
Depois de quase 6 meses com uma das principais colunas do Vida Ordinária parada, é hora de finalmente colocar um novo post da coluna Entendendo.
E já que é pra voltar, que seja falando do que a gente mais gosta: bizarrice.
Pra quem gosta de bizarrice (como eu), nada melhor do que falar do maior momento televisivo desde A Casa dos Artistas 1. Vamos falar do programa mais fútil, desnecessário, tosco e sem noção dos últimos tempos (e por isso mesmo, o mais divertido).
Hoje, vamos entender as Mulheres Ricas.

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Desde que comecei a escrever essa coluna “Entendendo“, muita gente me pergunta sobre quando eu falaria de O Senhor dos Anéis
. Isso se deve a dois motivos: 1) eu já ter abordado outras sagas populares na cultura pop e nerd (como Star Wars e Harry Potter) e 2) o fato de saberem que eu sou um grande fã da saga.
É verdade. Li O Senhor dos Anéis quando eu tinha 16 anos de idade, acompanhei toda a expectativa pelos filmes e os três estão entre meus favoritos de todos os tempos. Sou daqueles que sabe até as falas de cabeça (ei!, não revire os olhos para esse fato nerd, é falta de educação). Talvez por isso essas pessoas que perguntavam achassem que eu não seria capaz de falar de O Senhor dos Anéis numa coluna como essa, onde geralmente o tema é avacalhado e escrotizado.
Pois estão enganados. Já que é pra destilar todo o veneno e conhecimento de fã de Tolkien, nada melhor do que aproveitar a data mais nerd possível para fazer isso. E essa data é hoje, 22 de setembro: dia do aniversário do Frodo e do Bilbo. E se você conseguiu passar desse último parágrafo sem abandonar o texto me xingando de gordo nerd desgraçado, chegou a hora de parar de enrolar: depois do jump, nós vamos entender (e escrotizar mais do que nunca) O Senhor dos Anéis.
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Ok, eu sei que essa coluna anda sumida há um bom tempo. Tanto tempo que é capaz de aparecer mais gente do que de costume questionando o “Entendendo” no nome da coluna, já que raramente a gente usa esse espaço para entender alguma coisa, e sim pra escrotizar o tema.
Mas essa pausa na coluna não por falta de assunto para esculhambar, e sim falta de tempo para escrever.
Só que não podíamos deixar passar o timming para falar do reality show mais bizarro e FAIL da TV brasileira. Hoje, vamos tentar entender A Fazenda.

O galo do logo d’A Fazenda tem a crista xadrez.
Seria ele hipster?
A Fazenda é uma tentativa da Record de reviver o ápice tosco – e divertidíssimo – da Casa dos Artistas, mas que consegue fazer o BBB – e até o Bial – parecer um programa de bom gosto. Os participantes bizarros até estão ali, mas sem um Sílvio Santos pra avacalhar com eles, nunca rendem o que prometem.
Ainda mais agora que ele está senil e provavelmente ofenderia metade dos participantes só no primeiro episódio. Ia chamar uma gostosa de gorda, outra de burra, comparar algum galãzinho com o Ronnie Von. Além , claro, de arrumar um jeito de colocar a Maísa participando do programa. Seria épico.
Mas a Record não tem essa pegada sem noção, é só ruim.
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Hoje é Dia Mundial do Rock, e por isso mesmo temos um bom motivo para falar do meu estilo de música favorito na nossa coluna Entendendo.
Mas aí você se pergunta: “mas a Entendendo não é uma coluna de humor“?
Você vai gastar os próximos parágrafos justamente escrotizando o rock de que você tanto gosta?” Olha, bandas como NX Zero, Cine e Restart já andam escrotizando tanto o rock, que não é meia dúzia de piadinhas minhas que vão fazer diferença.
Por isso, é hora de entender o rock ‘n’ roll.

O mais difícil de falar sobre o rock é que é um gênero tão amplo que consegue reunir vertentes absolutamente distintas. O que raios metaleiros e punks têm em comum, além do ódio pelos coloridos, é claro?
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Com a Copa América rolando aqui do lado, nada mais justo do que falarmos na nossa principal coluna desse nosso país vizinho, amigo, rival, irmão (ou melhor, hermano).
Hoje vamos entender a Argentina.

E se normalmente essa coluna já não prima muito pelo bom senso e pela imparcialidade, não é com um rival tão divertido de zoar que vou ser pela primeira vez. Chegou a hora de escrotizar em portunhol.
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Ok, não tem desculpas para a principal coluna do Vida Ordinária ter ficado sem atualização por 2 meses. Mas já que uma hora ela tinha que voltar, que seja com festa. Ou melhor festas.
Afinal, nada mais justo que falar do período em que a gente se veste igual idiota, se empanturra de guloseimas e corre risco de vida pulando em fogueiras.
Vamos tentar entender as tradições, origens e tudo que envolve essa época. Vamos entender as Festas Juninas.
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Essa semana vai ser mais curta, e se você está comemorando não ter escola/faculdade/trabalho sexta-feira, deve agradecer ao principal feriado religioso: a Páscoa. Até mesmo você, ateu que por acaso está lendo isso.
E se um feriado desse porte já não fosse o bastante, uma data marcada pela distribuição de chocolate confirma que a Semana Santa merece um post na nossa coluna.

Por isso, vamos dar nossa visão bem-humorada (e por que não dizer: esculachada) de alguns símbolos, costumes e origens dessa data. Na medida do possível, porque sabe como é: se quando a gente fala da Britney ou do Restart por aqui já chove gente fanática reclamando, imagina mexendo com religião?
Mas mesmo assim, hoje vamos entender a Páscoa.
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Até que demorou, mas o principal personagem desse ano não podia ficar de fora da nossa coluna. Hoje, vamos entender Charlie Sheen.

Charlie Sheen que nos últimos meses saiu do status de celebridade para mito, virando uma espécie de mistura de Chuck Norris com Zé Mayer, apenas um degrau abaixo de Brian Boitano. Mas será que ele é tudo isso?
Será que essa fase de #WINNING está perto de virar um #LOSING? Vamos tentar saber agora.
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