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Categoria: Curiosidades

O melhor do nanananana


Tá, o vídeo é “antigo”, da época que o VO estava parado. Mas como é bem legal, vale a pena colocar aqui, seja como registro ou também para que alguém que não viu possa se divertir. Esse pessoal reuniu 4 décadas de músicas com trechos de lalala, nanana, etc e juntou numa mesma música. Enfim, aquelas letras de música que não são letras pra valer.

E ficou foda:

“Pra mim você tá falando grego” não vale mais como desculpa


Pois é, esse mundo moderno continua destruindo muita coisa que a gente conhecia. Agora até velhos ditados, como “você tá falando grego” ou a “coisa tá russa”.

É que agora tem um chat onde você pode conversar com pessoas do planeta inteiro, cada um na sua língua, e todo mundo se entender. É o iBabel.

É tipo em O Guia do Mochileiro das Galáxias, mas sem você precisar enfiar um peixe nojento no ouvido (nem ver seu planeta dizimado por Vogons). Mas divago.

Olha só o vídeo de lançamento, bem legal:

Viu? Agora você já tem uma chance de mandar um papo e se dar bem com aquela russa peituda que ficava tirando a blusa na webcam. Entra lá.

Ai, ai, saudades da Svetlana…

Dubai vale a pena?


E como prometido, o Vida Ordinária está cheio de novas colunas e colaboradores. E a primeira novidade que vocês vêem é essa, uma coluna de viagens que foge do comum, seja nos destinos como na forma de falar: é a Viajando, Cagando e Andando. Tudo na visão do nosso novo colaborador, Luís Paulo Porto,  que já viajou por tudo quanto é canto desse mundo e morou até na Malásia

Aproveitem a viagem. A primeira parada é Dubai.

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Os Emirados Árabes estão na moda.

Tão na moda que até a Carrie Bradshaw e suas amigas de Sex and the City[bb] foram pra lá. Mesmo assim, metade dos brasileiros acha que Emirados Árabes e Arábia Saudita são o mesmo país que todo ano se classifica pra Copa treinado por algum técnico brasileiro que andava sumido. Mas isso não impede que milhares de nós voem pra lá como farofeiros saindo de São Paulo para pegar uma praia no Leme e cochilar no bagageiro do busão antes de retornar para a terra da garoa. Está tão na moda a ponto da Emirates aumentar a malha para o Brasil com mais um voo diário, entre Dubai e Rio a partir de janeiro de 2012 (além do já existente São Paulo-Dubai).

Aliás, falando em Emirates, você já começa a entrar no clima da viagem quando entra no avião. A impressão que você tem deste voo é que não importa para que direção você olhe há sempre alguém com cara de que irá derrubar a aeronave. É como se a Al-Qaeda tivesse feito sua convenção anual no Club Med de Angra e agora está voltando pro Afeganistão no mesmo voo que você. Se eu sou o presidente dos EUA começaria a procurar pelos aliados do falecido Bin Laden por ali.

Apesar da impressão inicial, o voo é bom. Ponto para a Emirates que investiu minimamente no conforto dos passageiros fornecendo nas poltronas da classe econômica, além da posição reta e super reta, também a posição quase reta. Quando eu fui, dei a sorte de estar na época de conflitos no Oriente Médio o que me proporcionou um assento na classe executiva de pobre. Sabe, ninguém do seu lado, você levanta os braços das cadeiras, toma um Dramin pra dar sono e deita comemorando como uma criança que acha um palito de picolé premiado.

1991, o ano que nunca terminou


Toda geração tem um ano especial. Aquele período de 12 meses em que uma quantidade fora do comum de coisas extraordinárias acontecem e definem todos que vivem aquela época, ou pelo menos todos de determinada idade.

Para os mais velhos, foi 1958, com o crescimento econômico do Brasil, a conquista da primeira Copa da nossa seleção e o nascimento da Bossa Nova. Dez anos depois, outra geração viveu intensamente o ano de 68, com protestos, revoluções, e o movimento hippie, tanto na França como nos EUA e até no Brasil. O som da época? Rock’n’roll. E também surgia o Tropicalismo por aqui.

Repararam como sempre tinha música envolvida, né?

Pra nossa geração (e nesse caso me refiro aos que cresceram do fim dos anos 70 até durante os anos 80, e da qual eu talvez só me inclua no finzinho), esse ano foi 1991. Historicamente o grande fato foi o fim da Guerra Fria, com a dissolução da União Soviética. E musicalmente foi um ano, no mínimo, atípico.

Nas últimas décadas, nunca mais houve um ano com tantos discos clássicos e fodas sendo lançados como em 1991. E pra celebrar os 20 anos desse momento histórico pro rock, nada mais justo que relembrar que discos que fizeram de 91 um ano tão especial.

Confira a lista de clássicos desse ano depois do jump.

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