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Escrito por Alexandre Esposito

O Lobo do BuzzFeed


Em O Lobo de Wall Street vimos os bastidores do mundo cão das bolsas de valores. Mas nessa paródia, o que a gente vê é a história por trás das manchetes sensacionalistas e da caçada incansável por cliques de um dos blogs mais famosos do mundo: o BuzzFeed.

Para quem já entrou lá (ou seja, praticamente todo mundo com uma conexão de Internet, é impossível não rir:

Playlist VO – Lollapalooza 2014


Esse fim de semana tem Lollapalooza. E se, como eu, você vai nos dois dias, é melhor já ir entrando no clima. Fiz essa playlist com alguns dos principais artistas, pra todos os gostos (e rolou até união de dois deles, com um remix do Disclosure para a Lorde).

Ouve aí e se prepara para sábado e domingo:

Lollapalooza 2014 by Alexandre Esposito on Grooveshark

Era uma vez…


Captura de Tela 2014-03-28 às 10.52.32

Era uma vez uma princesa aprisionada em uma torre por um dragão.

O príncipe, nobre e valente, montou em seu cavalo e partiu para salvá-la, mas não conseguiu sair do seu castelo, pois milhares de aldeões protestavam contra a falta de legitimidade de um governo monárquico sem qualquer representatividade efetiva dos ensejos da população.

Os aldeões depuseram o príncipe, formaram uma constituinte e instituíram uma democracia, vivendo felizes para sempre.

O príncipe se aproveitou da fama para se eleger deputado e continuar mamando nas tetas do governo, vivendo feliz para sempre.

E a princesa finalmente percebeu que é uma mulher forte e independente que não precisa de nenhum homem para salvá-la. Matou o dragão sozinha e fugiu da torre, mas acabou não vivendo feliz para sempre porque toda semana algum ativista do PETA ataca ela com um balde de tinta por ter matado uma criatura mitológica ameaçada de extinção.

FIM

O escritor


*A partir de hoje, sem periodicidade especifica, vou usar esse espaço pra publicar alguns microcontos e outros textos mais pessoais que eu faço. Espero que curtam.*

Screen Shot 2014-03-27 at 12.07.32 PM

Toda semana o escritor via na Internet centenas de pessoas (em algumas ocasiões até milhares) compartilhando algum texto que ele supostamente tinha escrito. Tinha dias em que o texto era bom, tinha dias em que era uma merda. Era chamado de gênio por muitos, e de cretino por outros tantos. Em comum, só uma coisa: o texto nunca era realmente dele. Como gostavam de atribuir a ele coisas que ele jamais teria escrito.

Até que um dia reconheceu um texto realmente seu. Era um dos seus preferidos. Sua obra-prima.

Abriu um sorriso e clicou no link, até que viu, ali no finzinho: “Autor: Anônimo”.

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