8/04 2010
The pixels are coming!

E quem achava que as cidades grandes só eram invadidas por dinossauros gigantes e monstros esquisitos, está muito enganado. A tendência agora é a invasão de pixels que é, digamos….muito mais legal.

Dica do @fainture

Especialista em achar bizarrices na internet, rir da desgraça alheia e falar mal de tudo. Resumindo: o capeta em forma de guri.

7/04 2010
O lado negativo de viver nos mundos de fantasia

Volta e meia a gente imagina sobre como seria viver dentro de um filme ou livro. Quando esse universo ficcional é totalmente fantasioso, essa imaginação vai ainda mais longe.

Mas já pararam para pensar nas implicações que isso envolveria? O Cracked pensou, e listou os lados negativos dos 6 mundos de fantasia mais famosos. E a gente não podia deixar de traduzir.

Olha só:

Nós humanos devotamos boa parte da nossa imaginação pensando em maneiras do mundo ser menos chato. E quase todo nosso entretenimento é baseado em nos deixar escapar para algum outro mundo onde as pessoas podem fazer coisas mágicas e até as dificuldades parecem ser divertidas.

O que é interessante, no entanto, é como nossos mundos ficcionais de fantasia são terrível na verdade. Eles parecem divertidos por umas duas horas talvez, mas com um pouco de raciocínio, você vai ver porque viver nesses lugares faria você querer beber até cair num coma alcoólico.

#6. Universo Disney[bb]

Os filmes da Disney mostram pra gente um mundo animado cheio de heróis audaciosos, lindas princesas e coadjuvantes adoráveis. Todo mundo vive tão alegre e despreocupadamente que de vez em quando precisam de qualquer jeito começar a cantar e dançar espontaneamente do nada, só pra se soltar. Se você for uma boa pessoa, um final feliz bem completo, com riquezas e um amor verdadeiro, é praticamente garantido. Morte, aparentemente, é algo bem incomum, pelo menos na tela. Os malvados levam o troco pelo que fizeram e tudo se acerta no final.

Por que seria um saco?

No universo da Disney, os animais falam, o que em princípio parece bem divertido. Quando você está sozinho, ou rejeitado pelos outros humanos, sempre pode achar uma animal companheiro para conversar, fazer companhia ou simplesmente te divertir com suas trapalhadas e excentricidades. Grilos podem te dar bons conselhos de vida e peixes bonitinhos podem se tornar seus melhores amigos. And até os animais que aparentemente não podem falar, ainda podem te ajudar com tarefas domésticas, como os passarinhos e ratos que ajudam a Cinderella a fazer seu vestido.

O que torna muito mais complicado quando chega a hora de comê-los.

Sim, porque com qualquer animal ao seu redor sendo potencialmente um ser consciente, inteligente, etc, qualquer produto ou serviço animal em favor do homem passaria a envolver assassinato, assédio ou, na menos pior das hipóteses, escravidão.

Você gosta de frutos do mar? Então é melhor você não ter problemas com Sebastian, o caranguejo de A Pequena Sereia, chorando com seu sotaque enquanto desce pela sua goela abaixo. O simples ato de tirar leite de uma vaca já seria assédio sexual.

Se tornar um vegan também não ajudaria, porque nesse universo objetos inanimados também podem ser seres humanos enfeitiçados. Você, princesa, quer atirar um xícara no príncipe depois que ele chegou tarde de uma noite “salvando donzelas” e com a calça fedendo a “poção mágica”? Ok, você acaba de despedaçar o filho da Dona Chaleira, sua assassina. Ah bem, talvez ela faça você se sentir melhor se acender uma fogueira romântica com a lenha daquela árvore que ele acaba de derrubar…


Ooops…

Tudo que você usa para viver, trabalhar, ter conforto e se sustentar, provavelmente fala, faz piadas, tem uma boa dose de sabedoria e certamente gritará de pavor quando você se aproximar com um machado. Aquele mosquito que você matou tinha sonhos e expectativas. A flor que você arrancou para sua princesa, tinha acabado de passar no vestibular. Seu escroto!

#5. Universo Marvel[bb]

Não vamos tentar fingir que se um super-herói não é legal. A sensação de pura alegria que você sente quando pela primeira vez acerta um vilão e faz o desgraçado atravessar um muro de concreto tornaria qualquer argumento contrário em simplesmente ridículo.

