29/01 2011
Baú dos Covers (29/1)

Essa semana o Baú dos Covers vai ser só com versões inusitadas. Nada de banda de rock fazendo cover de banda de rock. É só gente tocando algo que originalmente era de um gênero diferente.

Começando pelo Superchunk[bb], que transformou o pop das Destiny’s Child[bb] em um punk rock, nessa versão de Say My Name:

Ainda mais curioso é o cover que eles dois violoncelistas fizeram de Smooth Criminal, do Michael Jackson[bb]. Os nomes deles são Stjepan Hauser e Luka Sulic:

Clique aqui para ler a continuação desse post. Ainda tem covers dos Beatles, do ABBA, White Stripes, Britney Spears e mais.

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

22/01 2011
Baú dos Covers (22/1)

O Baú dos Covers dessa semana começa com uma versão acústica do grande hit do Gnarls Barkley[bb], Crazy, feita pelo The Kooks[bb]:

Bem ao contrário de acústica é essa parceria do Chris Cornell[bb] com o Santana[bb], tocando o clássico do Led Zeppelin[bb], Whole Lotta Love:

Clique aqui para ler a continuação desse post. Tem ainda covers do Depeche Mode, Foo Fighters, Sublime e Beach Boys.

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17/01 2011
Entendendo Amy Winehouse

Durante os últimos 10 dias, a cantora Amy Winehouse[bb] passou por algumas cidades brasileiras em uma mini-turnê. E depois de tantos shows, não custava nada ela passar também nessa coluna, né?

Amy é daquelas artistas raras, que impressiona em todos os sentidos: seja pela voz, pelo visual ou pelo comportamento. Três facetas que, quando se misturam, resultam nela drogada usando a voz para te mandar tomar no cu enquanto deixa as tetas à mostra.

Clique aqui para ler o resto desse post e continuar a entender Amy Winehouse.

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15/01 2011
Baú dos Covers Especial: Igor Presnyakov

Hoje nosso post semanal de covers é dedicado a Igor Presnyakov. E você deve estar se perguntando: quem diabos é esse sujeito?

Até pouco mais de uma semana atrás eu não sabia, mas vasculhando o Youtube em busca de versões caseiras bacanas para o Baú dos Covers, encontrei esse violonista russo que tem dezenas de vídeos tocando hits do rock, do pop e ainda algumas coisas curiosas.

Como por exemplo essa versão de nada menos que Chorando Se Foi, o hit máximo da lambada imortalizado pela Kaoma[bb].

O naipe do sujeito, com esse mega-mullets e bigodão, ajudam a tornar tudo mais inusitado. Mas o cara é foda, e tem uma batida de violão bem característica. E nas poucas vezes que resolve cantar, também manda muito bem.

Olha que incrível essa versão pro clássico de Leonard Cohen[bb], Hallelujah:

Clique aqui para ver a continuação desse post e conferir outros covers sensacionais do Igor.

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13/01 2011
Mixtape Ordinário #5

Essa semana baixou o exú da cafonice aqui no blog.

Ontem nós já tivemos os 15 reis das músicas cafonas, mostrando tudo o que esse mundo lindo tem pra nos mostrar. Ohnnn.

Agora chegou a vez da nossa mixtape entrar na onda de espalhar o amor, a paz e a alegria pelo mundo com o tema “Best of cafona”. Se você ta com dor de cotovelo, apaixonadinho, tem mais de 80 anos ou simplesmente é uma pessoa estranha que leva essas músicas a sério, fica aí com a nossa seleção no player abaixo:

Clique aqui para ouvir o Mixtape Ordinário – Best of Cafona

Mixtape Ordinário #5 – Best of Cafona

  • Sinead O’Connor – Nothing compares to you
  • Bryan Adams – Have you ever really loved a woman
  • Mariah Carey – My all
  • Roxette – Spending my time
  • Tony Braxton – Spanish guitar
  • Jon Secada – Just another day
  • Celine Dion – Because you loved me

Especialista em achar bizarrices na internet, rir da desgraça alheia e falar mal de tudo. Resumindo: o capeta em forma de guri.

12/01 2011
Os 15 maiores reis do Good Times

Good Times. É mais que o nome típico de programas de rádio que todo mundo com certeza já ouviu, nem que seja obrigado numa van lotada. É um gênero musical inteiro.

Se trata daquelas músicas românticas dos anos 70 até 90 que mergulham completamente na cafonice. Verdadeiros clássicos do brega que por mais que a gente possa odiar (e às vezes a gente simplesmente não consegue odiar), sabe cantar de cor.

São as canções que seu tio, no alto da pança, dedica para a sua tia. As músicas que a menininha de interior ingênua ouve enquanto pensa em casar com um playboyzinho da cidade grande. As canções que, no auge do álcool, você canta no karaokê.

É o supra-sumo do mela-cueca.

E são muitos os artistas especializados nesse estilo, e hoje vamos mostrar os 15 maiores nomes, num ranking que  seria meio que uma mistura nossas listas de melhores músicas ruins de todos os tempos e maiores músicas de amor da história.

É muita cafonice junta, daquela que a gente odeia adorar ou adora odiar. E vocês conferem a lista depois do jump.

Clique aqui para ler a continuação desse post.

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10/01 2011
Lá vem a Britney

Todo mundo já sabe que vazou a música nova da Britney Spears. E todo mundo sabe que, junto disso, vem aquela onda que acompanha todos os seus lançamentos: os seus fãs bizarros.

Tá aí a primeira demonstração do que veremos nos próximos meses com os lançamentos das novas músicas.

Senti uma mistura de pena, vergonha alheia e dúvida, porque ainda não sei se é um menino ou uma menina. Agora imagina se a música fosse boa, como essa criança não ia ficar?

Especialista em achar bizarrices na internet, rir da desgraça alheia e falar mal de tudo. Resumindo: o capeta em forma de guri.

10/01 2011
Um tributo às bandas que nunca existiram

O cinema já nos brindou com diversas bandas inexistentes, e algumas delas foram tão legais, mas tão legais, que ficaram marcadas.

Desde a épica Spinal Tap com seu documentário fake até o The Wonders e o hit sessentista nascido nos anos 90 That Thing You Do. Isso sem falar nos Blues Brothers, um ícone dos anos 80.

O vídeo abaixo foi feito compilando essas e muitas outras, como um tributo às grandes bandas que nunca existiram de verdade. Ótimo pra relembrar:

Eu cheguei a pensar em reclamar que faltou a Família Von Trapp, mas aí lembrei que uma das coisas mais fodas é saber que eles realmente existiram.

Mas mesmo assim, os criadores prometeram mais vídeos, onde certamente veremos bandas como Sex Bob-Omb (de Scott Pilgrim) e a melhor banda fictícia de todos os tempos: Stillwater (de Quase Famosos).

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