12/01 2012
Os 10 melhores vilões da Disney

A minha saborosa infância, como a de vários de vocês, foi marcada pelos longas-metragens de animação da Disney.

Cada menina se identificava mais com uma princesa, cada menino se via encarnado em um valentão, todo mundo torcia por um final feliz. Mas pouca atenção se dava aos antagonistas, sempre mirabolantes em suas tentativas de promover o fracasso dos bonzinhos.

E é essa loucura dos vilões que passou a me cativar de uns anos pra cá, quando revia no DVD algum clássico do nosso amigo Mickey Mouse. Daí o Alexandre me contou de rankings que vinham rolando na web sobre os personagens mais impagáveis, e né, resolvi copiar a ideia, mas com as melhores intenções.

Então deixa a maldade no seu coração vir à tona com essa lista, que um pouquinho de nostalgia não faz mal a ninguém!

São os 10 maiores vilões do universo Disney.

Natália mora no subúrbio e anda de kombi. Ex-publicitária, hoje ganha a vida na fanfarronice, organizando eventos. Um dia vai ser dona de uma praça, e nela, vai reunir todas as flores, objetos e pessoas encantadoras do mundo.

26/08 2010
7 técnicas altamente eficazes para uma viagem (um pouco mais) saudável de ônibus

Por um bom tempo, defini a ida da minha casa até faculdade e trabalho com uma palavra: caos.

Quem depende de condução todo santo dia, sabe bem do que tô falando: ônibus lotados, motoristas abusados, horários aleatórios, engarrafamentos infinitos e pessoas (pessoas?) sem-noção. Puro estresse.

Hoje, após décadas de experiência, desenvolvi um olhar meio budista em relação ao momento. O que era pavoroso se transformou em “experiência antropológica”. De vez em quando engraçado, de vez em sempre lamentável. Mas não dá pra dizer que falta história pra contar.

Juntei minhas percepções e criei algumas dicas para que o seu trajeto diário no coletivo também ganhe uma aura de leveza e completa harmonização mental… Ou não.


Sempre cabe mais um

- Descubra o assento que te faz mais feliz

E repita sempre que puder. Depois de certo tempo, aquele troço vira tipo uma cadeira de estimação, uma das poltronas que a gente cria um afeto, projetada pro cochilo, uma coisa meio casa-da-vovó. Daí, a viagem passa mais rápido, mais tranqüila, mais tenra. (L)

- Lidando com velhinhos carentes

Se você for um bom samaritano ou estiver cavando uma vaga no céu, lide. Do contrário, ignore. O que eles têm de fofinhos, têm de abusados. E se deixar, vão alugar você pra uma espécie de terapia ocupacional, naquele lance de contar sua saga de vida ao longo dos OITENTA E SETE ANOS, quem sabe te acompanhar no trabalho e ainda querer uns afagos.

Olha que aprendi na marra: da última vez que dei confiança a um deles, o velhote simplesmente resolveu me distribuir abraços e pedir um beijo. NÃO, sabe? Uma boa solução é simular um sono profundo. Se o véio falar sozinho: esclerosou.


Vale nada

- Grávida ou Parruda? O Enigma do Século

Muito, mas MUITO cuidado antes de oferecer o assento! Já presenciei uns casos de gente que confundiu e ó, só constrangimento. Dica: barriga não é tudo.

Melhor dar uma checada geral: braços magros, pés inchados, uma lordose braba. Mulher meio que sabe diferenciar. Na dúvida, não ceda. Antes ganhar um tersol, do que ofender uma gordinha feliz.

- Abstraindo o cecê do amiguinho em pé ao seu lado

Essa é pra quem acaba sentado no corredor e no eixo de alcance da nhaca…

A notícia ruim é que não há muito o que fazer. Desenvolva a tolerância. Torça pra estar com nariz entupido. “You’re not alone”.