E a vida nunca é tediosa no universo Marvel, porque tem sempre um super-vilão do outro lado da esquina pronto para começar uma batalha impressionante com você, na qual depois de sufocos variados, você sempre vai vencer. Então sim, a vida seria bem legal. Se você for um super-herói.

Por que seria um saco?

O catálogo da Marvel lista aproximadamente 5 mil personagens em sua totalidade. Mesmo ignorando que essa lista inclui personagens secundários, interesses amorosos, aliens e conselheiros, e assumindo que cada um desses 5 mil seja um terráqueo com super-poderes, isso significa que para cada super-herói bem sucedido, existem 1.400.000 pessoas normais. Então, no mundo da Marvel, as chances de acabar com super-poderes é menos de metade das chances de ser atingido por um raio (embora sejamos justos: ser atingindo por um raio no universo Marvel provavelmente te daria super-poderes).

Então isso significa que você com quase toda certeza não seria o Hulk, e sim um dos transeuntes gritando em pânico e correndo pelas ruas enquanto ele atira carros para todos os lados. Para essas pessoas – que são, virtualmente, todos – a vida cotidiana é um inferno na Terra.

Pense em como é duradouro o trauma que uma cidade como Nova York sofreu depois de um ataque terrorista. Agora considere somente os filmes do Homem-Aranha, onde um terrorista superpoderoso ataca a cidade a cada 2 anos!

Mude para a franquia do Quarteto Fantástico e você tem alguém explodindo a Big Apple mais ou menos todo ano. Os caras nem têm tempo de construir um memorial pros mortos antes que alguém ataque de novo.Os pobres desgraçados que vivem na cidade simplesmente têm que ir ao trabalho diariamente em uma zona de guerra, onde a qualquer momento seus escritórios podem ser explodidos por algum cretino fantasiado que pode fazer mágica.

Mas digamos que você venceu as estatísticas e escapou de ser um humano normal, e é um super-herói. Sorte sua! Você pode usar seus poderes para escalar prédios à vontade e explodir coisas com seus olhos. Ah, mas existe uma boa chance das pessoas que você ama morrerem e/ou se transformarem em seu próximo arqui-inimigo, o qual você terá que, ironicamente, enfrentar.

Bem, pelo menos existe um fim para tudo, né? Você pode se aposentar ou morrer bravamente enquanto salva o planeta. Opa, peraí, não. Não importa quão dolorosa e definitiva for a sua morte, não importa se você era adulto nos anos 30 e todos e tudo que você conhece não existem mais, eventualmente você será trazido de volta à vida e forçado a continuar sua eterna luta para oferecer drama e empolgação em série.

#4. Terra-Média[bb]

As pessoas querem tanto viver na Terra-Média – ou em algum dos vários mundos fantasiosos genéricos que surgiram inspirados nela – que as pessoas se fantasiam, se reúnem em parques e passam o dia fingindo que aquilo é de verdade.

A gente entende o porquê. Todos esses mundos inspirados em Tolkien nos apresentam um bela alternativa para a complicada e agitada vida moderna de hoje em dia. Nada de engarrafamentos, computadores travados, dívidas com o banco. Os caras maus são claramente e irremediavelmente malvados e fáceis de notar, e a política é reduzida ao simples Bem x Mal. E mais, ainda é cheio de magos!

Por que seria um saco?

Olha só para os pequenos hobbits, vivendo em harmonia! E aqui estão os elfos, em uma região completamente separada, também vivendo em harmonia! E aqui as pessoas de Gondor, vivendo em harmonia… em Gondor! E os anões, alegremente trabalhando nas minas com outros anões! E apenas outros anões.

Afinal, não existe mistura de raças na Terra-Média. Não tem humanos ou elfos morando no Condado, e se um hobbit se mudar para Valfenda, é melhor que ele seja um fodão tipo o Bilbo. Agora se pergunte: se todo mundo acabou perfeitamente segregado, como chegou a esse ponto? O que aconteceu com quem tentou casamento inter-racial com outros povos da Terra-Média? Seja lá o que houve, desencorajou todo mundo de ousar tentar.


