O bad boy das bad girls Que você viu Telephone, da Gaga, eu tenho certeza. Mas antes de eu ensinar a fazer óculos de cigarro ou como colocar bobs de Coca Light na cabeça (aliás, pausa pra comentário: melhor merchan que eu...
Onde você se vê daqui a 5 anos? Eu odeio essa pergunta. Odeio com todas as forças.
Essa pergunta, tão comum em entrevistas de emprego, me irrita porque geralmente mexe com nossas expectativas. E pensando em tão longo prazo assim,...
Gênio do Chatroulette Acho que eu nunca ia desconectar do chat com esse cara só pra ver como ele ia se virar pra continuar a musiquinha. Genio demais!
httpv://www.youtube.com/watch?v=32vpgNiAH60
Hitchcock revisitado (de novo) Há alguns meses vimos aqui as versões que o designer Matt Needle propôs para os filmes do Hitchcock. Eram bem legais, minimalistas, se aproveitando a famosa silhueta do diretor.
Indo por uma linha...
Como reconquistar uma garota Ou não?
Esse sujeito perdeu a namorada, e resolveu tomar medidas drásticas para reconquistá-la.
E por mais que logo de cara você ache bizarro e idiota (e é!), continue assistindo até o fim:
httpv://www.youtube.com/watch?v=VFl-MxXZWx4
E...
Star Wars surgiu nos anos 70. Mas e se tivesse sido lançado nos anos 60? Teria boas chances de ter a abertura feita pelo designer favorito do Hitchcock e do Kubrick, e que anos depois ainda trabalharia com Scorsese: Saul Bass.
Nesse espírito, resolveram criar a abertura de Star Wars como se tivesse sido feita por ele. E com direito a uma trilha em jazz também, bem ao estilo dos filmes dos anos 60.
Um dos filmes que devo ter visto mais vezes na Sessão da Tarde e que até hoje tira meu fôlego de tanto rir é Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu!.
É com certeza um dos filmes mais engraçados de todos os tempos, e alguém resolveu compilar as 10 falas mais engraçadas dele em um vídeo no Youtube. É pra relembrar e se mijar de rir:
“- First time?
- No, I’ve been nervous lots of times”
A gente já viu aqui um ilustrador que fez algumas coisas bem bacanas inspirados no universo do He-Man. Mas agora tá rolando nos EUA uma exposição inteira, só de arte ligada ao herói mais icônico da TV dos anos 80.
É surpreendente a quantidade de material, e a qualidade das peças. Tem, por exemplo, esse incrível Gato Guerreiro em estilo japonês:
E nossos heróis com um toque de Pop Art:
E quem sabe She-Ra, a irmã caçula do He-Man, não possa ser apenas uma menininha frustrada com imaginação fértil?
Essa aqui do Esqueleto daria uma camiseta fodaça:
A Feiticeira em uma versão tribal também ficou interessante:
Mais algumas que curti bastante:
Mas minha favorita mesmo foi essa fotografia usando um bonequinho do Strato (até hoje ainda tenho o meu!):
E por falar em brinquedos, queria esses toy arts pra mim:
Enfim, a exposição foi tão legal que até a decoração era irada, com uma falsa porta do Castelo de Greyskull:
Pra ver a galera completa, que tem MUITO mais coisa, é só ir no blog da exposição. Dá até pra comprar as peças.
Nessa semana da criança, nada melhor do que fazer um confronto reunindo várias das personalidades que estiveram presentes nas manhãs e tardes da maioria dos leitores do Vida Ordinária.
E embora tenham tido várias figuras marcantes, nenhuma delas chega aos pés de uma em fama, prestígio, polêmica e, o que mais importa aqui no Confronto: tosquice. Por isso, nada melhor do que pegar essa apresentadora e ver como ela se sai contra seus pares.
É o confronto: Xuxa x Outras Apresentadoras Infantis
1° Round: Xuxa x Angélica
Como era de praxe nos anos 80, apresentadora infantil de sucesso tinha que fazer filme com os Trapalhões. Daí tome Xuxa como par do Didi em filmes como A Princesa Xuxa e os Trapalhões, ou ainda O Mágico de Oróz e O Mistério de Robin Hood.
Mas é claro, sua aventura mais famosa no cinema aconteceu bem antes, em Amor Estranho Amor. Em vez de Renato Aragão, seu par romântico era…. uma criança.
Não que Angélica fique muito na frente, afinal, em Uma Escola Atrapalhada, ela faz casalzinho com o Supla.
Que camisetinha, hein, papito.
Sério, acho que pegar o Supla é mais nojento que pegar o fedelho, hein.
E como, para piorar, a Angélica no seu outro filme com Os Trapalhões, pegou o Conrado, ela teria tudo pra perder pra Xuxa esse round. Mas…
Na vida pessoal elas também tiveram namoros famosos, e cagaram feio neles também. César Filho, Maurício Mattar… Angélica tinha uma queda por patetas. Mas acabou casando com o Luciano Huck.
