12/10 2010
Magneto estava certo?

Depois de tantos FAILs de parkour na nossa seção preferida de idiotices, Erik Mukhametshin mostra que quando a pessoa manda bem, não tem falta de noção que atrapalhe:

Foda!

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

12/10 2010
A verdade sobre Crepúsculo

Uma verdade escancarada que só as fãs não percebem…

Feito pelo Renan Lima.

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

12/10 2010
Dia das crianças… caírem na porrada!

Um curta muito bem-feito que mostra todo o lado singelo, puro, violento e brutal de ser criança. O gordinho ruivo é sinistro:

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

11/10 2010
O melhor vídeo de casamento do mundo

Pra algumas pessoas não basta casa, tem que ser cafona. No caso desse casal, tem que superar todos os limites do mau gosto. Fica aí pra vocês essa mistura de vídeo de casamento, apresentação de Power Point, Street Fighter, efeitos especiais de novela da Record e um casal muito feio.

Especialista em achar bizarrices na internet, rir da desgraça alheia e falar mal de tudo. Resumindo: o capeta em forma de guri.

11/10 2010
Simpsons + Banksy

O genial artista de rua Banksy foi convidado pela produção dos Simpsons[bb] para fazer a abertura do desenho no episódio desse último domingo.

O resultado não poderia ser outro: polêmico, subversivo e brilhante. Até me surpreende a Fox ter deixado isso ir ao ar:

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11/10 2010
The Runaways – Garotas do Rock

The Runaways foi uma banda formada nos anos 1970 com o intuito de ter uma formação composta somente por mulheres, entre elas Joan Jett – famosa pelo hit “I Love Rock n Roll”. Este ano com produção da própria Joan somos presenteados com uma – quase – cinebiografia.

Quando ressalto o quase é porque na verdade o filme apenas enfoca na formação de Joan Jett e Cherry Currie, e em menor escala na do produtor Kim Fowley – o melhor e mais controverso personagem da trama – à procura de uma nova sensação no mundo do Rock. Todo esse enfoque é claro, pois nunca sabemos como a guitarrista Lita e a baixista Jackie Fox entraram para banda (detalhe que a baixista não tem falas no filme). Por tanto a película tem um ar mais romantizado na relação de Joan e Cherry – que antes mesmo de formarem a banda já se conheciam por trocas de olhares em boates.

Cherry é de longe a pior caracterização, de criança prodígio-irritante em filmes de Steven Spielberg, Dakota Fanning não consegue em um só segundo dar o ar sexy e a força que sua personagem exige, apenas vemos que todos sentem uma atração inexorável pela menina de 15 anos. Sua personagem é tão pouco desenvolvida que nem é citado que sua irmã Mary é sua gêmea – o que levantaria pontos interessantes sobre a relação tão intensa das duas. Com a faceta de plagiadora de Bowie e uma cena de vergonha alheia num concurso da escola, a personagem não consegue nem ao menos chegar a um tom caricato. E sua força dramática chega ao zero absoluto quando ela tem desmaios (devido às drogas e álcool) e quando larga a banda por querer ficar com a família.

Por outro lado, e talvez nada esteja perdido nessa vida, a Joan Jett encarnada por Kristen Stewart está contida e o.k., como a dyke-bad-boy que compõe para a banda e que por ventura é a que mais caracteriza a atitude rock n roll do começo ao fim das Runaways. A vontade sem fim de alcançar o estrelado como ícone punk e a força de suas letras, ela é a imagem que a banda quer transmitir. Todavia, não seria possível Joan Jett estar tão bem retratada se o produtor Kim Fowley não estivesse ao seu lado dando gritos, falando de revoltas, testosterona, paus, etc. Michael Shannon rouba as melhores cenas para si como quando diz “Não quero mais ver falsos roqueiros usando batom e beijando o pau um do outro” para na próxima cena, e na anterior, ele estar trajado como um verdadeiro fã de Bowie da época.

E se como cinebiografia The Runaways – com o péssimo subtítulo de Garotas do Rock (eu teria colocado As Fugitivas para ficar mais cretino) – não funciona, ele tem como grande mérito três pontos: a reconstituição de uma época e sua juventude, uma fotografia exuberante (concebida por Benoit Debie, que fez Irreversível) e uma montagem – principalmente nas cenas de shows – competente. Irônico citar as cenas dos shows, porque tudo que estava errado na caracterização de Cherry torna-se grandioso pela escolha de cortes e closes nos momentos de performances da banda (e alguns devaneios, como o primeiro beijo entre ela e Joan, com um corte magnífico de uma pista de patinação para um fundo todo vermelho).

Se a sua procura é por um filme que fará com que a nova geração de moderninhos vejam como era feito o rock antigamente, passe longe desse exemplar, ele é apenas aconselhável como mero entretenimento sobre romantismo e costumes dos jovens na época, onde tudo era excitante e liberado (ok, e se você tem tara nas duas atrizes principais se pegando, mas já aviso que é bem rápido).

Além de falar sobre horóscopo quando suas citações não surtem efeito, só a banalidade o interessa ultimamente.

11/10 2010
Magneto estava certo (parte 163)

Pior do que ser imbecil por acidente, é ser imbecil com intenção (e ainda pagar cofrinho durante o processo):

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10/10 2010
Preconceito no Brasil

Viva a hipocrisia:

Via Will Tirando.

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