Na hora H, existem muitas expressões que o homem ou a mulher falam na empolgação do momento. Esse guia que a gente traduziu do MadAtoms ajuda a entender cada uma delas.

“Você gosta disso?”
Tradução: “Eu realmente espero que você goste disso, porque eu gosto muito. Mas se você não curtir, por favor me fale para que a gente possa mudar as coisas.”
“Manda ver!”
Tradução: “Pode continuar desse jeito, mas dá pra ir um pouco mais rápido?”
“Você um(a) safadinho(a)”
Tradução: “Só pra ficar claro, não estou de julgando de uma maneira negativa. Pra falar a verdade, sou inclusive um grande fã do que está acontecendo agora.”
“Seu gosto é tão bom.”
Tradução: “Muito obrigado por ter lavado sua genitália nas últimas horas.”
“Você me deixa tão excitado(a)”
Tradução: “Estou extremamente excitado nesse momento, mas estou numa idade onde isso com certeza não deve durar. Então vamos parar com as preliminares e começar pra valer.”
“Onde você quer que eu bote?”
Tradução: “Olha, nós dois sabemos muito bem que você não vai responder ‘na bunda’, mas é minha obrigação te perguntar.”
“Quem é o seu papai?”
Tradução: “Essa é a deixa para você ir adiante e dizer meu nome. Ou simplesmente responder ‘você’, caso você não saiba meu nome. Só, por favor, não diga o nome do seu pai de verdade, ou vou perder minha ereção.”
“Bate mais forte!”
Tradução: “…mas com bom senso. Nada de deixar hematomas.”
“Sou sua putinha suja e sua escrava sexual, papaizinho.”
Tradução: “Oi, você conhece um bom analista?”
“Seu corpo é um paraíso”
Tradução: “Sou gay.”
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Conhecer os Estados Unidos é fácil. Talvez não fisicamente, já que não é algo necessariamente barato, e atravessar a fronteira do México correndo é um pouco arriscado. Mas a influência dessa potência nas nossas vidas é tão grande que acabamos tendo uma certa noção sobre a terra do Tio Sam. Só que conhecer é uma coisa, e compreender é outra. É isso que nossa coluna vai tentar fazer hoje.
É até curioso que um dos símbolos do país seja o Tio Sam, porque realmente é isso que ele parece: um tio pederasta que molesta os sobrinhos (países da América do Sul) e tira toda sua inocência (dinheiro, dignidade…). Não que eu seja anti-americano nem nada, mas é fato que nas últimas décadas eles meio que mandaram e desmandaram por aqui, f**endo a vida de muita gente.

Bem legal essa série de ilustrações minimalistas de Vahram Muratyan comparando algumas particularidades da capital francesa com a grande metrópole americana.

Na última sexta-feira o convidado do Programa do Jô foi Eduardo Sterblitch, mais conhecido pelos seus personagens do Pânico na TV: Cesar Polvilho, Freddie Mercury Prateado e Ursinho Gente Fina.
E se como entrevista não foi tão completa quanto a do Marcelo Adnet, como humor foi espetacular. O cara é absolutamente louco e enquanto tomava uísque com o Jô (fake ou não? você decide) fez uma das entrevistas mais hilárias que eu já vi.
Vale muito a pena:
Tem mais 4 partes dessa entrevista. Clique aqui para ver todas elas na continuação desse post.
Google, Yahoo, Twitter e Facebook: desculpe, mas vocês perderam.
Seus escritórios podem ser bacanas, criativos e tal, mas não dá pra superar esse conceito criado por uma empresa belga que transforma o escritório inteiro em um mini-pinball.

Melhor que isso, só se tivesse uma bolinha frenética acertando os funcionários distraídos e batendo em tudo.