14/08 2010
Baú dos Covers (14/8)

Depois de uma semana de folga, o Baú dos Covers volta com tudo, e hoje nossa seleção de covers está com um pé no indie.

Começando pela versão do Scissor Sisters[bb] para o primeiro hit do Franz Ferdinand[bb], Take Me Out. A energia da versão original dá lugar a um clima meio cabaret, mas que ficou legalzinho também:

Agora um pouco de Arctic Monkeys[bb] e seu excelente cover de You Know I’m No Good, uma das músicas que ajudou Amy Winehouse[bb] a ser a artista mais falada de 2007:

Uma banda que ajudou a impulsionar o indie nessa última década foi o The Killers[bb], e sua versão para Romeo and Juliet do Dire Straits[bb] é memorável:

Outra banda do passado que recebeu um cover bacana foi o The Smiths[bb], cujo clássico Please, Please, Please Let Me Get What I Want ganhou voz, ainda nos anos 80, do The Dream Academy[bb] (versão inclusive que tem na trilha de Curtindo A Vida Adoidado[bb], filme que elegemos aqui o mais clássico da Sessão da Tarde):

E pra fechar o Baú dos Covers de hoje, uma banda alternativa fazendo cover de outro. É o Florence & The Machine[bb] tocando Postcards From Italy, do Beirut[bb]:

Até o próximo Baú dos Covers!

Publicitário, blogueiro, produtor de festa e, pro azar de vocês, piadista.

13/08 2010
M.I.A. numa vibe Stefhany

Pessoal fala mal da Stefhany, mas olha só a respeitada e consagrada M.I.A.[bb] e seu novo clipe.

Inspirado claramente na nossa linda e absoluta musa internética:

Viram só? Stefhany agora é referência internacional. Ou não. Mas que parece, parece.

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10/08 2010
As 20 Maiores Músicas Brasileiras de Amor

Depois da repercussão da nossa lista com as grandes canções de amor da história, nada mais justo do que fazer uma versão nacional, não é? E aqui vai ser no mesmo esquema, valendo toda e qualquer música que represente alguma forma de amor, seja ela qual for.

Mais uma vez limitamos a apenas uma música por artista (as exceções são quando a versão mais conhecida da música é cantada por outra pessoa). Afinal, se não tivesse essa “regrinha”, só ia dar Bossa Nova, Chico Buarque e Roberto Carlos.

Vamos lá:

20 – Primavera (Cassiano[bb])

Sucesso nas vozes do seu compositor Cassiano, de Tim Maia e até de Maurício Manieri, é uma declaração simples e sem muita enrolação. Mas que, convenhamos, diz tudo que precisa.

O cara basicamente diz que quer estar com a mulher em qualquer estação, ou seja, sempre, e que estar com ela é como estar na primavera. Quase uma canção de “feel good”.


“Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti”

19 – Aconchego (Elba Ramalho[bb])

O retorno para a pessoa amada. É disso que se trata esse verdadeiro clássico de Elba Ramalho, que divaga em sobre a saudade, a ausência e a sensação de finalmente deixar isso pra trás.


“Pra mim tu és a estrela mais linda
Seus olhos me prendem, fascinam
A paz que eu gosto de ter”

18 – Bem Que Se Quis (Marisa Monte[bb])

Não só de amor, mas de desejo que Bem Que Se Quis fala. Com um certo tom melancólico, a voz de Marisa Monte vai nos levando por essa história de uma relação que teima em negar o fim através do desejo carnal. Uma fuck song que seria digna de Portishead.


“O que que a gente não faz por amor?”

17 – Mulheres (Martinho da Vila[bb])

Ok, essa pode parecer até estranha de entrar nessa lista. Afinal, o malandro vai enumerando todo o tipo de mulher que ele já pegou. Pra deixar a mulher com ciúme, não custa. Mas existe um encerramento melhor para esse tipo de “lista” do que dizer que nenhuma dessas todas o fez tão feliz quanto ela faz?


