A Ilha de Phi Phi é, em minha opinião, o melhor ponto da costa de Andaman na Tailândia.
A ilha ficou famosa por causa de Maya Beach, a praia onde Leonardo Di Caprio gravou o filme A Praia. Se viu o filme sabe do que estou falando, se não viu vale mais a pena ver as fotos do que o filme que é horroroso.
Para ir a Phi Phi a melhor maneira é pegar um avião até Phuket e pegar uma barca até Phi Phi(ao lado foto da popa do barco). As barcas saem da marina em 3 horários por dia (8:30, 13:30 e 14:30) e o ingresso pode ser comprado em qualquer agência do aeroporto mesmo ou lá na hora. O trajeto dura cerca de 2 horas. A ilha é bem simpática, extremamente informal e cheio de gringo (australianos, suecos, franceses, etc.) andando descalços, de roupas de praia, sem a menor cerimônia. Isso dá um ar bem descontraído para o lugar. Como era ir pra praia antigamente, onde todo mundo andava desleixado mesmo por que bem, era férias sabe?
A ilha é pequena, em 20 minutos a pé você mata ela inteira. A maior parte dela é formada por becos e ruelas onde o chão é de terra e as construções pequenas. Apesar disso você consegue uma infraestrutura bem razoável para turismo.
O Natal tá chegando e nessa época é fácil errar a mão na hora de comprar o papel para embrulhar os presentes. Quase todo ano as pessoas sobram com 2 metros de um papel decorado com Papai Noel que só vai ocupar espaço no armário até o ano seguinte.
Mas com essa idéia dos designers Fabio Milito e Francesca Guidotti, o que sobrar pode ser usado antes. É um papel de presente com caça-palavras, que serve para a maioria das ocasiões em que você presenteia alguém.
Desde que foi criado, no fim dos anos 30, até hoje, Batman já rendeu muito mais do que histórias em quadrinhos clássicas. Foram vários filmes e séries que passaram do tosco e bizarro até o incrível. Incluindo aí, é claro, a série dos anos 60 que conseguiu, de tão bizarra que era, ser incrível e inesquecível.
E os pôsteres dessas várias versões conseguem contar também uma curiosa evolução do design (embora nem sempre tenha sido uma evolução, né Joel Schumacher?) desde aquela época.
Depois do jump vocês conferem os cartazes do Batman década a década, até os mais recentes.
Mais uma vez o fim de ano se aproxima e junto dele as já tradicionais retrospectivas do VO.
E esse ano a gente começa falando das músicas mais marcantes de 2011, seja pela qualidade, pela fama ou pelo impacto. Um mix dos três. Não que explicar isso faça diferença, já que vão xingar a lista mesmo (se não xingassem todo ano não ia ter a mesma graça).
Agora vamos parar de delongas e conferir, depois do jump, as 15 músicas mais marcantes de 2011, segundo o Vida Ordinária.
Esse não é um blog de propaganda, mas como muitos dos autores desse blog são publicitários (inclusive eu), vale a pena conferir esse infográfico do Big Orange Slide mostrando a anatomia de uma agência.
É claro que nem tudo é assim, mas a brincadeira passa bem perto da realidade: