“Nesse outono decidimos fazer algo de diferente…”
Finalmente.
Se tem uma palavra que resume esse dia é finalmente.
Depois de 3 aniversários prometendo um visual novo, exclusivo do Vida Ordinária, enfim cumprimos. A espera foi longa, mas o resultado fez valer a pena essa demora. Bem-vindos à nova cara do VO.
Olhem bem para essa imagem abaixo, porque vai ser a última vez que vocês vão vê-la aqui:

CHEGA DESSE AZUL BEBÊ!
E chega de templates prontos que não expressam a personalidade do blog e nem da galera que escreve aqui. Hoje o VO finalmente passa a ter um visual própria. Mas isso graças a 3 pessoas a quem devemos nossos agradecimentos.
Essa mudança começou há mais um ano, quando minha amiga Louise Haas gentilmente fez nosso logo. Quem segue a gente no twitter ou no Facebook já via ele frequentemente, mas finalmente ele está onde é mais importante: no header do blog.

Um logo que não apenas é mais bonito que o anterior (aliás, há quase 2 anos que sequer vínhamos usando um logo no layout) como ainda passa exatamente o espírito do blog, de tentar trazer o extraordinário dentro da nossa vida ordinária, com a exclamação que se forma com nossas iniciais V e O.
A outra pessoa a agradecer é da casa, o editor do VO desde praticamente seu comecinho, Bruno Tavares, que alguns meses atrás criou esse visual que vocês estão vendo.
Mas não adiantaria nada se não tivéssemos alguém para transformar esse layout em realidade de botá-lo pra funcionar, programando o blog. E esse alguém foi simplesmente uma das primeiras pessoas a ajudar o VO com dicas lááá em 2008 e o blogueiro de mão cheia por trás do Arte e Vício: o grande Barba. Recomendo muito a qualquer um que precise de um programador.
A gente agradece a essas 3 pessoas porque elas permitiram que o visual do VO combine melhor com o que realmente interessa: o conteúdo.
E é isso que a gente quer mostrar essa semana, onde vocês vão poder ver posts especiais de todas as nossas principais colunas e seções. Então fiquem à vontade pra entrar na nossa nova casa. E pela primeira vez não vamos precisar dizer “não repara na bagunça”.
Mas contem aí: o que acharam?
“E teve boatos que o Vida Ordinária estava na pior.
Se isso é estar na pior… PORRÁN…
que que qué dizê tá bem, né?”