“Você é o sol da minha vida
A minha vontade”

16 – É O Amor (Maria Bethânia[bb])

Não tem jeito, no Brasil não dá pra fazer um post sobre músicas românticas que exclua alguns clássicos do sertanejo. Seria preconceito demais.

Eu particularmente costumo detestar as músicas desse gênero, mas há exceções, e o hit de Zezé di Camargo e Luciano[bb] que lançou a dupla ao estrelado tem seu valor. Muito valor. É uma declaração clássica, rasgada, melosa ao extremo. Mas o amor muitas vezes não é assim mesmo?

É O Amor é brega, mas o amor também é, então merece entrar nessa lista. E como ninguém merece aturar a voz esganiçada do Zezé, a gente coloca a versão da grande Bethânia.


“Você é minha doce amada, minha alegria
Meu conto de fada, minha fantasia
A paz que eu preciso pra sobreviver”

15 – Mania de Você (Rita Lee[bb])

Assim como Bem Se Quis, Mania de Você também remete ao desejo provocado por um grande amor. Mas também fala sobre a sintonia de um casal, a química, aquela unidade que duas pessoas apaixonadas formam. Quando o amor torna duas pessoas uma só, o hino é essa música.


“A gente faz amor por telepatia
No chão, no mar, na lua, na melodia”

14 – Anna Júlia (Los Hermanos[bb])

Depois do amor brega e do amor carnal, vamos para outro canto e falar do amor loser. Sim, um amor fracassado de um cara bundão com um baita complexo de inferioridade e que vive sua dor de cotovelo sofrendo pela tal da Anna Júlia sem ter coragem de ir lá falar com ela e impedir que ela acabe com algum outro cara pior.

Um merda, mas que representa todos nós em algum momento na vida. Todo mundo tem seus momento de insegurança, ainda mais quando se está apaixonado. E nenhuma outra canção simboliza tanto essa fraqueza humana diante do amor quanto Anna Júlia.


“Quando tudo tiver fim
Você vai estar com um cara
Um alguém sem carinho
Será sempre um espinho
Dentro do meu coração”

13 – Você É Linda (Caetano Veloso[bb])

Ok, o amor é cego. Mas alguma mulher, por mais baranga que possa ser, não adora ser chamada de linda? Esse já seria um bom motivo para colocar a declaração de Caetano nesse ranking. Mas prestando atenção na letra a gente logo percebe que não está só falando da beleza exterior da mulher, e sim do todo, o que torna a cantada (literalmente) ainda mais eficiente.


“Você é forte, letras e músicas
Todas as músicas que ainda hei de ouvir”

12 – Coisa Mais Linda (Carlos Lyra[bb])

Mais uma declaração clássica, com toda a poesia que só a Bossa Nova poderia trazer. Aqui embaixo, na versão da Gal Costa[bb].


“Quem dera a primavera da flor
Tivesse todo esse aroma de beleza
Que é o amor
Perfurmando a natureza
Em uma forma de mulher”

11 – Por Você (Barão Vermelho[bb])

O Barão Vermelho pós-Cazuza nunca mais foi o mesmo. Mas ainda assim, conseguiram acertar algumas vezes nesses últimos 20 anos, e talvez o maior desses acertos tenha sido Por Você, uma canção que consegue representar muito bem tudo aquilo que as pessoas são capazes de fazer por amor.


“Eu mudaria até o meu nome
Eu viveria em greve de fome
Desejaria todo dia a mesma mulher”

10 – Evidências (Chitãozinho e Xororó[bb])

Olha outro sucesso sertanejo aqui. Evidências não é novidade aqui no blog, já que a elegemos ano passado como a Melhor Música Ruim Nacional, numa lista cheia daquelas tosquices que a gente adora e conhece de cor. Mas cá entre nós, ela não é ruim de verdade, é apenas um pouco brega. E repito o que eu disse ali em É O Amor: esse sentimento é brega mesmo.