- Convivendo com a Trilha Sonora

Além do bolsa-escola e bolsa-família, o governo devia investir no bolsa-fone de ouvido. Porque, MEU DEUS, quanta gente já mostra não ter acesso a esse artefato básico, viu? Se a qualidade musical ainda fosse decente, mas normalmente prevalece a total INDECÊNCIA, com muito funk leleske.

Bom, enquanto não podemos fazer uma grande fogueira e promover a destruição dos celulares com Rádio/ MP3, meu conselho é uma boa seleção de músicas e um fone poderoso. Ou se juntar ao cara e ensaiar o ‘Rebolation’ pro próximo fim de festa.

- Foco na conversa alheia

Né por nada não, mas ô, lugarzinho pra divulgar a vida de terceiros – quem foi demitido, quem deu em cima de quem, quem bebeu horrores. Vejo o ônibus como um “EGO” da vida real. Tá cheio de Nelson Rubens por aí.

A diferença de que os personagens também pegam ônibus, ou seja, são pessoas normais como você. Aliás, moram perto de você. E é essa proximidade que torna a conversa alheia ainda mais venenosa – e divertida. Meu vizinho de rua é drag queen. Como eu soube? Aham.


“Eu aumento, mas não invento!”

- Cursos intensivos

Ainda sobre conversa alheia, pense no conhecimento que você deseja aprofundar: Cultura geral, Finanças, Esportes? No ônibus tem de tudo. Desde o cara que é investidor e tá aos berros explicando uma transação de ações, desde as tias fervorosas da igreja, sempre evangelizando suas companheiras. Outro dia, tava ouvindo duas ‘senhouras’ delatando uma terceira que pagou 15 mil pra um pai de santo curar o familiar de uma febrinha.

Pronto, você acaba de descobrir que o babalorixá do terreiro é tão empreendedor quanto o Eike Batista.

Por hoje é só, seus ordinários!

No próximo capítulo: como lidar com aquele cara sonolento e babão prestes a se acomodar no seu ombro.


Pista

Natália mora no subúrbio e anda de kombi. Ex-publicitária, hoje ganha a vida na fanfarronice, organizando eventos. Um dia vai ser dona de uma praça, e nela, vai reunir todas as flores, objetos e pessoas encantadoras do mundo.

23/04 2010
AXE Showerpooling salva o mundo da falta de água e você da seca

Curti! Essa é daquelas sacadas que a galera de publicidade vai repassar, já os tarados e pervertidos vão aderir na boa.

Simples, bem executada, e o sotaque? Queria pra mim.
Em tempo: a comunicação de AXE não deixa a desejar, né?

Dá o play!

Natália mora no subúrbio e anda de kombi. Ex-publicitária, hoje ganha a vida na fanfarronice, organizando eventos. Um dia vai ser dona de uma praça, e nela, vai reunir todas as flores, objetos e pessoas encantadoras do mundo.

15/01 2010
Que merda que cê tá se perder

Se você é do Rio, tem 50 real no bolso, nada pra fazer no fim de semana que vem e ainda assim, não assistir “Avenida Q”, merece comer TODAS as porcarias do mundo.

Sério. Vai na minha.

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O assunto não é novo aqui no blog. Mas como eles estão de volta ali no Canecão, essa é a chance de ver ou rever esse musical maravilhoso, delirante, de chorar de rir.

“Avenida Q” conta a história de Princeton, um recém-formado crente crente que vai arrebentar na vida. E, como a maioria de nós nessa fase, acaba perdido. Na Avenida Q, ele faz amigos bem diferentes uns dos outros (um judeu, uma japonesa, um negro ex-estrela da TV, uma puta e por aí vai), unidos pela mesma razão: tá todo mundo na merda.

Cada um na sua merda, e juntos, numa grande e enorme merda. Uma merda que a gente se identifica, sabe?

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Juro que não sei o que mais me encanta: a história (que desbanca qualquer moralismo), as interpretações (principalmente dos atores com as marionetes, tem horas que o boneco e o ator se fundem e viram a mesma pessoa! bizarro!) ou as canções (sensacionais no tom, timbre e letra). Ao ouvir as versões originais ou assistir trechos no Youtube, você percebe o quanto Botelho/Moeller foram felizes nas traduções.