“- Ô, patrão, me tratam mal só porque sou diferente…

Então talvez você resolva fazer algo para consertar isso, integrar todo mundo. Tipo elegendo um novo governo que torne ilegal para as lojas de Rohan se recusarem a contratar orcs. Bem, azar o seu: o poder na Terra-Média é hereditário. Você tem um rei, um senhor ou, se tiver sorte, um thain. Você detesta o prefeito da sua cidade? O governador do seu estado? O presidente? Imagine então ele continunando no poder por toda a eternidade… sem que você possa sequer se mudar, já que seria expulso se tentasse comprar terrar na região de outra raça.

Claro, a gente vê um humano comendo uma elfa no fim da saga, mas ele teve que salvar a porra do mundo para conquistar esse direito.

E por falar em pegação élfica, vamos falar disso por um momento. Apesar da maioria dos elfos ter centenas (ou até milhares) de anos, dificilmente vemos alguma criança por perto, e a população deles continua relativamente pequena e estável. Considerando que dificilmente o católico fervoroso Tolkien tenha permitido controle de natalidade em sua criação, está bem óbvio que ninguém do reino élfico vem comendo ninguém, há algum tempo.


É, pela cara dá pra notar que estão na seca há alguns séculos…

Isso, claro, além do óbvio, que é o fato de que se você tem uma dor de dente na Terra-Média, vai ter que se virar com um sujeito usando um machado e um par de alicates enferrujados. Já notou como, desde o flashback de 2 mil anos antes em O Senhor dos Anéis, não houve nenhuma evolução em armas, vestuário ou qualquer outra coisa? Isso é porque a tecnologia, em todas as suas formas, era geralmente considerada maligna na cabeça do Tolkien, e qualquer um que tentasse produzir qualquer coisa em massa na Terra-Média, rapidamente se tornava imoral ou louco.

Não é à toa que todo mundo vive se chapando com aquela erva a todo instante. É a única escapatória dessa depressão avassaladora.

#3. A Galáxia de Star Trek[bb]

No futuro idílico que existe em Star Trek, a velocidade de dobra permite que possamos viajar em confortáveis naves espaciais para as regiões mais distantes da galáxia. E melhor do que pedras, aridez e estrelas sem vida cercadas de anos-luz de nada, esse universo é habitado por metáforas fascinantes de humanidade, filósofos sábios e raças inteiras de fêmeas alienígenas humanóides que querem aprender a amar.

Além disso, na sociedade humana de Star Trek, abundância e satisfação são tão bem distribuídas, que o dinheiro acabou se tornando obsoleto. As pessoas trabalham simplesmente pelo prazer. E os empregos são ótimos, principalmente na Frota Estelar: aventureiro espacial intrépido, oficial de ciências casca-grossa, sedutor de várias gatinhas…

Ótimo, certo?

Por que seria um saco?

A Frota Estelar aparentemente detém o monopólio das explorações espaciais bacanas de Star Trek, e funciona basicamente como uma organização militar. E normalmente entre os militares, existem em média um oficial para cada cinco alistados. Em Star Trek, geralmente vemos apenas o deck dos oficiais, algumas bases e um pouco do dia-a-dia. O que nós não vemos é a grande maioria de pessoas nas naves – os alistados, claramente trabalhando em lugares como as engrenagens, em condições de trabalho pouco seguras em estruturas instáveis e tubos de gás tóxico.

Bem, a gente até vê esse pessoal às vezes, quando alguma coisa explode e eles são graficamente arremessados ao espaço para morrer numa lenta agonia, com seus copos destinados a flutuar pelo vácuo por toda a eternidade, com a expressão de desespero congelada em suas faces. Porém, mais freqüentemente, apenas ouvimos sobre suas mortes de passagem, enquanto a câmera dá um zoom na cara nos capitães Kirk ou Picard, repletas de culpa pela morte de tantos dos seus homens. Essa é sua vida, maioria entre os tripulantes da Frota Estelar. Apenas um mau humor passageiro antes do Kirk se divertir levando para a cama uma mulher de pele verde.

Mas pelo menos esses pobres coitados podem relaxar depois do trabalho tomando uma birita, certo? Errado. Em Star Trek, você bebe synthehol, uma bebida com todo o sabor do uísque, mas sem os “elementos indesejáveis” como, bem… o porre.