Aqui temos outro drama de uma relação abalada e uma paixão tão forte que já não dá mais para negar. Um clássico dos karaokês.


“Eu tenho medo de te dar meu coração
E confessar que eu estou em tuas mãos
Mas não posso imaginar o que vai ser de mim
Se eu te perder um dia”

9 – Amor Meu Grande Amor (Ângela Rô Rô[bb])

Antes de se filmar chapada falando sobre tapas na pantera, Angela Ro Ro foi um dos grandes nomes da nossa MPB, uma das grandes vozes. Um vozeirão que fez ecoar esse hino a um amor cru, sem rodeios ou freios. É uma entrega total ao sentimento e à chance de vivê-lo intensamente. Quase como um carpe diem amoroso.


“Pois tudo que ofereço é meu calor, meu endereço
A vida do teu filho desde o fim até o começo”

8 – Como É Grande O Meu Amor Por Você (Roberto Carlos[bb])

Não dava pra deixar o Rei de fora, né? Muita gente hoje em dia não dá valor ao cara, mas o número de senhorinhas apaixonadas por ele já mostra que Roberto Carlos de amor entende.

E entre vários sucessos românticos, sem dúvida o mais importante é Como É Grande O Meu Amor Por Você. Cavalgada pode ser a grande declaração clássica, mas é nessa música que ele consegue simbolizar bem esse sentimento, como algo tão grande que em palavras não dá pra dizer.


“Nunca se esqueça, nenhum segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você”

7 – Você (Tim Maia[bb])

Tim Maia não era uma pessoa, digamos assim, bem apessoada. O cara era gordão, feio, tinha a cara manchada. Resumindo: com aquela fuça, tinha que ter muito boa lábia pra comer alguém.

Em Você, o dono da maior voz da história da nossa música mostra essa lábia. Primeiro quase que sussurrando sobre o fim da sua desilusão amorosa para enfim soltar o vozeirão numa declaração épica.


“Você é mais do que sei
É mais que pensei
É mais que esperava, baby
Você é algo assim
É tudo pra mim
É como eu sonhava, baby”

6 – O Meu Amor (Chico Buarque[bb])

Como escolher apenas uma música de Chico para essa lista? O cara que reúne uma das maiores coleções de grandes canções da nossa música poderia ter um top 20 só dele.

Mas acabei escolhendo O Meu Amor por um motivo simples. Chico é famoso por ser o compositor que melhor entende as mulheres, não é? Então nada melhor que valorizar isso que escolher a música onde ele assume o papel da mulher falando do seu homem amado. E declarando o que faz uma mulher perder os sentidos por um homem, ele acaba nos ajudando a entender um pouco melhor o que elas querem.


“O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos, viola meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes”

5 – Eu Sei Que Vou Te Amar (Tom Jobim[bb])

Na primeira versão dessa lista, só com músicas gringas, comentei que Hymne a l’Amour da Edith Piaf entrava simbolizando o amor eterno, que suplanta até as barreiras da vida. Eu Sei Que Vou Te Amar não chega a falar no além, mas segue uma linha próxima. É o amor incondicional, na presença, na ausência e até no sofrimento.


“Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida”

4 – Eu Preciso Dizer Que Te Amo (Cazuza[bb])

Toda a intimidade de uma relação ganha voz nessa canção, ainda mais em sua versão original, com uma gravação tosca e crua. E o mais legal dessa música é que ela mostra toda a vulnerabilidade que existe numa declaração, onde a pessoa pode ganhar ou perder a outra. Clássico do maior poeta do nosso rock.


