Na verdade, 15 temas musicais de séries, num grande mashup. E aí, você reconhece todos?
A lista, na ordem:
The Office, Barrados no Baile, Friends, Os Simpsons, Dexter, Sex and the City, Arquivo X, A Pantera Cor de Rosa, Um Amor de Família, Curb Your Enthusiasm, 30 Rock, Seinfeld, It’s Always Sunny In Philladelphia, Os Muppets, Dawson’s Creek, Esquadrão Classe A e Cheers.
Desde que foi criado, no fim dos anos 30, até hoje, Batman já rendeu muito mais do que histórias em quadrinhos clássicas. Foram vários filmes e séries que passaram do tosco e bizarro até o incrível. Incluindo aí, é claro, a série dos anos 60 que conseguiu, de tão bizarra que era, ser incrível e inesquecível.
E os pôsteres dessas várias versões conseguem contar também uma curiosa evolução do design (embora nem sempre tenha sido uma evolução, né Joel Schumacher?) desde aquela época.
Depois do jump vocês conferem os cartazes do Batman década a década, até os mais recentes.
Ok, eu sei que essa coluna anda sumida há um bom tempo. Tanto tempo que é capaz de aparecer mais gente do que de costume questionando o “Entendendo” no nome da coluna, já que raramente a gente usa esse espaço para entender alguma coisa, e sim pra escrotizar o tema.
Mas essa pausa na coluna não por falta de assunto para esculhambar, e sim falta de tempo para escrever.
Só que não podíamos deixar passar o timming para falar do reality show mais bizarro e FAIL da TV brasileira. Hoje, vamos tentar entender A Fazenda.
O galo do logo d’A Fazenda tem a crista xadrez. Seria ele hipster?
A Fazenda é uma tentativa da Record de reviver o ápice tosco – e divertidíssimo – da Casa dos Artistas, mas que consegue fazer o BBB – e até o Bial – parecer um programa de bom gosto. Os participantes bizarros até estão ali, mas sem um Sílvio Santos pra avacalhar com eles, nunca rendem o que prometem.
Ainda mais agora que ele está senil e provavelmente ofenderia metade dos participantes só no primeiro episódio. Ia chamar uma gostosa de gorda, outra de burra, comparar algum galãzinho com o Ronnie Von. Além , claro, de arrumar um jeito de colocar a Maísa participando do programa. Seria épico.
Mas a Record não tem essa pegada sem noção, é só ruim.
Depois do sucesso mundial, a vida de ator pode parecer fácil.
Mas até os grandes astros de Hollywood tiveram que começar de algum lugar, e esse vídeo mostra alguns dos primeiros trabalhos obscuros e/ou toscos de uma galera bem famosa:
Provavelmente você nunca ouviu falar de Mel Blanc. Mas se já assitiu algum desenho clássico na versão original, certamente já ouviu muito ele falando.
Ele foi responsável pela dublagem de alguns personagens famosos dos desenhos animados. Aliás, alguns não: muitos. E famosos não, mais que isso: épicos.
Tanto que, assim que eu pude conhecer a história dele, eu vi que tinha que escrever um post sobre ele. O sujeito, falecido em 1989, é simplesmente a voz por trás de Pernalonga, Patolino, Gaguinho e Taz.
Quer mais? O Piu Piu e o Frajola eram dublados por ele. E o Coiote também.
Hortelino e Eufrazino, os vilões clássicos do Looney Tunes? Também eram ele. Assim como o Pepe Le Pew, o Frangolino e o marciano Marvin.
E pior, quer dizer, e melhor que tem ainda mais: o Ligeirinho era ele.
Mas o trabalho dele não ficava só no Looney Tunes, e ele também dublou nos Flintstones ninguém menos que o Barney, e ainda o Dino. Sem falar no grande herói da Idade da Pedra: Capitão Caveeeeerna!
E para completar, a cereja no bolo: o cara foi o primeiro dublador do Pica-Pau! E criador da risada clássica do personagem!
Nessa entrevista para o Letterman no começo dos anos 80, ele faz a voz de vários desses personagens, além de algumas outras gracinhas, e dá pra ter uma noção do tamanho do talento e do humor desse verdadeiro gênio:
Chega a ser covardia um currículo desses para um dublador de animações, e o mais surreal é o grande público não fazer idéia de quem foi ele e de todos os personagens marcantes que ganharam a vida com a voz dele.
E vale a pena lembrar de um cara que fez tanta história assim.