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O que dizer de WALL•E?


Como bem disse o Folco no Discreto Blog, não há nada a se dizer sobre WALL•E que já não tenha sido dito.

Melhor filme do ano. Um dos melhores da década. Melhor filme de animação que já vi. Uma obra-prima, praticamente perfeito.

Então, eu só digo a você, que por ventura ainda não viu, que levante esse seu traseiro da cadeira e vá ver. Logo. Já. Correndo.

O que você ainda tá fazendo lendo esse post?

Ela não sossega


Notícia velha (se é que podemos chamar o último sábado à noite de notícia velha), mas só agora que vi que já tinha vídeo e não só fotos.

Enfim, Amy Winehouse. Eu acho ela foda. Uma voz sensacional, um excelente gosto para o repertório e é muito estilosa naquele jeito freak de ser.

Aí ela se afunda em drogas, implora pra morrer e quando tudo parece acabado, ela finalmente entra em rehab. E sai. E volta. E sai de novo. E fica com efisema. E entra mais uma vez.

Sai para fazer um show pro Mandela e outro em Glastonbury. Dizem que a voz dela tava ótimo e o show foi até o fim, coisa que não acontecia há tempos. Aí o que ela me resolve fazer na última música? Socar um espectador.

Ok, o cara falou uma paradas escrotas sobre o marido dela, mas custava engolir a seco, Amy?

Enfim, segue aí o vídeo da nossa drogadinha favorita (que esperamos que deixe de ser drogadinha para que viva mais uns anos) dando um soco-cotovelada em Glastonbury

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TOP 5 – Piranhas sim, e daí?


Depois de um tempo sumido aqui do blog, o TOP 5 está de volta! E o tema de retorno tinha que ser uma coisa interessante e que fizesse todo mundo prestar atenção em todos os pequenos (ou grandes) detalhes. Por isso, esse novo TOP 5 vai fazer uma homenagem àquelas que estão fazendo a alegria da galera, trazendo toda a sua experiência de vida pra dentro do mundo musical. É uma homenagem àquelas que não têm medo de mostrar quem são: piranhas sim, e daí?

Obs: Para evitar reclamações, deixamos bem claro que a Madonna foi desconsiderada nessa competição, porque seria concorrência desleal.

E a Espanha passou de nível


É, a Espanha acaba de ser campeã da Eurocopa numa ótima final com a sempre forte Alemanha, por um 1 x 0 que poderia muito bem ter sido 4 x3. (acabou mesmo, tô dando o publish junto do apito final)

E pra homenagear a campeã européia (que não ganhava o torneio – nem nada! – desde 1964), resolvi colocar esse comercial que a Nike lançou antes da semifinal contra a Rússia e vi no Adverblog, com o conceito de “Take it to the next level”. Os astros do filme são os “5 magníficos” da seleção espanhola: Iniesta, Cesc Fabregas, Puyol, Sérgio Ramos e Fernando Torres. Peraí, Puyol magnífico? Ok, ele foi campeão, não vou implicar… Craque de verdade aí, só o Fabregas (ok, talvez o Fernando Torres um pouco também).

E se até a Fúria Espanhola, maiores amarelões da história do futebol, conseguem tirar força e finalmente jogarem bem e com raça, porque a melhor seleção do mundo, a nossa, não consegue? Que sirva de lição.

Música Chiclete da Semana: Mulher de Fases


É engraçado como tem algumas coisas na nossa vida que a gente ouve bastante por um tempo, e mesmo gostando pra caramba, pára de ouvir, sem motivo algum… em 99 e 2000, o que eu mais ouvia era Raimundos. E gosto até hoje. Mas não devo ouvir com regularidade desde… 2000! Por que eu abandonei esse hábito?

Ok,  o fato da banda ter degringolado a partir de 2001 conta, mas se o que eu gostava existia antes, não teria motivo pra eu ficar tanto tempo sem dar bola pra isso. Até que ontem meu shuffle no iTunes me brindou com 2 hits do Só No Forevis, em seguida (Mulher de Fases e A Mais Pedida). E aí botei no repeat o CD inteiro, que era bem divertido.

Não tinha como não colocar hoje aqui, como música chiclete da semana, alguma coisa diferente de Mulher de Fases. Me lembrou meus 15 e 16 anos…

Free Music (Joss Stone)


Hoje em dia nós vemos muitas discussões na indústria da música sobre pirataria, troca de arquivos digitais e novas formas de distribuição. O que nós acabamos vendo nos últimos anos foi uma luta de vários artistas contra os formatos digitais, tentando proteger os seus CDs com barreiras que simplesmente não adiantavam de nada, ou entrando com processos contra os produtores de programas de distribuição gratuita de música.

Ano passado as coisas começaram a mudar um pouco, e podemos ver diversos artistas tomando uma postura diferente. O Radiohead colocou o seu CD pra ser baixado pelo preço que você achasse justo pagar, o Nine Inch Nails lançou um CD com selo Creative Commons, a Madonna disponibilizou as suas músicas em aparelhos celulares antes do lançamento oficial e até o Metallica, maior ícone da proteção das antiquadas formas de pensamento das gravadoras, resolveu colocar as suas músicas novas para serem baixadas no seu site (não são de graça, mas já é alguma coisa).

Hoje eu vi no blog do Tiago Dória essa entrevista com a Joss Stone, onde ela diz que acha fantástica toda essa coisa de troca de arquivos digitais. O melhor é a reação do repórter, que não acredita na resposta dela. Mas, de forma bem inteligente, ela consegue defender o seu ponto de vista. Música é uma coisa que as pessoas gostam de dividir e mostrar, mas é uma coisa que acabou virando simplesmente um negócio comum. Vejam a resposta completa aqui embaixo, é bem legal.

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