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Escrito por Alexandre Esposito

Magneto estava certo (parte 13)


Relembrando a explicação dessa seção:

Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.

Balanços de jardim


Você vai se sentir num filme de Tim Burton, ou num livro de fantasia, ou sei lá onde. Só sei que esses balanços para jardim são bem fodas. Bonitos, diferentes, beeem lúdicos.

Só cuidado para não prender essa parada numa árvore fraca, porque senão esse cenário de sonhos vira um tombo digno de pesadelos.

Via Freshome.

Magneto estava certo (parte 12)


Relembrando a explicação dessa seção:

Magneto é a favor da extinção humana. Nos acha uma espécie inferior, um bando de merdas imbecis que merecem a morte imediata. Eu geralmente discordo dele, até por pertencer a essa espécie. Mas em alguns casos, a estupidez humana supera os limites aceitáveis e eu não tenho como negar: Magneto estava certo.

Moleque imbecil, queimando o filme dos gordos (sem trocadilho com o queimando).

Via chongas.

De volta a Beverly Hills


Acabou de estrear nos EUA a série 90210, que é nada mais nada menos que uma nova versão pra já clássica Barrados no Baile. E hoje assisti aos dois primeiros episódios.

De igual, o tema (dois irmãos chegam em Los Angeles do interior), o cenário (West Beverly High) e alguns personagens, como a Kelly e a Brenda, que de protagonistas da série original viram secundárias nessa, e Nat, o dono gente fina do Peach Pit, aquela lanchonete.

Devo dizer que, pelo menos até aqui, é só isso que as duas séries têm em comum. Não que a original fosse um primor de qualidade, pelo contrário. Mas o lado tosco e os roteiros ruins não deixavam de ser simpáticos e o todo tinha uma certa coerência. Não era boa, mas divertia.

Enquanto isso, 91210 parece estar tão perdida quanto sua nova protagonista afirma estar no começo do piloto (logo antes de entrar a abertura com a mesma música-tema do passado). O problema é que a série tenta passear entre o tom da série antiga e de séries mais recentes, só que acaba sendo uma grande bagunça boba.

O elenco dessa nova versão é ainda pior que o original (destaque negativo para o pai da dupla de protagonistas), os plots pareceram absurdamente corridos e forçados, e acho que o diretor andou assistindo Skins (veja o review do VO sobre Skins aqui) e resolveu imitar o estilo da série inglesa em alguns momentos. O lance é que ele não conseguiu.

Nem digo que a série não possa engrenar. A curiosidade do público e alguns links com a série antiga feitos justamente pros fãs (além de locais e personagens, tem pequenos toques, como a apresentadora do jornal da escola ter o sobrenome Zuckerman-Vasquez, o que indica que ela é filha da Andrea, por exemplo) devem garantir uma boa audiência pelo menos por enquanto.

Mas se quiser ter a longevidade da original (durou 10 anos!) vai ter que se decidir por um rumo. Mas por outro lado, é sempre bom ver Shannen Doherty e Jennie Garth na mesma tela (mesmo que não tenham mais seus 18 aninhos).

How you doin’?


Hoje me bateu uma saudade de Friends. Não dos episódios em si, já que eu tenho todos as temporadas aqui na minha estante, e, mesmo se não tivesse, tem a Warner com suas reprises ad eternum.

Mas sinto falta daquela expectativa de meses por uma temporada nova, depois de um season finale como o do I take you Rachel, por exemplo. Mais ou menos o que a gente vive hoje em dia com Lost. Eu sei que boa parte dos fãs de Friends atualmente foram criados justamente pelas reprises ou pelos DVDs, ou começaram a ver nas últimas (e menos inspiradas) temporadas, e por isso nunca viveram essa espera com a série, aquele gostinho de episódio novo. Mas sei lá, hoje me bateu essa saudade.

E pra isso, nada melhor que um rápido revival, com essa seleção de cenas em que o Joey manda seu clássico “How you doin’?”. Engraçado que, apesar de eu sempre ter achado ele bem engraçado, ele sempre foi, dos 3 caras, o que eu menos curtia, mas reparo que hoje em dia ele é o personagem mais popular da série (talvez porque deu uma guinada nas últimas temporadas, enquanto o Ross deu uma caída e o Chandler, que era disparado o mais engraçado, perdeu metade da graça depois de casar com a Monica). Mas vai lá, pra gente relembrar:

Se bobear algum dia desses faço outro revival de Friends com uma coisa que dá mais saudades ainda: a saiazinha xadrez da Rachel das primeiras temporadas.

What Teachers Make


Tava lendo meus feeds hoje cedo quando vi esse post no Update or Die sobre o World’s Best Presentation Contest, um concurso que, como o nome já deixa claro, premia as melhores apresentações. Aí resolvi ver as que o autor do post recomendou, e uma delas (que sequer ganhou nada) me deixou arrepiado. Realmente emocionado e arrepiado.

É um poema , do “slam poet” e professor Taylor Mali (slam poetry, de acordo com a Wikipedia, é um tipo de poesia recitada ao vivo onde os poetas competem entre si sendo julgados por membros previamente selecionados na platéia).

Ele fala, de forma eloqüente, sobre um jantar onde ele, como professor, foi ironizado, e depois questionado sobre o que os professores fazem.

Ele respondeu, com honestidade. E depois cedeu esse poema para que fizessem uma apresentação naquele velho esqueminha de “Pulp Fiction in Typography”. Bom pra quem servir de legenda pra quem não entender direito, mas também dá pra achar o discurso com ele falando de microfone em punho no Youtube diante de uma platéia insandecida (aqui, mais especificamente).

Veja abaixo:

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