu cover, um dos mais conhecidos e elogiados da década.
Feeling Good do Muse foi, inclusive, eleito essa semana pela revista britânica NME o melhor cover de todos os tempos. Mas como pra gente não interessa a opinião dos leitores ingleses, e sim a sua, é hora de votar!
Qual dos covers do grupo D você acha o melhor? Os dois mais votados passam de fase e enfrentam os classificados do grupo C:
Copa dos Covers: quais são os dois melhores covers do Grupo D?
Feeling Good (Muse/Nina Simone) (42%, 43 Votes)
Crying in the Rain (A-Ha/The Everly Brothers) (30%, 31 Votes)
Killing Me Softly (The Fugees/Roberta Flack) (30%, 31 Votes)
E as cores voltaram! Mas não precisa se preocupar, porque aqui não tem vez pros meninos do Restart!
Começando com 5 valendo só por uma foto. Tchau-tchau P&B e que venham as cores com: Arthur Sales, Brandon Clement, Justin Hopwood, Matthew Coatsworth e Ryan Koning.
Na sequência, temos a estreia do Alexandre Cunha com seu olhar sedutor. A figurinha repetida que não cansa ninguém Andres Velencoso Segura em dose dupla. O time lá de cima dessa vez maior: Arthur Sales, Brandon Clement, Justin Hopwood, Matthew Coatsworth e Ryan Koning. Aposto que na presença do Danny Schwar ninguém sai enjoado desse passeio de barco. Acho que respingaram água no Gen Huisman ou será isso suor? #ficaaduvida. Kerry Degman e seu carão. Luis Borges e seu cabelão black power. Malte Paulsen fazendo pose. Marco Fernandez trazendo mais cores pra cá. Max Rogers se escondendo. Michael Camiloto de litras, mas quem vai preso é o Sean O’Pry. Texas Olsson ficou meio sem entender a piada. Vinicius Costa arrasando nas cores e Will Chalker tirando o chapéu. Ufa, chega de história, confere a galeria e bom fim de semana!
Natalia Pinheiro Apaixonada por tipografia, viagens, sorvete e chocolate. Nas horas vagas, ataca de mestre-cuca e é chamada de maluca, mas é tudo mentira.
De vez em quando brotam na internet essas pessoas bizarras que imitam jogos, caso fossem reais. Os mais geniais até agora foram o Tetris, Resident Evil 4 e o Frogger. Agora, podemos incluir na lista o Lemmings da vida real.