“É que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano”

3 – Carinhoso (Pixinguinha[bb])

Por falar em clássico, existe algum maior do que Carinhoso? Nessa canção, Pixinguinha faz uma declaração à moda antiga, e toca num ponto parecido com o de Something, música vencedora do post de músicas internacionais: brinca com a falta de explicação do amor. “Meu coração, não sei porque…”


“Vem matar essa paixão
Que me devora o coração
E só assim então
Serei feliz, bem feliz”

2 – Chega de Saudade (João Gilberto[bb])

Chega de Saudade é de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, mas foi na gravação de João Gilberto que ela ganhou o mundo e inaugurou o movimento musical mais importante da história do Brasil, a Bossa Nova. E não foi só a batida diferenciada do violão e o jeito novo de cantar que deu à essa música tanta importância.

O mérito maior de Chega de Saudade é ser, simplesmente, uma bela canção de amor, explorando aquela sensação tão angustiante que a gente já viu em outras músicas, a saudade. Uma melancolia que é pura poesia. E tudo bem que já teve coisa do Tom, mas ele é exceção.


“Sem ela não há paz
Não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim, não sai”

1 – As Rosas Não Falam (Cartola[bb])

Genialidade pode vir de qualquer pessoa, de qualquer lugar. Não importa classe social, grau de instrução. A maior prova disso é que um dos maiores poetas da música brasileira era um homem sem instrução alguma, da favela da Mangueira: Cartola. Um gênio.

As Rosas Não Falam é uma obra-prima (dentre tantas dele) do começo ao fim, e comove não apenas pela sua bela melodia e letra incrível, mas também por ser uma declaração de verdade, que ele fez para sua esposa Dona Zica. Como ficou marcado na história, ela voltou para o Cartola e ficaram juntos até o fim da vida dele.

Uma pérola, e a maior canção de amor que a nossa música já produziu.


“Queixo-me às rosas, mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti”

E como tenho certeza que essa lista vai ser mais polêmica que a primeira, já abro espaço pra vocês dizerem quem vocês colocariam e quem tirariam desse top 20. Mandem bala.

CDs - Submarino.com.br

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9/08 2010
Maléfica

Como dissemos no nosso post de aniversário desse ano, em 2010 nós estamos vindo com muitas novidades. O blog cresceu mais do que o esperado, entramos recentemente para o Portal MTV e, agora, fomos convidados pra fazer parte de um projeto muito legal do blog London Loves Me.

O blog, que fala de moda, arte e música, está montando um projeto que vai misturar tudo isso. Eles prepararam um editorial com o tema Maléfica (mesmo nome da festa, por ser na única sexta-feira 13 do ano) e vão expôr as fotos e vídeos em uma festa que vai tocar um pouquinho de tudo também. O Vida Ordinária, que tem todo um histórico de tosqueiras e cultura pop, foi chamado pra tocar o melhor do pop farofa e  botar a galerinha pra perder a dignidade.

Se você gosta de ouvir um rock antigo, tem a Mary the Kid tocando o melhor do rock clássico. Se você é alternativo/descolado/mimimi, tem a Gabriela e o Klimt tocando indie e eletro-rock/pop. Mas se você gosta mesmo é de ouvir aquelas músicas que não conta pra ninguém que estão no seu ipod, tem o Bruno aqui do Vida Ordinária. Então, se você mora no Rio ou estiver por aqui esses dias, vai lá perder a dignidade com a gente!

London Loves Me: Maléfica

Dia 13/08 às 23:30

Local: Solar de Botafogo (do lado do Pró Cardíaco)

Ingressos antecipados (até 12/08): R$ 30,00

Ingressos na hora (13/08): R$ 50,00

Pontos de venda: lojas Ausländer (Rio Design Barra, Shopping Leblon e Fashion Mall)

Fiquem ligados no nosso Twitter também, porque nos próximos dias vão rolar algumas promoções com ingressos pra quem quiser ir mas ainda sofre as consequências da crise econômica.

Nos vemos lá!

Especialista em achar bizarrices na internet, rir da desgraça alheia e falar mal de tudo. Resumindo: o capeta em forma de guri.