Então nessa galáxia você nem pode ficar bebum e fantasiar sobre aqueles lençóis macios e quentinhos dos oficiais que, sem existir dinheiro, você nem pode economizar pra comprar.

#2. Pandora[bb]

Os habitantes da lua fantasiosa de James Cameron vivem integrados à natureza em um mundo cheio de lindas plantas que brilham e com internet banda-larga onipresente. Os bondosos e atraentes nativos, os Na’vi, passam seus dias caçando criaturas fantásticas pelos céu e venerando sua gentil deusa-mãe.

Como se isso não fosse o bastante, quando a coisa fica preta eles ainda permitem que forasteiros possam aliviar sua culpa ocidental, permitindo que se juntem a eles para enfrentar opressores corporativos gananciosos. No nosso mundo desconectado e tecnologicamente avançado, é natural que muitos queiram se juntar aos Na’vi e viver em um lugar onde você pode voar em dinossauros e se comunicar via fibra ótica no mesmo dia.

Por que seria um saco?

Você acorda admirado em um dia glorioso de Pandora, cercado daquelas plantas helicoradianas, depois de uma longa noite repleta de cookies de unobtainium e orvalho fermentado da floresta. Enquanto você se espreguiça e tira as remelas dos olhos, se adaptando àquela bioluminescência, a mulher Na’vi ao seu lado, de quem você nem lembra mais o nome, se vira alegremente pra você e diz: “Agora estamos acasalados para a vida toda.”

Se você acha que anular um casamento em Las Vegas é complicado, experimenta só tentar sair de um relacionamento Na’vi depois do sexo. E se você dorme com a pessoa uma vez e descobre que vocês não são sexualmente compatíveis? E se sua parceira de vida perde o interesse em você e começa a sincronizar aquele rabinho neural para tudo quanto é forma de vida na cidade? Azar o seu, Mané. Você está preso com ela para sempre, porque não existe divórcio no paraíso.


“- Jake, você lavou a louça como eu te mandei ontem?”

Ah, pelo menos você pode aproveitar um tempo “sozinho” no seu canto, certo? Errado. Os Na’vi dormem bem próximos um do outro em sua árvore gigante em redes relativamente perigosas.

Isso mesmo, é tipo um cortiço. Mesmo se você tiver sorte e ninguém ouvir você “roncar”, ainda vai ter que se conformar com “dar continuidade” à espécie Na’vi estando a apenas 3 redes de distância da sua avó, acordada em silêncio, horrorizada.

#1. A Galáxia de Star Wars[bb]

Princesas espaciais, batalhas em elevações precárias, viagens através da galáxia em velocidade mais rápida que a luz. Quem não gostaria de viver em um mundo onde você pode levantar e ir direto viajar pelo espaço, sem precisar sequer tirar seus sapatos para revista ou passar por aqueles detectores de metais? E ainda existem infinitos planetas para explorar (todos com atmosfera perfeita para respirar) e raças alienígenas para impressionar com seus poderes legais à base de midchlorians. Que lugar melhor poderia haver para passar sua vida?

Por que seria um saco?

O sistema de saúde.

Numa primeira olhada, a tecnologia médica de Star Wars parece bem mais avançada que a nossa. Depois que a mão do Luke é decepada pelo Darth Vader, ele facilmente recebe outra, robótica, no lugar, praticamente indistinguível da verdadeira. Mesmo uma geração antes, Anakin Skywalker recebe um braço robótico não tão natural de se ver, mas perfeitamente funcional.

Mas quando a gente pára pra prestar mais atenção, essa medicina aparentemente superior se despedaça tão fácil quanto um dróide de batalha sendo chutado por uma garotinha. Mas pegar o exemplo do Anakin. Horrivelmente queimado, sob os cuidados dos melhores dróides do Império Galáctico. Nós vemos o futuro Darth Vader sendo operado sem o uso de nenhuma forma de anestesia, em uma galáxia onde aparentemente ninguém inventou enxertos de pele, ou sequer simples ataduras.