Já Xuxa, namorou Pelé. Que depois fez comercial de Viagra.
Namorou o Senna. Que depois morreu.
E teve (aliás, tem), uma relação de fachada com o Luciano Szafir (aka o pior ator do mundo), enquanto na verdade o amor de sua vida é a Marlene Mattos.
Luciano Szafir em uma cena de um filme trash hollywoodiano.
E convenhamos, até eu, hetero convicto, acho a Marlene Mattos pior do que o Luciano Huck.
Se bem que…
Mas mesmo assim, vence a Angélica. Afinal, pior que ter um marido que pega o Pelé, é pegar o Pelé diretamente…
Xuxa 0 x 1 Outras Apresentadoras
2° Round: Xuxa x Mara Maravilha
Olha, ter como assistentes de palco um anão vestido de pulga e um sujeito vestido de mosquito da dengue pode ser bem ridículo.
Mas ter um cara vestido de banana é muito pior.
Se a Mara crente de hoje em dia visse isso, com certeza diria que é coisa do demo e pagaria o dízimo dobrado só pra se redimir.
Só que seria um desperdício a gente se basear nesse round nos programas das duas. Afinal, Xuxa e Mara Maravilha têm muito mais em comum do que shows de TV voltados para o público infantil. As duas saíram na Playboy.
E nada melhor que a gente comparar o desempenho de ambas para decidir esse round (é só clicarem nas imagens para ver sem tarja):
É, a Mara é melhor. Mas por ter feito a heresia de ter coberto tudo que Deus lhe deu com saiões, merece perder o round.
Xuxa 1 x 1 Outras Apresentadoras
3° Round: Xuxa x Eliana
Dizem que se você colocar certas músicas da Xuxa para tocarem ao contrário, dá pra ouvir mensagens satânicas. O que me parece desnecessário, já que mesmo ouvindo os discos dela na ordem normal, as músicas já me parecem ruim pra diabo.
Por exemplo, em She-Ra, ela praticamente passa o refrão dizendo que quer dar pro He-Man:
“Por Greyskull, She-Ra
Me apresenta pro He-Man
Teu irmãozinho é uma gracinha
E eu sou todinha do bem…
Por Greyskull, She-Ra
He-Man é um gato alto-astral
Desculpe se eu sou ousadinha
Beijinho-beijinho, tchau-tchau…”
Em Doce Mel, ela praticamente doutrina uma geração que não por acaso popularizou as raves:
“Doce, doce, doce
A vida é um doce
Vida é mel
Que escorre da boca feito um doce
Pedaço do céu”
Mas nada supera quando ela canta em código, de uma forma quase djavânica:
“Eu quero ver tindolelê
Nheco nheco
Xique xique
Balancê”
Eliana não tem um repertório tão extenso e polêmico, mas pra que mais músicas quando a pessoa consegue botar na boca de milhões de crianças a Melô da Siririca?
“Dedos médios
Dedos médios
Onde estão?
Aqui estão”
Já a parte do “Todos os dedos” entra no universo do Fist Fuck…
“Adivinha só o que vou fazer
com esse cabo de guarda-chuva.”
A gente tem que respeitar uma apresentadora que consegue falar disso tudo sem ser denunciada ao Juizado de Menores.
Xuxa 1 x 2 Outras Apresentadoras
4° Round: Xuxa x Sérgio Mallandro
No começo da carreira, antes de ter Paquitas gostosinhas cujas bundas hipnotizavam as crianças, Xuxa agredia seus queridos baixinhos, com empurrões, “chega pra lá” e, dizem que, eventualmente até beliscões.
Mas o que é a agressão física perto da psicológica, não é mesmo?
E existe terror psicológico maior que a porta dos desesperados?
Ok, eram 3 portas e, além de alguns presentes em uma delas, o máximo que podia acontecer com você era ver um cara vestido de gorila pulando igual um idiota na sua frente ou um anão imitando a Mara. Mas ainda assim, a gente ficava tenso, nervoso, angustiado… por que?
Porque por trás disso tudo havia uma mente perversa, um manipulador cruel, um gênio do mal: Sérgio Mallandro.
Por trás dos seus glu-glus e rá-rás ele nos levava a um desespero real, fazia a gente “nadar” no chão, gritar, espernear, chorar… por nada. É que ele foi alfabetizado em joselitês.
E ainda chamam a Globo de manipuladora. Sérgio Mallandro é que é o cara.
Tanto que é o único homem nesse confronto de apresentadoras. E mesmo assim ganha.
Xuxa 1 x 3 Outras Apresentadoras
Vitórias das outras apresentadoras (e do Serginho Mallandro).
Agora fui! Vocês não merecem falar comigo nem com meu confronto!
