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Categoria: Curiosidades

Dubai vale a pena?


E como prometido, o Vida Ordinária está cheio de novas colunas e colaboradores. E a primeira novidade que vocês vêem é essa, uma coluna de viagens que foge do comum, seja nos destinos como na forma de falar: é a Viajando, Cagando e Andando. Tudo na visão do nosso novo colaborador, Luís Paulo Porto,  que já viajou por tudo quanto é canto desse mundo e morou até na Malásia

Aproveitem a viagem. A primeira parada é Dubai.

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Os Emirados Árabes estão na moda.

Tão na moda que até a Carrie Bradshaw e suas amigas de Sex and the City[bb] foram pra lá. Mesmo assim, metade dos brasileiros acha que Emirados Árabes e Arábia Saudita são o mesmo país que todo ano se classifica pra Copa treinado por algum técnico brasileiro que andava sumido. Mas isso não impede que milhares de nós voem pra lá como farofeiros saindo de São Paulo para pegar uma praia no Leme e cochilar no bagageiro do busão antes de retornar para a terra da garoa. Está tão na moda a ponto da Emirates aumentar a malha para o Brasil com mais um voo diário, entre Dubai e Rio a partir de janeiro de 2012 (além do já existente São Paulo-Dubai).

Aliás, falando em Emirates, você já começa a entrar no clima da viagem quando entra no avião. A impressão que você tem deste voo é que não importa para que direção você olhe há sempre alguém com cara de que irá derrubar a aeronave. É como se a Al-Qaeda tivesse feito sua convenção anual no Club Med de Angra e agora está voltando pro Afeganistão no mesmo voo que você. Se eu sou o presidente dos EUA começaria a procurar pelos aliados do falecido Bin Laden por ali.

Apesar da impressão inicial, o voo é bom. Ponto para a Emirates que investiu minimamente no conforto dos passageiros fornecendo nas poltronas da classe econômica, além da posição reta e super reta, também a posição quase reta. Quando eu fui, dei a sorte de estar na época de conflitos no Oriente Médio o que me proporcionou um assento na classe executiva de pobre. Sabe, ninguém do seu lado, você levanta os braços das cadeiras, toma um Dramin pra dar sono e deita comemorando como uma criança que acha um palito de picolé premiado.

1991, o ano que nunca terminou


Toda geração tem um ano especial. Aquele período de 12 meses em que uma quantidade fora do comum de coisas extraordinárias acontecem e definem todos que vivem aquela época, ou pelo menos todos de determinada idade.

Para os mais velhos, foi 1958, com o crescimento econômico do Brasil, a conquista da primeira Copa da nossa seleção e o nascimento da Bossa Nova. Dez anos depois, outra geração viveu intensamente o ano de 68, com protestos, revoluções, e o movimento hippie, tanto na França como nos EUA e até no Brasil. O som da época? Rock’n’roll. E também surgia o Tropicalismo por aqui.

Repararam como sempre tinha música envolvida, né?

Pra nossa geração (e nesse caso me refiro aos que cresceram do fim dos anos 70 até durante os anos 80, e da qual eu talvez só me inclua no finzinho), esse ano foi 1991. Historicamente o grande fato foi o fim da Guerra Fria, com a dissolução da União Soviética. E musicalmente foi um ano, no mínimo, atípico.

Nas últimas décadas, nunca mais houve um ano com tantos discos clássicos e fodas sendo lançados como em 1991. E pra celebrar os 20 anos desse momento histórico pro rock, nada mais justo que relembrar que discos que fizeram de 91 um ano tão especial.

Confira a lista de clássicos desse ano depois do jump.

O passado e o presente de Hollywood


Ícones do passado e do presente de Hollywood reunidos na mesma foto. Esse foi o conceito do fotógrafo sueco George Chamoun para misturar as imagens de astros “parecidos” das diferentes gerações. E não é que ficou muito bom?


Audrey Hepburn + Natalie Portman


Cary Grant + George Clooney
(se bem que essa era óbvia: George Clooney É o Cary Grant dessa geração)


Elizabeth Taylor + Angelina Jolie


Marilyn Monroe + Scarlett Johansson

O único porém é comparar James Dean com a porta do Robert Pattison. Mas o saldo do cara é positivo.

Um viagem em torno da Terra


Esse vídeo tem rodado a Internet desde semana passada, e é bem capaz de vocês já terem visto. Mas caso não tenham, aproveitem essa experiência incrível e inigualável de dar uma volta em torno da Terra em imagens captadas pela Estação Espacial Internacional e disponibilizadas pela NASA:

O mais foda é ver os pontos iluminados das grandes cidades na hora em que passa por lugares onde é noite.

Baú dos Covers Especial: Red Band – Os Muppets do Rock


Há algumas semanas vimos aqui no Baú dos Covers duas versões feitas pela cantora israelense Ninet Tayeb. Nelas, ela contracenava com uma banda de bonecos, a Red Band, e é sobre eles que é o post de hoje.

A Red Band, também conheida como The Puppet Folk Revival, tem um programa de TV em Israel e também faz turnês tocando. E o grande destaque são justamente os covers em parceria com outros artistas, como os que vimos com a Ninet.

Mas o que poderia parecer bobo, fica na realidade muito foda. Não só os caras são incríveis, como têm um baita gosto musical.

Duvida? Então saca só essa versão deles para Reach Out, do Four Tops[bb], com Efrat Gosh:

People Are Strange, do The Doors[bb] também ficou ótima:

Com Berry Sakharoff, eles tocaram Paint It Black, minha música favorita dos Rolling Stones[bb]:

Depois do jump vocês conferem os covers da Red Band para clássicos do Led Zeppelin, Neil Young, Radiohead, M.I.A., Cat Stevens, Rage Against The Machine, Nancy Sinatra e The Animals.

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