Mas aí você pode dizer: “Com qual freqüência as pessoas precisam desse tipo de cirurgia? É só ficar longe dos poços de lava que você fica bem”. Bem, a galáxia de Star Wars também nos mostrou um procedimento médico bem mais comum: o parto.

Padme Amídala, a riquinha ex-Rainha que provavelmente tem um bom plano de saúde, deu à luz os dois gêmeos sem sedativos e com as pernas presas juntas numa espécie de saia metálica, aparentemente porque o dróide parteiro é altamente religioso e não queria ver nenhuma parte íntima feminina.

E aí temos o vislumbre do que pode ser descrito apenas como uma “pá para partos”:

Faça silêncio agora. Ouça com atenção. Isso. Está ouvindo? É o som de milhões de mulheres cruzando suas pernas em terror, e de repente silenciando.*

* Não entendeu? Então vai assistir Star Wars! Ok, ok, a gente ajuda, veja essa cena:

Você pode argumentar que essa experiência de nascimento não era normal. Afinal, eles estavam em um asteróide. Talvez Padme estivesse sem sedativos porque quisesse um parto natural (embora de certa forma envolvesse robôs). Mas se fosse esse o caso, então por que raios o Anakin, quando teve a premonição de sua mulher morrendo no parto, fez um pacto com Lord Sith, ao invés de simplesmente interná-la numa clínica decente?

A única e óbvia resposta para isso é que ele sabia que o sistema médico era universalmente uma merda, e que os dróides médicos odiavam a humanidade e deixavam constantemente seus pacientes morrerem, sob desculpas esfarrapadas como “ela perdeu a vontade de viver”.

Reclame o quanto você quiser do SUS, mas depois de conhecer aquela porcaria de medicina de Star Wars, você vai estar a um passo de um processo por imperícia médica.

- – -

Texto original em inglês do Cracked.com.

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5/04 2010
As lições empresariais que aprendemos com os zumbis

É melhor você já estar se preparando para sobreviver quando o holocausto zumbi chegar.

Mas caso contrário, pode pelo menos aprender como subir profissionalmente antes que os mortos-vivos devorem seus miolos e se deliciem com as suas vísceras:

Traduzi daqui e daqui.

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3/04 2010
Pornografia para os cultos

Nosso blog gringo favorito, o Mad Atoms, imaginou como seriam as paródias pornográficas de grandes clássicos da literatura.

Nem fiz versão em português dessa vez, porque praticamente todas as piadas se perdem na tradução, mas pra quem saca de inglês é leitura obrigatória.

Muito engraçado:


Clique na imagem para ver em tamanho grande.

No “Charles Dick-ins” eu já tava me mijando de rir…

Link pro original.

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3/04 2010
E se Lady Gaga não fosse uma popstar?

Esse vídeo responde a essa grande pergunta: como seria a rotina dessa figura bizarra do pop se não estivesse no show business?

Vou te contar… já vi tanto louco na rua que essas situações do vídeo nem me assustariam tanto.

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3/04 2010
Arame farpado? Não, arame aviadado

Está achando todas as cercas e grades de arame que você vê muito feias? Bem, pelo visto esse grupo de designers também.

Eles resolveram misturar esse visual frio e repetitivo com um pouco de arte e criatividade. Ficou assim:

Absolutamente inútil, mas curioso.

Vi na Pix.

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2/04 2010
Pac-Man: O Filme

Com essa moda que vem desde os anos 90 de transformarem jogos de video-game em filmes, já pararam pra imaginar como seria a adaptação de Pac-Man, um dos games mais famosos de todos os tempos?

Esses loucos imaginaram, e fizeram o trailer.

Meio que misturando Tron[bb] com Jogos Mortais[bb], seria sufocante e aterrorizante:

Vi no Brainstorm #9.

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31/03 2010
Darth Jay-Z

E pelo visto Empire State of Mind, o hit do Jay-Z com a Alicia Keys, não fez sucesso entre os fãs de hip-hop e R&B.

Os geeks também abraçaram essa música, e depois de fazerem o rap mais nerd do mundo, criaram uma paródia ambientada no universo de Star Wars, estrelando ninguém menos que Darth Vader e a Princesa Léia.

Olha só como ficou Galactic Empire State of Mind:

Como sempre, só podia ser coisa do College Humor.

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