Hoje é Dia Mundial do Rock, e por isso mesmo temos um bom motivo para falar do meu estilo de música favorito na nossa coluna Entendendo.
Mas aí você se pergunta: “mas a Entendendo não é uma coluna de humor“?
Você vai gastar os próximos parágrafos justamente escrotizando o rock de que você tanto gosta?” Olha, bandas como NX Zero, Cine e Restart já andam escrotizando tanto o rock, que não é meia dúzia de piadinhas minhas que vão fazer diferença.
Por isso, é hora de entender o rock ‘n’ roll.
O mais difícil de falar sobre o rock é que é um gênero tão amplo que consegue reunir vertentes absolutamente distintas. O que raios metaleiros e punks têm em comum, além do ódio pelos coloridos, é claro?
Fan arts recriando super-heróis existem muitas, mas poucas vezes vi versões tão bacanas quanto a do ilustrador Coran “Kizer” Stone.
Ele redesenhou alguns dos super-heróis mais clássicos ao lado de suas identidades secretas com um traço mais moderno e conseguiu captar bem a personalidade de cada um:
Depois do jump tem a galeria com todos os heróis da série. Para ver as outras ilustrações dele, é só conferir o DeviantART dele.
É sábado, e como sempre, dia de Baú dos Covers, onde continua rolando a a nossa Copa dos Covers Brasileiros. É a eleição onde vocês nos ajudam a escolher o melhor cover nacional de todos os tempos.
Como funciona? É simples, quase igual era a Copa do Mundo entre 86 e 94: temos 6 grupos com 4 covers cada. A cada semana você vota em 2 covers de cada grupo. Os dois primeiros de cada chave avançam para as oitavas de final junto de dois terceiros colocados (que vão disputar uma repescagem). A partir daí é mata-mata até a grande final que vai decidir o melhor cover brazuca da história.
Semana passada tivemos o último grupo, e se classificaram Proibida Pra Mim (Zeca Baleiro) e e Descobridor dos Sete Mares (Lulu Santos), enquanto Espelho (Diogo Nogueira) ficou para disputar a repescagem de hoje e Espumas ao Vento (Elza Soares) foi eliminada.
Com o fim da fase de grupos, os 12 covers que já estão garantidos nas oitavas de final são:
Agora é só votar. Você escolhe o seu favorito e os 4 melhores colocados avançam pras oitavas de final junto dos que se classificaram de primeira:
—
Semana que vem sai o resultado e começa o mata-mata. É reta final!
—
E agora vamos à programação normal do Baú dos Covers. Começando por essa incrível versão do John Martyn para Glory Box, música do Portishead que é quase unanimidade quando o assunto é fuck songs:
Como começamos falando de fuck songs, nada melhor que relembrar um dos covers mais famosos de um clássico desse gênero. É a versão completa do cover que Jack Black faz no finzinho de Alta Fidelidade, mandando ver em Let’s Get It On, do Marvin Gaye:
Depois do jump vocês conferem mais covers, de Jackson 5, Leonard Cohen, Adele, Haddaway e Libertines.
Mais um sábado aí e mais um dia de Baú dos Covers, agora com a nossa Copa dos Covers Brasileiros se aproximando da reta decisiva, nessa eleição onde vocês nos ajudam a escolher o melhor cover nacional de todos os tempos.
Como funciona? É simples, quase igual era a Copa do Mundo entre 86 e 94: temos 6 grupos com 4 covers cada. A cada semana você vota em 2 covers de cada grupo. Os dois primeiros de cada chave avançam para as oitavas de final junto de dois terceiros colocados (que vão disputar uma repescagem). A partir daí é mata-mata até a grande final que vai decidir o melhor cover brazuca da história.
Semana passada tivemos o penúltimo grupo e dois covers ganharam de lavada. Avançaram de fase a favoritíssima Como Nossos Pais (Elis Regina) e Primeiros Erros (Capital Inicial). Pra repescagem ficou Casa Pré-Fabricada (Maria Rita), e Súplica Cearense (Casuarina) foi eliminada.
Hoje temos o último grupo antes da repescagem e do mata-mata, o grupo F:
Clássico do cancioneiro nordestino que ficou imortalizado na versão de Fágner, Espumas Ao Vento ganhou em 2003 um cover sensacional de Elza Soares, para a trilha sonora do filme Lisbela e o Prisioneiro.
A levada meio de flamenco ficou sensacional, e a voz da Elza, quando ela não abusa dos grunhidos, é sempre incrível:
Primeiro sucesso do Charlie Brown Jr, de um tempo em que ainda não dava tanta vontade de mandar o Chorão ir pastar, Proibida Pra Mim recebeu uma curiosa versão MPB de um dos principais compositores contemporâneos brasileiros, o Zeca Baleiro.
E se hoje o Charlie Brown dá raiva, esse cover não:
Fazer um cover de uma grande música é sempre uma responsabilidade. Quando a original é a mais bela canção brasieira de um filho para um pai, e que ainda por cima foi imortalizada justamente pelo seu falecido pai, a pressão é ainda maior.
Mas Diogo Nogueira não somente faz justiça a Espelho, como consegue até mesmo superar o próprio pai, o grande João Nogueira, nessa que é uma das maiores obras-primas do samba.
Se a música já é de marejar os olhos, nesse contexto emociona ainda mais:
Se no primeiro grupo dessa Copa dos Covers tivemos Tim Maia cantando Lulu Santos, agora é vez de inverter, nesse clássico do Tim que fez muito sucesso na versão do Lulu.
Feito para uma campanha de chinelos, essa versão de Descobridor dos Sete Mares foi um dos maiores hits brasileiros dos anos 90:
—
Esses são os covers que vão disputar a vaga na segunda fase essa semana, e chegou a hora de votar. Escolha os seus dois covers favoritos:
—
Semana que vem sai o resultado junto da enquete da repescagem que vai definir os últimos classificados para as oitavas de final.
—
E agora vamos à programação normal do Baú dos Covers, com essa versão lenta bastante diferente que o Room Eleven fez de Bitch, da one-hit wonder Meredith Brooks:
Depois de uma lenta, uma animada. É a versão ao vivo de um dos covers que mais empolgou semana passada a pista da Festa Cover Flow: Rhythm Of The Night, da Corona, na voz da Hermes House Band.
E no clima de Rhythm of the Night, depois do jump vocês conferem outros covers de clássicos dos anos 90.
Paranoid Android é uma das músicas mais clássicas do Radiohead, e em se tratando de uma das bandas mais importantes dos últimos 20 anos, isso não é pouca coisa.
Então é natural que hajam muitos covers dela na Internet. E, mais impressionante que uma versão ou outra, foi o que esse cara fez: ele reuniu 36 covers caseiros da música em uma só canção e um só vídeo.
O resultado é espetacular, e até emociona:
A título de curiosidade: na descrição do vídeo tem a lista desses artistas amadores, e os dois rapazes no momento 3:40 são brasileiros.
Alexandre Esposito Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.