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O Acontecimento de M. Night Shyamalan


Há algumas semanas postei aqui o trailer de Fim dos Tempos (The Happening, no original), novo filme do M. Night Shyamalan, que estreou hoje. Até gerou bastante discussão nos comentários, mostrando que, para o bem ou para o mal, ele é hoje um dos diretores mais relevantes que tem, tanta briga há entre os que o amam e o odeiam.

Pois bem, os detratores vão adorar esse novo filme. Não que ele seja ruim, mas é o filme errado pro Shyamalan nesse momento da carreira dele.

Isso porque é um assumidamente um filme B (e muita gente confunde filmes B com filmes ruins). Mas é um filme B extremamente bem dirigido. O que não tira o fato de ser B e de ser, talvez, o pior do diretor (todo filme merece um tempo pra digerir, então ele pode acabar passando Sinais e Dama da Água).

Por isso, numa época em que ele é tão contestado e discutido (vide esse artigo “Shyamalan Defendido”, que conheci através do Discreto Blog da Burguesia), o ideal era ele ter feito um filmaço pra não dar pano pra manga pro povo que tem birra.

Aí vocês podem vir citando exemplos como o do Robert Rodriguez com Planeta Terror e do Tarantino com À Prova de Morte. Pois bem, eles quiseram fazer filmes trash dos anos 70 e fizeram um filmes trash dos anos 70. Ambos sempre foram mergulhados em referências, sua marca registrada é beber da fonte dos outros e fazer algo legal disso. Já o Shyamalan, sempre foi mais “autoral”, no sentido de que ele dá a sua cara às referências em vez de fazer tributos a elas, como o Taranta costuma fazer. Então, não bastava para ele fazer um filme B. Tinha que ser um filme B com a marca dele.

Mas sobre Fim dos Tempos, leia mais na continuação do post. Aliás, tem alguns SPOILERS.

Seu quarto cabe numa caixa.


Os designers alemães Marcel Krings e Sebastian Muhlhauser criaram uma ótima e prática solução pra esses tempos de mobilidade que vivemos hoje. Casulo é o nome do mobiliário. Dentro de uma caixa de 80 cm X 120 cm cabe: uma cama, um colchão, uma estante com 6 prateleiras, uma mesa, dois banquinhos, um banco ajustável e um armário. Necessitando apenas de duas pessoas para transportar e leva só 10 minutos pra ser montado. E parece que funciona mesmo. Eu teria, fácil-fácil!

Reverse Grafitti Project – A Guerrilha que limpa


Criado em São Francisco, o Reverse Grafitti é um projeto que mistura arte, meio ambiente e publicidade. No filme vemos um Grafitti gigantesco (140 pés pra ser precisa, apesar de eu não saber quanto isso signifique em metros) sendo feito com aqueles jatos d´agua de limpar prédio, o desenho é o de uma floresta que viveria no lugar em que agora é a cidade de São Francisco. A idéia é barata, cool, limpa a cidade, a deixa mais bonita, chama nossa atenção pra sujeira e feiúra em que vivemos e ainda promove a marca de produtos de limpeza ecológicos Green Works. E não é por nada não, o grafitti ficou lindo!

Via Tree Hugger

EDIT: Na real não é Grafitti, é stencil, né? Por que eles chamam de Grafitti Project?

A Maior Playlist dor de cotovelo do “Mundo”


Ainda em homenagem ao dia dos namorados (a semana ainda não acabou, logo, esse tema ainda vale), vamos nos engajar em criar a maior lista colaborativa  de músicas dor de cotovelo do mundo.

O projeto é do blog Esparreira Digital e seu dono, Sergio Keller, coloca as regras que eu replico abaixo:

As regras são: 
  1. Tem que ter levada triste.
  2. As letras devem contemplar abandono, dor, perda, remorso, mágoa, saudade, melancolia, solidão, desespero ou qualquer outro sentimento nocivo que permeie o mesmo campo semântico. Letras sobre suicídio causado por amor serão privilegiadas e postas no topo da lista (portanto, avisem quando couber nesse requisito)
  3. Pagode e música baiana não são permitidas. Sertanejos serão avaliadas caso a caso por mim. (Lembrem-se que isso é uma lista colaborativa e não um processo democrático)
  4. As músicas devem ser entregues no seguinte formato: Nome da Banda – Nome da Música
  5. Ministério da saúde adverte: essa atividade não é recomendada para os fracos de coração. Pode causar morte horrível.

Eu já coloquei algumas das baladas clássicas de dor de cotova que me vieram à cabeça, mas sei que muitas outras ainda virão. Então, sejamos colaborativos e coloquemos para fora todo o romantismo/masoquismo que existe em vocêS e vamos juntos rumo à maior playlist dor de cotovelo do mundo.

Para colocar as suas preferidas, clique aqui.

Seu nome pornô


Pras pessoas que sempre quiseram saber qual seria o seu nome artístico no mundo dos filmes pornô, entrem agor nesse site. Vamos ver como seriam os nomes dos Ordinários se a gente fosse um blog pornô:

Bruno Tavares – Nikki Lovegod

Alexandre Esposito – Jamie Jerkoff

Marcelo Ferraz – Jimmy Jizzball

Diego Baião – Kurt Kinky

Juliana Peralta – Penny Silkhole

Carolina Viana – Clitty Cummings

Natalia Pinheiro – Debby Silkhole (é da família da Ju!)

 

Dica da @talitafc

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