Tipo: confesso que não sou nada entendida nisso, mas fiquei IMENSAMENTE satisfeita com o que vi.

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Enfim, tá dada a dica.

Depois passa aqui pra contar as suas impressões positivas de “Avenida Q”. Negativas, nem tenta: vou é deletar.

Natália mora no subúrbio e anda de kombi. Ex-publicitária, hoje ganha a vida na fanfarronice, organizando eventos. Um dia vai ser dona de uma praça, e nela, vai reunir todas as flores, objetos e pessoas encantadoras do mundo.

28/07 2009
Heróis convocam aliados. Famintos, de preferência.

Todo ano, o Instituto Ronald Mc Donald e a Fundação do Câncer realizam uma venda antecipada para o McDia Feliz.

E por que comprar antes? Por que você é fissurado por Big Mac? Até pode ser.

Mas acontece que o valor dessa arrecadação antecipada vai diretamente para a Emergência Pediátrica do INCA. Para salvar vidas de crianças com câncer.

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Com a intenção de animar as vendas, a Fundação do Câncer arregaçou as mangas e transformou seus funcionários em heróis. Heróis pela Vida. A missão deles nesse ano é vender o total de 48 mil tíquetes. Haja bravura.

Além de uma identidade secreta, os Heróis pela Vida podem criar o visual dos seus personagens. Tem capa, armadura, asa, cabeças exóticas e outros trocentos apetrechos, no mínimo, divertidos.

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Daí que eles estão em busca de aliados: famintos por sanduíches e claro, por fazer o bem. A campanha está no comecinho e já dá para reservar o vale-sanduíche pelo e-mail heroispelavida@fundacaodocancer.org.br. A divulgação é interna, mas você pode conhecer o site da campanha www.heroispelavida.com e ainda seguir pelo twitter: @heroispelavida. Nada como apoiar uma causa heróica.

Natália mora no subúrbio e anda de kombi. Ex-publicitária, hoje ganha a vida na fanfarronice, organizando eventos. Um dia vai ser dona de uma praça, e nela, vai reunir todas as flores, objetos e pessoas encantadoras do mundo.

17/06 2009
Como assassinar alguém com uma bola de basquete

Fácil fácil, gente.

Natália mora no subúrbio e anda de kombi. Ex-publicitária, hoje ganha a vida na fanfarronice, organizando eventos. Um dia vai ser dona de uma praça, e nela, vai reunir todas as flores, objetos e pessoas encantadoras do mundo.

9/06 2009
Ri pra foto? Agora casa comigo?

É mais ou menos esse o espírito do Claro 360º, evento aqui no Rio, de 10 a 14 de junho, semana dos namorados.

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A proposta começa assim: você vai com seu amor, gatinho, mozão, tchuco, o que seja, ao Parque dos Patins, na Lagoa. Lá, estará montada uma estrutura de palco móvel, que circula com 64 aparelhos de celular, capturando fotos em diferentes ângulos da beijação dos casais. Um tempo depois e os pombinhos recebem um vídeo, todo montado com frames das suas fotos. Mágico!

Pelo que eu entendi, tem também outras coisinhas bacanas, como pedidos de casamento ensaiados, sugestões de declarações e até maquiadoras. Na hora do “sim”, ninguém aparece baranga.

E nada de fossa também pros solteiros: rola festa dos encalhados, aulas de cantadas, cineminha no espírito “blind-date”. Mais provável pegar alguém lá do que assim, né:

Fuxicando o site www.claro360.com.br, dá pra conferir a programação toda.

Quarta-feira tô lá.

Natália mora no subúrbio e anda de kombi. Ex-publicitária, hoje ganha a vida na fanfarronice, organizando eventos. Um dia vai ser dona de uma praça, e nela, vai reunir todas as flores, objetos e pessoas encantadoras do mundo.

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