Essa semana o Baú dos Covers vai ser só com versões inusitadas. Nada de banda de rock fazendo cover de banda de rock. É só gente tocando algo que originalmente era de um gênero diferente.
Começando pelo Superchunk, que transformou o pop das Destiny’s Child em um punk rock, nessa versão de Say My Name:
Ainda mais curioso é o cover que eles dois violoncelistas fizeram de Smooth Criminal, do Michael Jackson. Os nomes deles são Stjepan Hauser e Luka Sulic:
Durante os últimos 10 dias, a cantora Amy Winehouse passou por algumas cidades brasileiras em uma mini-turnê. E depois de tantos shows, não custava nada ela passar também nessa coluna, né?
Amy é daquelas artistas raras, que impressiona em todos os sentidos: seja pela voz, pelo visual ou pelo comportamento. Três facetas que, quando se misturam, resultam nela drogada usando a voz para te mandar tomar no cu enquanto deixa as tetas à mostra.
Hoje nosso post semanal de covers é dedicado a Igor Presnyakov. E você deve estar se perguntando: quem diabos é esse sujeito?
Até pouco mais de uma semana atrás eu não sabia, mas vasculhando o Youtube em busca de versões caseiras bacanas para o Baú dos Covers, encontrei esse violonista russo que tem dezenas de vídeos tocando hits do rock, do pop e ainda algumas coisas curiosas.
Como por exemplo essa versão de nada menos que Chorando Se Foi, o hit máximo da lambada imortalizado pela Kaoma.
O naipe do sujeito, com esse mega-mullets e bigodão, ajudam a tornar tudo mais inusitado. Mas o cara é foda, e tem uma batida de violão bem característica. E nas poucas vezes que resolve cantar, também manda muito bem.
Olha que incrível essa versão pro clássico de Leonard Cohen, Hallelujah:
Essa semana baixou o exú da cafonice aqui no blog.
Ontem nós já tivemos os 15 reis das músicas cafonas, mostrando tudo o que esse mundo lindo tem pra nos mostrar. Ohnnn.
Agora chegou a vez da nossa mixtape entrar na onda de espalhar o amor, a paz e a alegria pelo mundo com o tema “Best of cafona”. Se você ta com dor de cotovelo, apaixonadinho, tem mais de 80 anos ou simplesmente é uma pessoa estranha que leva essas músicas a sério, fica aí com a nossa seleção no player abaixo:
Good Times. É mais que o nome típico de programas de rádio que todo mundo com certeza já ouviu, nem que seja obrigado numa van lotada. É um gênero musical inteiro.
Se trata daquelas músicas românticas dos anos 70 até 90 que mergulham completamente na cafonice. Verdadeiros clássicos do brega que por mais que a gente possa odiar (e às vezes a gente simplesmente não consegue odiar), sabe cantar de cor.
São as canções que seu tio, no alto da pança, dedica para a sua tia. As músicas que a menininha de interior ingênua ouve enquanto pensa em casar com um playboyzinho da cidade grande. As canções que, no auge do álcool, você canta no karaokê.
Tá aí a primeira demonstração do que veremos nos próximos meses com os lançamentos das novas músicas.
Senti uma mistura de pena, vergonha alheia e dúvida, porque ainda não sei se é um menino ou uma menina. Agora imagina se a música fosse boa, como essa criança não ia ficar?
Bruno Tavares Especialista em achar bizarrices na internet, rir da desgraça alheia e falar mal de tudo. Resumindo: o capeta em forma de guri.
O cinema já nos brindou com diversas bandas inexistentes, e algumas delas foram tão legais, mas tão legais, que ficaram marcadas.
Desde a épica Spinal Tap com seu documentário fake até o The Wonders e o hit sessentista nascido nos anos 90 That Thing You Do. Isso sem falar nos Blues Brothers, um ícone dos anos 80.
O vídeo abaixo foi feito compilando essas e muitas outras, como um tributo às grandes bandas que nunca existiram de verdade. Ótimo pra relembrar:
Eu cheguei a pensar em reclamar que faltou a Família Von Trapp, mas aí lembrei que uma das coisas mais fodas é saber que eles realmente existiram.
Mas mesmo assim, os criadores prometeram mais vídeos, onde certamente veremos bandas como Sex Bob-Omb (de Scott Pilgrim) e a melhor banda fictícia de todos os tempos: Stillwater (de Quase Famosos).
Alexandre Esposito Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.