Hoje o Baú dos Covers volta às origens e faz um especial com versões de uma mesma música. E estamos falando de uma das maiores canções de todos os tempos: My Way.
My Way que, imortalizada na voz de Frank Sinatra com as letras de Paul Anka sobre um homem à beira da morte, não passa de uma versão de uma música francesa chamada Comme D’habitude.
Então, pra começar esse especial, vamos ver o cover que se tornou tão clássico que todo mundo pensa que é o original:
Gravada pelo Blue Eyes em 68, a música se popularizou e nos anos 70 ninguém menos que Elvis Presley também cantava ela nos seus shows:
Se o arranjo da versão do Elvis ainda é parecido com a do Frank, não podemos acusar Sid Vicious e seu Sex Pistols da mesma coisa. O cover da banda punk para My Way é cheio de ironia, deboche e não é à toa que se tornou mais que consagrado:
Um vídeo que já se tornou um clássico da Internet, mas que não podia faltar nessa coluna. Se o preconceito contra loiras é besteira, essa idiota daí não ajudou nada a mudar o estereótipo:
Hoje faz duas semanas que nasceu o maior fenômeno recente da Internet, capaz de suplantar qualquer outro meme e de deixar até Charlie Sheen em segundo plano.
E é justamente por causa disso, por ontem ter sido quinta, hoje ser sexta, e estarmos estarmos estarmos tão excitados, que hoje vamos entender Rebecca Black.
Ao contrário de outros textos dessa coluna, vamos realmente tentar entender esse fenômeno, e não necessariamente zoar a pobre (nem tanto, já que deu uma grana praqueles produtores da Ark Music Factory) garota de 13 anos. Até porque, se fosse pra zoar uma criança, que fosse a amiga de rosa totalmente sem coordenação motora dançando do lado dela.