4/08 2010
Mini Eminem

Se Eminem quando surgiu chamou a atenção por ser um rapper branco (e que, ao contrário do Vanilla Ice, tinha talento), imagina só esse pequeno Matt B.

Além de ser branco, ele é apenas uma criancinha, mas manda muito bem nesse cover de Love The Way You Lie, o (ótimo) dueto do Eminem com a Rihanna:

Chega a ser engraçado, né? Enfim, a loirinha do vídeo é Julia Sheer e também manda bem.

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31/07 2010
Baú dos Covers Especial: Beat It

O Baú dos Covers dessa semana é mais um especial, e em homenagem a um dos maiores hits de Michael Jackson[bb].

Beat It foi a música que, com a guitarra de Eddie Van Halen[bb], fez os roqueiros respeitarem o Rei do Pop. E hoje é dia de vermos alguns de seus covers mais bacanas e/ou curiosas.

Começando pela nossa dupla preferida do Youtube, o Pomplamoose, que pra variar fez uma versão bem criativa e boa de ouvir:

Não curto muito o som do Fall Out Boy[bb], mas tenho que admitir que o cover deles para Beat It está pelo menos interessante. Pra quem gosta da banda, deve estar foda:

O mais curioso é que supostamente essa gravação deles tem a participação do John Mayer[bb]. Mas alguém consegue ver ou ouvir o cara nela?

Seguindo em frente, a versão mais pesada que encontrei, da banda Raintime[bb]:

Já numa outra linha de som e de humor, tem o cover de Richard Cheese[bb], aquele fanfarrão que grava sucessos no ritmo das antigas big bands dos anos 40 e 50:

O cara é gênio, e já que estamos falando de humor, me lembrei do Weird Al Yankovic[bb], um cara de quem sou fã desde adolescente e que estranhamente numa havia colocado aqui no Baú dos Covers. Ok, o que ele faz são paródias e clipes de humor, mas ainda assim vale, né? Beat It, para ele, virou Eat It, mas infelizmente não deu pra incorporar o vídeo no post. Vocês podem vê-lo aqui.

Mas pra gente não precisar encerrar com um link desses chatos de pessoas atrasadas que não deixam embedar o vídeo, vamos aproveitar então pra ver um cover nacional de Beat It. É da banda Liga Joe, que eu nunca tinha ouvido falar, mas faz uma interpretação honesta e legalzinha do hit do MJ:

Ok, eu disse que ia encerrar, mas acabei de conhecer mais um vídeo que acho que vale a pena incluir nesse Baú dos Covers. É a versão acústica de Beat It que esse cara, o JC Van Luyn, fez:

Até o próximo Baú dos Covers!

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30/07 2010
Quem disse que não existe funk inteligente?

Marcelo Adnet apresenta o genial e hilário grupo Gaiola das Cabeçudas e o som que vai bombar em todos os bailes funk de Massachussets:

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29/07 2010
A Cara da Música

No post daquela animação com referências a 35 filmes em 2 minutos, conseguimos nos unir e acertar a maioria (ou pelo menos fechar em poucas opções de filme pra cada cena).

Mas o desafio de hoje é mais difícil. Essa ação, para um museu de música da Inglaterra, juntou num mesmo pôster ícones inspirados nos rostos de 64 artistas britânicos, e convida o público a acertar, em troca de prêmios.

Vamos ver se nos saímos bem?


Pra ver em tamanho melhor, cliquem na imagem.

Pois bem, achei os seguintes: John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr, Brian May, Elton John, David Bowie, Boy George, Rod Stewart, Ozzy Osbourne, Geri Halliwell, George Michael, The Edge, Noel Gallagher, Liam Gallagher, Mick Hucknall, Freddie Mercury, Lily Allen e Amy Winehouse. Tem também a integrante negra do All Saints que eu não sei o nome e suspeito de um que acho que pode ser o Bob Geldof. Contando com esses, eu teria acertado 20.

Faltam 44. Alguém tem alguma sugestão nos comentários?

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