PS: Será que o Davis vai vir me criticar pelo resultado e dizer que eu sou “sem perfil”? Tô na torcida.
Não, não é esse o nome do quinto filme do arqueólogo mais famoso do mundo.
É que um fã resolveu juntar um punhado de cenas de filmes antigos e montar o trailer do que seria Os Caçadores da Arca Perdida se tivesse sido feito nos anos 50.
E não é que esse sujeito mandou muito bem? Olha só como ficou:
Essa semana começou a Bienal do Livro aqui no Rio, e um dos homenageados é o grande mestre dos quadrinhos Maurício de Souza. Isso graças ao lançamento do livro MSP50 – Maurício de Souza Por 50 Artistas.
São os personagens clássicos que nos acompanharam em toda nossa infância (e até hoje!) com traços diferentes, e às vezes até mesmo um enfoque mais ligado ao artista em questão.
No G1 tem vários exemplos incríveis, mas aqui você confere os que eu curti mais.
Você acha o Astronauta meio chato? Bem, nessa versão com certeza ele não é tanto:
E eu particularmente acho que o Franjinha merecia ser transferido pro Laerte depois dessa versão dele:
O clima nostálgico dessa já valeria a pena, mas a referência à capa de Abbey Road é a cereja no bolo que torna essa versão épica:
O Bidu (e o Bugu, aquele troço chato amarelo) podem não ser os personagens mais carismáticos do mundo. Mas nessa versão surreal do cachorro azul do Franjinha, até dá vontade de ler o resto.
As histórias do Cebolinha e do Louco sempre estiveram entre as minhas favoritas (apesar de na verdade eu ser um fã do Cascão). E essa versão ficou tão foda quanto:
Quer mais bucolismo do que nessa versão sensacional do Chico Bento?
E por fim tem essa versão totalmente inspirada nas tradições mexicanas pro Dia dos Mortos, que são o tema da conversa do Penadinho com o Cranicola:
A gente tá cansado de ouvir sobre como a TV influenciou e influencia até hoje a cultura e nosso modo de viver, de uma forma que só recentemente a Internet começou a se equiparar.
Tipo se eu fizer uma piada relacionada a twitter na rua. Algumas pessoas até vão entender. Mas se eu falar “Hare Baba!”, todo mundo vai sacar a referência na hora.
Pois bem, não é à toa que os grandes momentos da TV até hoje são lembrados, como os Beatles no Ed Sullivan Show.
Só que existem pérolas dos primórdios da televisão que não são tão presentes na memória da gente, e uma delas é esse programa americano sobre o qual só descobri a existência ontem, vendo esse post no Update or Die: é o “What’s My Line?”
Se trata de um game show tradicional, exibido entre 1950 e 1967, onde os participantes (entre eles famosos da época -- e até gente que é ícone até hoje, como Jerry Lewis) devem adivinhar o ramo de trabalho do convidado (ou às vezes simplesmente quem ele é).
Formato básico, certo? Mas o que torna os vídeos do “What’s My Line?” imperdíveis são os convidados dele. Estamos falando simplesmente de gente como Walt Disney, Elizabeth Taylor, Ava Gardner, Alfred Hitchcock, Barbra Streisand, Salvador Dali, entre outros. Enfim, praticamente toda celebridade de primeira grandeza do mundo nos anos 50 e 60 estiveram lá. Teve até o Pato Donald (ok, na verdade seu dublador, mas vale)!
E o melhor é que a dinâmica é ótima, e é divertidíssimo de assistir, já que a maioria dos convidados é fanfarrona e fica fazendo vozes diferentes. Tipo, Hitchcock fazendo piada é algo único de se ver!
E procurando no Youtube vocês conseguem encontrar, literalmente, outras dezenas de vídeos. Eu ainda não tive tempo de ver nem um décimo, mas até agora tem valido MUITO a pena conferir cada um.
Pra fechar, fica aí um vídeo com uma compilação de alguns dos momentos mais engraçados do programa:
Quer ser o grande personagem das festas onde você vai? Aquele figuraça de quem todos lembram e que pega a mulherada toda?
Então se liga nas dicas do Malcolm Jamal Warner, o Theo do Cosby Show (que se você for novo demais, posso resumir como uma espécie de A Grande Família afro-americana dos anos 80).
Elas vão te fazer “O” cara nas festas…. de 20 anos atrás. Afinal, se você seguir qualquer um desses conselhos, provavelmente nunca mais vai conseguir comer alguma mulher:
Seja para tornar a realidade mais fantástica ou a fantasia mais real, uma coisa que acompanha o cinema há 100 anos são os efeitos visuais, que conhecemos normalmente como efeitos especiais.
O vídeo abaixo faz um passeio pela evolução dessa arte de criar o irreal, ao longo do último século. Da trucagem de câmeras aos sofisticados softwares de computação gráfica.